TRIO MGICO
Lora Leigh
(Magos Gmeos 01)


        Captulo Um


        O resplendor suave da aurola de magia que rodeava as luas geme as do Sentmar se dissipava lentamente. Os anis gmeos eram muito mais finos do que o tinham
sido em toda a histria escrita do planeta.  Uma vez, os grossos anis luminosos rodearam as luas, como crculos com penugens de cor creme largas, ricos. Agora eram
dbeis, e mais transparentes que nunca.  A magia da terra se fazia cada vez mais fraco cada ano, em vez de cada dcada. 
        Teriam que mover-se rapidamente, ou seria muito tarde.  
        Os seres humanos governariam de novo a terra e no teriam nenhuma misericrdia para suas contrapartidas mgicas.  
        Lasan estava em p no balco superior do castelo da Veraga olhando fixamente o cu da noite, franzindo o cenho enquanto que observava os fenmenos celestes. 
Tudo o que era Sentmar e a magia estavam agora ameaados. Todo o equilbrio entre a justia e a paz em seu mundo estava em jogo.  
         - Devemos nos mover rapidamente - . disse Drago, seu irmo, estava em p detrs dele, olhando fixamente as luas tambm, sua voz trato de sonar suave.  - 
Ela no entrar em razo, Lasan.  No at depois de unio.  Teremos que comear no podemos vacilar durante mais tempo - .  
        Sua impacincia crescia. Lasan podia senti-lo atingindo em seu crebro, sua impacincia geme-a. Entristecia-o  o acordo.  Drago, em que pese a toda sua disposio 
e determinao obstinadas, era raramente impaciente. A pacincia natural do Lasan tinha servido sempre para amortecer a veia obstinada que percorria atravs de seu 
irmo. passou-se os dedos com fatiga atravs de seu cabelo, depois agarrou o corrimo com um aperto de ferro. 
         - Entraremos em contato com a reina Amoria ao dia seguinte - , decidiu. -Como diz, no podemos esperar mais tempo - .  
        A Rainha Amoria, era a regente da casa do Sellane, a famlia predominante do Covenani, a seita de bruxas que se separou faz centenas de anos dos magos destinados 
para as completar.  Sem sua ajuda, no poderiam aproximar-se da princesa Brianna de qualquer maneira. 
        Lasan nunca tinha entendido totalmente a separao. O tempo tinha oculto as respostas a suas perguntas, e os Sentinelas do mago tinham estado silenciosos 
quando foi ante eles com sua necessidade de respostas.  
        Todos sabiam, includos ele e Drago, que eram os que deviam acabar com a separao.  Agora era seu destino, a responsabilidade de seu mundo descansava somente 
sobre seus ombros.  Para preservar tudo o que lhes era querido, a mulher que teriam cortejado a seus coraes teria que ser forada a sua cama.  
        Era um pensamento amargo de tragar.  
        A nica mulher criada para complement-los, para at-los por sempre dentro de um anel de magia, prazer e satisfao, tinha-os negado. Despectivamente, desdenhosamente, 
tinha-lhes arrojado sua oferta de unio  face, negando qualquer acoplamento que tivessem podido compartilhar.  
        Ela era seu Consorte natural, mas se separava deles em cada ocasio.  O que no era bom para o Covenani, Drago soou enfurecido dentro de sua mente.  
         - separaram-se de nossos antepassados como ela agora se separa de ns.  Ignorando os enlaces existentes, e seus os prprias necessidades.  E isto era assim. 
Podiam sentir o prazer que pulsava em seu corpo quando no passado a haviam tocado.  Sustentando-a entre eles, o calor de seu corpo, a magia que se elevava em seu 
interior, atormentando-os com um nvel da luxria nunca tinham conhecido antes.  
        Lasan tinha acariciado seus lbios suaves, Drago tinha posado seus lbios sobre seus ombros suaves como o cetim, explorando a delcia de sua carne, esquentando-a 
entre eles, permitindo que ela sentisse o prazer que se elevava com cada toque.  
        Ela tinha tremido em seus braos, choramingando com sua boca aberta, aceitando um beijo mais profundo, uma carcia mais firme. Tinham estado inflamados por 
sua resposta, com o direto e muito alto nvel de magia de seus corpos, elevando-se, formando a uma aurola que os teria abrangido a todos, forjando o futuro enlace. 
        Ento tinha sido Brianna a que se separou longe deles.  Ofegando para tomar ar, com o choque arredondando seus olhos violetas  e com sua prpria energia 
brilhando nos escuros crculos quando ela lhes fez frente furiosamente.  
         - No mais atraso por mais tempo - , Drago gritou  de detrs ele   - Ela vir a ns, Lasan. No lhe daremos nenhuma outra opo - . Lasan suspirou profundamente. 
         - Mas talvez  uma escolha que ela precisa fazer - , murmurou.   - para toda nossa felicidade futura - .  
         - Est conectando isso  o nico que se requer, no sua felicidade - , seu irmo grunhiu.  Lasan estava bem informado de que Drago lamentava isto tanto 
como ele o fazia. Tinham-lhe dado cada oportunidade de fazer a escolha por si mesmo.  Faziam todo exceto ficar de joelhos e suplicar.  Isso doa em seu orgulho. 
         - Inicia os preparativos - , Lasan suspirou. Necessitariam vrios casais de magos gmeos para acompanh-los, assim como os protetores Sentinelas, os guerreiros 
mgicos que os resguardavam com frrea mo da escurido que teria invadido suas terras.  
         - Ela  nossa, Lasan - , grunhiu Drago.  - No entendo totalmente sua vacilao nisto. Ter que nos aceitar - .  Lasan se deu volta e olhou fixamente seu 
irmo. A brisa da noite aoitou a negra larga extenso de seu cabelo de sua face, revelando as linhas fortes, determinadas de sua expresso.  Seus olhos eram verdes, 
profundos e brilhantes, escuros e de cor esmeralda.  Seus mas do rosto altos, seu queixo firme e apertado com sua clera.  Lasan sacudiu sua cabea. Seu carter 
zombador o encheu.  Ele sabia bem que a clera de Drago provinha de sua prpria repugnncia a forar esta aliana.  Sua raiva por que ela os tinha negado, apesar 
de suas necessidades, a pesar do conhecimento que a enchia, de que de fato ela lhes desejava.  Apesar de suas energias e do grau avanado de magia que possuam, 
no poderiam quebrar sua reserva, no poderiam acalmar qualquer dos medos que a enchiam, o bastante para permitir que os aceitasse.  
         - Os Seculares esto ganhando em fora, e a fora escura que as impulsa est ganhando terreno. No podemos nos permitir inclusive o tempo que lhe concedemos 
at o momento - , Drago lhe recordou.  - chamei a gmeos do Sashtain, assim como aos Alessi.  Devem comear a pressionar a suas companheiras rapidamente se queremos 
ter xito - . Lasan cabeceou firmemente.  
         - Comearemos os preparativos ento para ir. A festa do Covenani comea em dois ciclos da lua.  Assegura a um nmero suficiente de gmeos que os sistemas 
esto em ateno.  Cauldaran e Covenani no podem estar separados durante mais tempo - . 
        Fazia milnios, a seita da fmeas dos encarregados de magia no haviam tornado com suas contrapartidas masculinas, nem tinham expresso um desejo de fazer 
concesses.  
        A rainha Amoria teria que ver os perigos nisto, tanto se ela o desejava como se no.  Ele conhecia a mulher por ser um bom regente, uma mulher que tinha 
em conta o bem-estar de sua gente no corao.  Como rainha, ela era mais respeitada que qualquer de seus precursores. Mas seguia sendo bruxa, e determinado possivelmente 
a continuar a separao por orgulho e medo ao desconhecido.  
        Lasan amaldioou silenciosamente enquanto se dava a volta e olhava fixamente o resplendor brilhante das luas.  A paz da que a terra tinha gozado durante 
milhares de anos podia acabar agora se no se moviam com rapidez.  Fechou os olhos, pensando na Brianna, seu calor, sua paixo.  Lhe enviou seu tato, uma manobra 
difcil considerando a distncia que os separava. Sentia a energia de Drago unindo-se com a sua, apesar dos outros deveres que ele estava realizando nesse momento. 
Um sorriso inclinou os lbios do Lasan quando sentiu sua resposta sonolenta e escutou seu gemido de paixo.  
         - Goza, sussurrou ele silenciosamente.  Viremos por voc logo, Brianna, logo querida, e ento conhecer nosso tato de verdade, assim como em sonhos.  
        * * * * *
         - ... conhecer nosso tato na verdade, assim como em sonhos... -  Brianna ouviu as palavras sussurradas enquanto que as mos viajavam sensualmente sobre 
seu corpo nu. Seus mamilos foram circundados quando ela gemeu contra a sensao de uma boca quente que os envolvia, uma carcia fantstica que o fazia arquear-se 
mais prxima a esse tato.  
        Apertou as mos nas mantas, suas coxas se acomodaram, pressionando to juntos que sentia uma carcia peculiar entre eles.  Deuses.  Ela se sacudiu agitada 
enquanto que as mos fantasmas separavam os lbios de seu sexo, e um golpetazo mido, lquido de uma lngua paciente se movia atravs da fatia quente, circundando 
depois o palpitante e dolorido broto de seus clitris.  
        A sensao se elevou em seu interior, atirando nela, levando-a mais profundamente em um prazer, mais prximo ao paraso. Estava alagada por uma necessidade 
quente. Ela pressionou seu seios mais prximas ao calor das mos masculinas, sabendo o perigo, sabendo inclusive em sonho que eram os lbios de Drago os que se alimentavam 
vorazmente de seus mamilos, e a lngua do Lasan, paciente e segura a que lambia na umidade brilhante entre suas coxas.  Inclusive em sonhos, debaixo do encanto de 
seu contato mgico, conhecia as diferenas.  Sabia quem a tocava e onde, que magia lhe esquentava os seios, e que lbios se amamentavam em seus palpitante clitris. 
Assim como de quem eram os dedos escorregavam tentativos, suavemente dentro...  
         - Acordada!  Acordada, princesa!  Seu mal te est infectando. Ladinos, bastardos sem piedade.  Agora acordada, digo-te! -   Um forte belisco em seu brando 
brao e a voz rouca, temerosa de sua velha bab fez que Brianna despertasse de repente.  O medo a encheu.  Luzes azuis e verdes brilhantes de magia se envolviam 
ao redor de seu corpo. Eram formosas. To suaves e aveludadas quando a acariciavam, enchendo a de calor e de desejo.  Ela se sentia to adorada...  
         - Enganos.  O mal  o que produzem - , Elspeth grunhiu quando beliscou Brianna outra vez, sua expresso estava cheia de terror.  - Bloqueia-os, princesa. 
Agora para os antes de que lhe destrocem s com sua magia - .  
        Enquanto que a bab destrambelhava, ela sentia um calor o sondar com suave insistncia em sua vagina. estremeceu-se de prazer, seu corpo crepitou de calor 
e necessidade. Poderia sentir crescer a presso, uma onda incontrolvel de tal sensao que ela quase gritou em voz alta.  
        Seus olhos se exageraram, Brianna lutou com as mantas que retorciam tambm ao redor de seu corpo.  Gritou de medo ao sentir esse calor, uma carcia de magia, 
sondar suavemente no broto firmemente fechado de seu nus.  Lutou desesperadamente por pronunciar as palavras com as que bloquearia aos atrevidos magos que lhe tinham 
enviado seu toque atravs da distncia que os separava.  
        Elevou finalmente as mos  para traar a magia que vivia no mesmo ar que ela respirava. Ela invocou a bruxa Matriarca, a deusa divindade feminina para que 
a protegesse. 
        Sua energia era to fraco como a de um novato, mas o suficiente para permitir que se liberasse de sua presa e saltasse da cama. Ela olhou, quase com pesar, 
como as luzes mgicas se dissipavam lentamente e ento desapareciam, de novo formando parte da terra e o ar ao redor dela.  
         - So fortes - .  Ela tremeu, dando-a volta para o Elspeth que se retorcia as mos nervosamente.   - No eram cruis, Elspeth... - .  
         - Pensa me mentir? - .  A voz do Elspeth era spera, furiosa.  Sua expresso desenhava linhas cheias de dio enquanto que fazia frente a Brianna.  - Mentiria 
sobre minha prpria criana? Quando a sustentei, rota e ensangentada em sua morte, vtima de sua magia asquerosa? - .  
        Brianna sacudiu sua cabea desesperadamente. Recordava  filha do Elspeth, tinha sido amiga suas e de suas irms.  A pequena e tmida moa havia possudo 
um sorriso simptico, mas uma sombra de medo obscurecia sempre seus olhos.  Parecia sempre cuidadosa ao redor de sua me, embora Elspeth tinha sido sempre boa e 
tranqila com a Brianna e suas irms.  
        A terrvel morte da moa tinha transtornado a Brianna e  casa do Sellane.  A violao brutal foi atribuda aos gmeos magos, embora no se encontraram provas 
de que qualquer deles tivesse viajado s terras do Covenani.  
         - No, Elspeth, voc no mentiria - , sussurrou, mas s vezes se perguntava...
         Uma pequena fasca admoestadora de suspicacia se iluminou em seu interior. 
         - irei dormir com Marinha esta noite - , continuou, respirando asperamente.  - No podero me encontrar ali, perto de me - . 
        Elspeth tomou uma respirao profunda, dura. Serenou suas feies lentamente, apagando o brilho fantico, duro ao abrand-los olhos. Ela cabeceou sua cabea 
encanecida firmemente.  
         - Faz-o. V com seu me, e lhe diga que esses bastardos lhe assaltaram em seu prpria cama - ,  Elspeth pediu.  - Esses monstros pensam forar uma aliana 
contigo. Para destruir seu corpo inocente. Protegerei-te contra isto, minha princesa.  No importa o que custe, protegerei-te - .  Brianna se moveu para trs longe 
da repentina chama de fria que de novo apareceu nos olhos plidos e envelhecidos da mulher.  
        Elspeth a olhou de soslaio, cuidadosamente.  
        Brianna agarrou seu traje e, lhe deixando os carregadores, saiu do dormitrio.  Seu corpo ainda ronronava de prazer, e inclusive agora podia sentir a sensao 
serena do frgil tato de magia dos gmeos, apesar do encantamento de amparo. Invocou  bruxa Matriarca para que a protegesse contra o mal escuro.  
        Ela era Covenani.  Se os gmeos da Veraga eram tais monstros, por que  entretanto sentia seu tato agora acalmando-a e confortando-a? Podia sentir seus corpos 
como uma presena fantstica, alta, ampla e musculosa, pressionando contra ela.  
        Estavam na verdade dotados com uma constituio que faria olhar uma segunda vez a qualquer mulher. Quando estavam em p seus ombros e cabea ficavam sobre 
ela, seus corpos grandes quase a diminuam. Tinham largos ombros e tensos abdmenes e pernas fortes de grande fortaleza.  
        O pensamento de suas pernas a fazia tremer de prazer e medo.  Recordava bem o grosso vulto entre essas pernas o ano passado, durante a visita de sua me 
s terras do Cauldaran. Tinham pressionado contra ela, seus membros to dificilmente, to quentes, que abrasaram sua pele atravs da roupa que os separava. 
        Ela respirou entrecortadamente. Por todos os deuses, no deveriam excit-la assim.  Eram monstros.  Criaturas selvagens.  E agora a invadiam em sonhos, seus 
sonhos, usando seu corpo, suas necessidades de fmea contra ela.  
        Destruiriam-na, como tinham destrudo a filha do Elspeth.  Ela se estremeceu de medo e se encaminhou para a segurana das residncias de sua me.  Como rainha, 
ela tinha um poder muito mais forte, seus amparos a resguardavam mais fortemente. Sua me certamente agora emprestaria ateno a suas splicas, e no permitiria 
mais o cortejo com o que os gmeos da Veraga a pressionavam.  Certamente agora, sua me veria os perigos.  Tinha que faz-lo.
        
        
        Captulo Dois
        
        
          - dei a gmeos da Veraga permisso oficial para declarar sua inteno de unir-se contigo como Consortes, Brianna. Chegaro logo, no pude lhes proibir 
vir a te conhecer, antes de que se presente o reclamao. 
        A tarde seguinte, Brianna estava em p incrdulamente ante sua me e de sua irm maior, Serena, dentro de salo do trono da rainha. No s era sua me. Quando 
a chamaram o salo do trono oficialmente, sabia o que faria frente  rainha Amoria, no a sua me.  
         - No pode me fazer isto - , sussurrou ela fracamente, sentindo uma debilidade alarmante que quase a fez cair de joelhos.  - Me, por favor. Assaltaram-me. 
Como pode recompensar os dessa maneira? - . 
        Ela se aproximava da histeria. Nunca se tinha imaginado que confiar em sua me a noite anterior traria tais conseqncias. Como podia acontecer isto?  Tudo 
o que tinha pedido era amparo contra sua perseguio, para seu tato quando estava adormecida e era vulnervel a sua magia.  Era isto muito pedir por sua parte  
rainha, que era tambm sua me?  
         - Brianna, no te estou ordenando aceitar esta unio - , disse a rainha Amoria suavemente. No a Me. A me nunca faria tal coisa, Brianna se estremecia. 
- Simplesmente lhes estou dando meu consentimento para te cortejar. A deciso em ltima instncia pertence a voc - .  Brianna sacudiu sua cabea.  A expresso de 
sua me se refletiu em seus olhos de dourado, escuros pela preocupao. Como poderia ela tomar tal deciso?  
         - No entendo isto - . Ela a uniu as mos ante ela imvel para evitar tremer ao olhar  rainha, implorando. Hei-te dito em numerosas ocasies que no aceito 
seus propsitos anormais.  Isto no  o que desejo - .  A rainha Amoria tomou uma respirao profunda, controlada.  
         - Este castelo, Brianna, no est sem salvaguardas. Nunca est sem defesas contra a magia indesejada. No sei o que crie seu mente consciente, mas os magos 
da Veraga no teriam podido te alcanar desde fora, dentro de seu prpria cama e sob meu amparo, se de algum jeito no tivesse confiana neles - .  Sua voz era firme. 
Brianna tremeu baixo de sua obedincia constante enquanto que ela sacudiu sua cabea desesperadamente.  
         -  mentira - , ela sussurrou.  -j sabe as histrias... - .
         - Intrigas lhes embainhem, Brianna.  Hei-lhe isso dito freqentemente - , a rainha Amoria lhe respondeu.  - os magos podem ser muitas coisas, mas no so 
violadores e destruidores de inocentes.  
         - Nego-me - .  Brianna rechaou tratar as palavras da rainha. Olhou fixamente a parede sobre a cabea castanho escura de sua me, da rainha, lutando com 
a fria e o medo que se elevavam em seu interior.  O silncio descendeu no salo do trono durante longos momentos. Ao cabo de um momento da atmosfera veio um som 
suave, zombador das mos coriceas que aplaudiam.  
         - Um comportamento maravilhoso, princesa - , Garron, seu preceptor, e sbio para ser um drago do passado e sobreviver de magia, materializou-se dentro 
do residncia.  No era um drago grande, talvez oito ps em altura, suas grandes asas estavam dobradas exatamente detrs de sua cabea inclinada arrogantemente, 
quando Brianna lhe devolveu seu olhar fixo furiosamente.  
        Ela avermelhou, recordando sua ltima lio recebida baixo de sua tutela, onde ele a tinha surpreso olhando as imagens nos livros proibidos.  Livros em sexualidade, 
intimidades que inclusive agora a enchiam de uma ardente curiosidade.  
         - Pois como bem sabe - , ele continuou, com sua melhor voz de instrutor. -No pode negar sua inteno como tal at que se dirijam  rainha formalmente, 
em sua presena. Uma petio de cortejo no  mais que uma forma de respeito, estendida a seu rainha, e senhora Me, por parte da seita dos magos gmeos.  Voc no 
pode aceitar ou te negar. Somente sua querida me - , ele arqueou  rainha Amoria com um movimento assombrosamente grcil - , tem este direito - .  Ele inclinou 
sua cabea para olh-la de novo.  
        Brianna franziu o cenho ante a escura arrogncia de sua voz, sua postura.  As feies coriceas pareciam enrugadas como ele falou, dando uma impresso de 
superioridade, de sabedoria.  Brianna, durante o curso de seus estdios com o drago, Garron, perguntou-se freqentemente se ele no tinha estado ante um espelho 
freqentemente para aperfeioar essa expresso arrogante.  
         - No me importa nada, drago - , gritou ela.   - No serei forada a esta aliana, ou a seus desejos pervertidos. Que mulher desejaria isso? Ser compartilhada? 
No  natural - .
         - Pode que agora no, mas muitos neste ponto discrepariam contigo - , ele manteve seu tom cultivado suavemente e arranhando excessivamente em seus nervos 
como um espinho nos braos, seus dedos se entrelaaram quando ele a olhou com expresso de superioridade.   - discute-se muito freqentemente que o artificial , 
para os membros da seita de magia, estar como se est hoje. Da criao dos primeiros magos gmeos houve sempre s uma bruxa entre eles. E assim foi do amanhecer 
da criao sobre este planeta, at a poca da separao, acontecida quase no faz milnios - .  
         - Garron, no te chamei aqui para que nos desse uma lio de histria - , disse a rainha Amoria rgida em uma rara exibio de frustrao, com suas sobrancelhas 
delicadas franzindo-se em um cenho.  - Pedi-te que explique a minha filha, em privado, o que sabe dos magos gmeos - .  Brianna que olhava o drago de perto, viu 
uma labareda de dor em seus olhos brilhantes, negros.  
         - Uma lio da histria - . Ele se encolheu negligente enquanto posava o olhar fixo da Brianna.  - No estas de acordo, princesa? Tambm  obvio, posso 
te proporcionar imagens - . A face da Brianna avermelhou.  
         - Uma lio para idiotas talvez - , Brianna gritou.   - No vejo nenhuma razo para isso - .  
         - Isso  porque o rechaa -   A rainha estava impaciente agora. Brianna apertou seus lbios, reprimindo uma furiosa corrente em sua defesa.   - decretei, 
princesa Brianna, que se permita aos magos gmeos ir  festa deste ano do Covenani. Ali podem, se o desejarem, obter permisso oficial para lhe expor o tema. Voc, 
e esta no  nenhuma petio, responder-lhes, ser-te dada uma quantidade de tempo apropriado para tomar uma deciso to importante.  minha deciso, como rainha 
e governante nico do Covenan, que a poca de separao finalize. Os magos do Cauldaran no desejam estar se separados mais tempo de nosso pas, nem de nossas reunies. 
Voc somente, filha...  -  disse a Brianna com um tom sustentado, retendo seu olhar - , deve saber as ramificaes desta deciso - 
         Como se no passasse nada, ela estava sentada em seu trono e olhando aos presentes no salo.  Brianna ficou surpreendida, olhando fixamente sua irm Serena 
cheia de confuso. Como o faria ela para saber de tais ramificaes?  Tudo o que sabia era que sua me, que at este momento tinha sido sempre carinhosa e protetora, 
arrojava-a literalmente aos monstros. Ou sua me acreditava  de verdade isto no era certo? Sua irm maior baixou at ela da elaborada cadeira que a proclamava como 
a seguinte na linha de sucesso. Serena suspirou resignadamente.  
         - Sugeriria, Brianna - , ela disse suavemente,  - Que considera este tema um pouco mais neste ponto. Se precisa falar, sabe onde estarei - . Ela saiu tambm 
do residncia, deixando Brianna em companhia do drago.  
        Brianna lhe jogou uma olhada, depois bufou da frustrao. Tal era sua expresso de sarcasmo. Sua me deveria reinstaurar as leis de execuo enquanto que 
ainda estava no trono.  Sempre tinha havido algum ser vivo que o merecia 
         - Deixa de mover seu cabea por isso. Necessita manuais? Pediu-lhe divertido, fazendo aparecer uma pilha de livros que se materializaram repentinamente 
a seus ps - .  Imagens includas, minha querida.  Lembrana bem seu interesse por elas - .
         
        
        Capitulo Trs 
        
        
         A rainha Amoria estava sob o abrigo de uma rvore chorando, mais que inteirada da umidade em suas bochechas e a ruptura em seu controle. Tinha deixado ordens 
terminantes de no permitir o acesso aos jardins esta tarde, para assegurar o isolamento que necessitava enquanto que lutava por conter suas emoes.  
        Suas filhas estavam furiosas com ela.  No s Brianna, mas tambm Serena e Marinha.  No entendiam sua deciso, e no as culpava.  situou-se abaixo no banco 
de mrmore, abrigada pelos ramos que caam em cascata da rvore.  Olhando fixamente as gotas cristalinas do lquido mais longe em cima dos ramos, seu corao se 
apertou de agonia.  A rvore das lgrimas suportava as lgrimas dela, mas no as verteria.  
        Entretanto, a bruxa Matriarca no tinha ouvido suas splicas.  A lenda dizia se se vertiam na rvore das lgrimas, a bruxa Matriarca ouviria suas necessidades 
e lhe traria distrao para sua dor. Mas Amoria sabia que no haveria distrao para ela.  Inclusive os Sentinelas do mago e a bruxa Matriarca no devolveriam a 
seus mortos.  
        Ela baixou sua cabea, limpando-as gotas do traioeiro lquido que se vertiam de seus prprios olhos. Acaba de fazer uma proclama destinada a manter os sculos 
de paz dentro do Covenani. Ela, que tinha mantido a idia que as bruxas e os magos gmeos deviam continuar estando separados, tinha dado a permisso a esses gmeos 
para unir-se com sua filha. Tinha trado a Brianna, como lhe tinha acusado? Certamente no.  Garron no lhe teria mentido sobre os hbitos dos gmeos dos magos. 
De fato, escapada-las sexuais eram mais que raras, mas sua filha mais jovem tinha um sentido da aventura que deveria servi-la bem.  Entretanto, Brianna estava aterrorizada, 
agarrando-se aos rumores de dor e de morte que os magos gmeos poderiam trazer para seus Consortes.  
        Suspirou profundamente, sacudindo sua cabea e fazendo que mais lgrimas se deslizavam agora por suas bochechas. Em um momento como agora necessitava o conselho 
de D'lyell.  Agarrar-se a seus amplos ombros.  Mas no podia ser.  Tinha sido arrancado de seu lado quando suas crianas eram somente bebem durante uma das batalhas 
sangrentas com os Seculares.  E agora, os Seculares tomavam a outro que ela amava.  Sua filha preciosa agora sairia de seu lar, viajando s distantes terras do Cauldaran, 
e se separando-se dela.  
        Antigamente, quando Sentmar e as bruxas eram mais fortes, isto no teria sido nenhum problema.  Mas a Viagem das Sombras era impossvel agora.  Caminhar 
atravs da distncia de alguns acres usava incrivelmente.  Mas a Viagem das Sombras atravs das montanhas era inalcanvel.  
         - A autocompaixo te est debilitando, minha rainha - .  Um grito de assombro saiu de sua garganta quando Garron materializava diante dela.  O drago enorme 
a olhou fixamente desde sua altura, seus olhos negros tinham uma expresso de censura e de conhecimento superior.  No tinha havido uma poca em que o drago no 
lhe atacasse os nervos.  
         -  traioeiro e desrespeitoso - , ela gritou despectivamente quando chegou a seus ps.  -Com que atrevimento desafia minhas ordens e me incomoda aqui? 
- .  Ele bufou. Um som totalmente masculino de irritao que o fazia lutar para no apertar seus dedos em punhos. Rechaou exibir tais tendncias infantis em sua 
presena.  
         - Pensei que quereria um relatrio sobre seu filha - . Sua voz sustentou com afeto e exasperao iguais enquanto falava da Brianna.  - Ela  a mais obstinada, 
querida.  Posso ver que  na verdade seu filha - .  Os olhos da Amoria se estreitaram.  
         - Penso que algo de sua teima a herdou de seu pai - . Ela era consciente do abrandamento de sua voz, da veia de tristeza e lamento que transparecia seu 
tom. Desde que morreu D'lyell, poderia ver claramente sua teima nos olhos violetas da Brianna.  
         - Hmphf - .  O drago bufou outra vez.  - Tal tenacidade feminina teria podido vir de voc somente.  Apesar de que tem um claro interesse em que estes magos 
a cortejem, est cheia de medos e rechaa expuls-los.  Os planos podem ir mal se no chegarem logo - . As asas coriceas grandes trocaram de lugar sobre a grande 
parte posterior quando ele se colocou abaixo diante dela, relaxando-se debaixo do abrigo refrescante da rvore das lgrimas. Sua face se girou para ela, seus grandes 
olhos, piscando com respeito a olhavam curiosamente.  Amoria suspirou com fadiga.  
         - Chegassem logo - , disse amargamente ela.  - Destruindo mil anos de paz.  No posso acreditar que deixe a um lado todas as coisas pelas quais meus antepassados 
trabalharam - . Uma risada spera escapou do drago. Um eco, sarcstico, a enorme besta tinha pouco respeito pela separao do Covenani e do Cauldaran.  
         - OH sim, rainha querida - , queixou-se.  - Mil anos de aborrecimento e de crescimento secular no podem ser ignorados. Lamentemos este dia at que nossos 
mais altos deuses baixem aqui embaixo e se separem aos malfeitores de nossa trajetria - .  Amoria colocou em alvo seus olhos ante o tom humorstico do drago.  
         - Voc te zomba por mim, drago. Tal desacato a seu rainha est proibido - .  Ele inclinou sua cabea, olhando-a com essa mescla estranha de inteligncia 
e de diverso.  
         - me castigue ento - . Seus grandes ombros encolheram negligentes. -Aoite ante o pblico talvez? -   Ele tremeu com um gemido zombador.  - me aoite, 
minha rainha, me aoite - .  Amoria quase riu da expresso de prazer e de antecipao falsos que cruzavam sua expresso.  
         -  uma ameaa - , ela suspirou.  - Deveria estar proibido no Covenan, igual aos magos o estavam - .  
         -  possvel, mas quem ento te divertiria durante seus horas de tristeza? -  perguntou-lhe ele zombador antes de ficar repentinamente srio.  - Somente 
isto est bem e  bom.  passei dois dias com seu mais que obstinada filha.  Pensei que talvez agora quereria meu juzo sobre esta situao - .  Ele a olhou inquisitivamente. 
Amoria a enlaou as mos em seu colo e o olhou com pacincia.  
         - Procede - .  Ela cabeceou, no fazendo caso de seu rouco tom draconiano de impacincia.  
         - Ela aceitar esta situao somente quando dever - , lhe disse com um grunhido retumbante que exibia sua exasperao com a princesa.  - No coloque amparo 
adicional ao redor dela, e mantenha a esse frvolo horror dizendo  bab que fique em suas residncias durante a noite. A essa mulher adora os contos espantosos 
de sangue e assassinato - .  Ele se estremeceu excessivamente.  - ela explicando essas histrias me iguala - . 
        Elspeth se convertia em de fato um problema, Amoria sabia. Estava determinada a acreditar que os magos gmeos tinham sido os que tinham violado e assassinado 
a sua criana, em que pese a que Amoria lhe havia dito incontveis vezes que tal coisa era impossvel.  Nenhuma magia havia tocado a essa jovem mulher, s o mal 
o tinha feito.  Um mal que enviou a Amoria um frio estremecimento.  
         - Assustaram-na, Garron - , lhe recordou.  
         - No, minha rainha, deram-lhe prazer - . Ele se levantou seus ps impacientemente, sua clera repentina que a confundia.  - Ela  seu Consorte, nenhum 
outro teria podido fazer tal coisa. No estou de acordo com isso, nem os desculpo, mas talvez  a nica maneira tirar essas vises de sangue e de morte que enchem 
essa mente feminina dela.  Agora, j tem minha opinio.  Estou cansado de tratar com tais fmeas e procurarei meu descanso at que cheguem os gmeos da Veraga. Voc 
pode ento vir por mim - .
         - Vir por voc? -   ela gritou, franzindo o cenho. -Eu no venho por ningum, Garron... -   
         - E talvez este  seu problema - , ele grunhiu. -Igual a Brianna, voc trataste seu energia alta como um miservel seu dourado. Se uma mulher, Amoria. O 
vir para um homem no  uma coisa to terrvel - . A fria a fez avermelhar brilhante e quente, mas antes de que ela pudesse aoitar as escamas de sua pele desrespeitosa, 
ele desapareceu.  
         - OH - . Ela chutou com seu p cheia fria enquanto que olhava a rea repentinamente vazia diante dela.  - Maldito seja, drago. Maldita seu pele masculina 
grosa - .  Ela se consolou momentaneamente com vises de um Garron cheio, seus olhos de par em par com o horror, elegantemente disposto no hall de entrada a seu 
castelo. Apertou fortemente seus dentes enquanto que lutou a inundao de clera que pulsava atravs dela.  Drago desrespeitoso maldito.  Ele era afortunado, era 
o ltimo de sua classe. Se no, estaria mais que tentada a executar sua pele contrariada, teria-o mais que merecido 
        
        
        Captulo Quatro 
        
        
         Brianna olhou aos magos quando chegaram no ptio, desmontando dos grandes mochos com os que tinham pirado atravs das montanhas.  Distinguiu aos gmeos 
da Veraga facilmente entre o grande grupo de mais que arrogantes magos.  Seus amplos ombros e o gesto obstinado de suas cabeas eram distintivos neles.  Seu cabelo 
negro longo estava atado detrs em sua nuca, caindo por debaixo de seus ombros. Eram musculosos, bem construdos, formosos e atrevidos, e a aterrorizavam. Faziam 
que sentisse dor e desejo, e tinham cheio seus sonhos de tais atos erticos que ela despertava, com seu corpo queimando-se, gritando  pelo desafogo.  Um alvio que 
ela no sabia obter.  
        Inclusive agora, a carne entre suas coxas pulsou e doeu.  O pequeno boto duro de seus clitris estava inchado, to sensvel que ela temeu as represlias 
se o tocava.  Estalaria certamente em uma agonia da dor e depois aconteceria o que Elspeth havia predito sempre se sua magia a tocava.  E ela temeu que a tocasse 
freqentemente.  Cada noite, pelo menos.  Sua mo apertada na travessa da janela  medida que ela continuou olhando-os, escutando sua voz profunda, elevando suas 
vozes enquanto em voz alta davam ordens e se preparavam para despedir os grandes mochos at eles os necessitassem de novo.  
        As enormes bestas se elevaram para as montanhas do norte do Covenan, ficando a disposio os magos do Cauldaran exclusivamente. Somente os mochos fmeas 
tinham levado sempre a magos. Seus corpos fortes, robustos levavam a carga dos magos, dos guerreiros e da deciso com fora e resistncia. 
        Era bem sabido que eram bestas ferozes e selvagens tambm em batalha. Protetoras de suas cargas, e se dizia que mais de uma vez tinham dado suas vidas para 
salvar a seus cavaleiros.  Garron lhe tinha assegurado que antes da separao das seitas de magia, os mochos no tinham sido necessrios para levar aos magos  batalha. 
De fato, tinha havido poucas batalhas porque a magia do Covenani e do Cauldaran tinha mantido as terras em harmonia.  Brianna se zombou disto, embora. Se isto era 
verdade, por que ento as bruxas se separaram dos arrogantes magos?  Isto era uma pergunta que ningum poderia, ou responderia.  
         - chegaram ento - .  Elspeth disse furtiva, e o dio encheu sua voz detrs ela.   - A bruxa Matriarca te benza, minha princesa. Como pde seu me te trair 
desta maneira? - .  Brianna mordeu seu lbio nervosa.  
         - Garron me assegurou que eles me trataro bem - , Brianna lhe disse enquanto olhavam a comoo abaixo.   - No estou sendo forada... -   
         - -o, princesa - , Elspeth protestou temerosa.   - Nem voc nem seu me sabem dos enganos destas bestas. Deve afastar-se deles. No pode deix-los te destruir 
- .  Brianna acalmou o medo que emanava em seu interior.  Garron, embora era zombador e sarcstico, nunca lhe tinha mentido, nem a tinha aconselhado erroneamente. 
Lhe tinha jurado por corao de seu drago, que os magos no, no poderiam machuc-la.  
         - Vejamos o que acontece - , Brianna disse reservada  - Voc estaria melhor de volta a casa, Elspeth.  Sabe que me diz que no deve estar aqui agora.  
Penso que isto  muito doloroso para voc - . Jogou uma olhada ao Elspeth compasivamente enquanto que a velha mulher olhava com dio e maldade aos homens de abaixo. 
         - Devo te proteger - , Elspeth sussurrou. A pesar do tom de medo e de preocupao na voz da bab, Brianna sentiu uma labareda de inquietao.  
         - Estarei bem, Elspeth - , lhe prometeu enquanto os mochos se foram do ptio enchendo os cus enquanto procuravam um lugar de repouso at que os magos os 
necessitassem de novo.   -  Agora devo ir ao Corredor de recepo.  Volta para casa como me lhe disse.  Estarei logo contigo  - .  
        Brianna se separou da janela e movendo-se rapidamente para as escadas que conduziam ao grande Corredor de recepo.  Tinha lutado amargamente por faltar 
 recepo, mas sua me tinha sido firme em que estivesse ali.  
        Serena e Marinha estavam ali diante dela.  Vestindo suas duas irms maiores, igual a Brianna, com seus vestidos cerimoniosos de cor branca e azul da safira. 
O delicado tecido cobria seus corpos, caindo a seus ps em pregas suaves do alvo mais puro.  Um cs azul suave, de cor safira, bordeaba os decotes bordados ao longo 
dos ombros e do baixo proclamando seu estado.  Em suas cabeas usavam pequenas coroas de dourado e de pedras preciosas que brilhavam, embora Serena, como a seguinte 
na linha  sucesso, usava uma coroa levemente maior que suas irms.  Brianna caminhou em linha ao lado de suas irms, baixou sua cabea para mostrar respeito a 
sua me.  
         - Reina Amoria, os magos do Cauldaran lhe do as obrigado por seu convite e solicitam a entrada em seu lar, e sua tolerncia - .  Um protetor do Sentinela 
caminhou adiante com a saudao tradicional.  
         - Voc tem minha permisso de entrada. Meu lar  o seu, enquanto sua estadia dure - , a rainha Amoria respondeu ceremoniosamente. Brianna sentia seu estmago 
encolher-se. Havia mais de uma dzia magos, tantos como os protetores do Sentinela, os guerreiros do Cauldaran. Havia quarenta vares em conjunto.  Altos, formosos, 
de grande altura.  
        O ar se encheu com uma energia que Brianna no poderia definir repentinamente quando comearam a entrar no castelo, seu mensageiro acompanhava a cada um 
 entrada.  O sndalo e as especiarias, e um elixir de entusiasmo se envolveram sobre a cerimnia.  Como se a energia agregada da magia masculina tivesse transformado 
repentinamente seu lar e o tivesse feito um lugar misterioso, emocionante para estar.  Ela no estava segura de que gostasse da sensao.  
        Finalmente, os magos, as regentes e os defensores da Veraga do Cauldaran, caminharam adiante e foram anunciados.  Brianna conteve apenas seu gemido enquanto 
que algo se agitou profundamente dentro da base de seu corpo de mulher.  Um calor que ela no podia ignorar que enchia seu corpo e seu sangue de energia. Poderia 
sentir o chiado de energia ao redor dela, sensibilizando sua carne.  
         - Princesa Brianna - . Caminharam ante ela, olhando-a fixamente, com os olhos do azul mais profundo e cheios de luxria e de necessidades carnais.  Os outros 
olhos verdes, cheios de compaixo, do calor, e de necessidades que ela no desejou definir.  
         - Dou-lhes a boas vindas ao palcio do Covenani - , ela sussurrou, mortificada pelo tremor de sua voz quando ela se inclinou em uma reverncia ante deles. 
         - No deve te inclinar ante ns - .  
        Os olhos azuis de Drago brilharam quando seu olhar fixo surpreendido se levantou  para a sua. Ele no tinha feito tal exigncia de suas irms antes dela. 
Agarrou seu brao quando ela se levantou, tremendo ante dele.  Ante seu olhar fixo atordoado, ambos os magos se ajoelharam, dobrando-se, humildemente.  
         - Estamos a seu servio, bruxa - , Lasan disse profundamente quando o olhar fixo confundido da Brianna se girou para sua me.  
        Ela se sentia sufocada pela energia que a rodeava.  Seu corao troava, o sangue atacava atravs de suas veias em exigncia.  Mas uma exigncia do que?, 
no estava segura.  A confuso encheu s mulheres, mas se rasgou com a Brianna como os grandes ventos frios das montanhas.  
        Esperavam. Ajoelhados a seus ps, as cabeas baixaram enquanto que ela tremeu ante deles.  O medo irrompeu atravs dela enquanto que algo parecia iniciar-se 
em seu interior. Uma onda de energia que ela nunca tinha conhecido, temido e que no desejava.  Ela sacudiu a sua cabea, s faces de magos e a bruxas que a olhavam 
espectadores, movendo-se enjoada ao redor dela.  
        Ela ouviu um gemido, dando-se conta apenas de que era seu depois sentiu a suas irms mover-se a seu lado.  Um som como energia esttica soava em seus ouvidos, 
rugindo atravs de seu corpo. Ante seu horror e humilhao completos sentia seu sexo umedecer-se com os ataques de lquidos enquanto que a energia que ressonava 
atravs de seu corpo comeava a centrar-se em sua base de mulher.  Seus olhos alargaram, ela tremeu, apertando suas mos enquanto lutava...  
        A pulsao de prazer que alagou seu corpo lhe fez deixar escapar um pequeno grito alm de seus lbios como se seus clitris tivesse estalado e seu sexo emanasse 
com os suaves sucos de um xtase que aturdiu seu corpo. Ela se moveu, quase perdendo o equilbrio enquanto que ouviu de forma distante a exigncia de sua me de 
respostas.  Lasan e Drago a olhavam, a sensualidade e o prazer carnal enchia suas expresses.  
         - No - . Ela tropeou para trs, lutando contra a debilidade que repentinamente a enchia, tentando eliminar a necessidade, de pedir misericrdia.  Confusa, 
louca por sua carncia do controle, ela sentiu as lgrimas encher seus olhos quando ela lutou pelo controle, para que conseguir a fora que lhe permitisse afastar-se 
deles.  
         - Princesa, tranqila - , Lasan sussurrou suavemente, a compaixo enchia sua voz.   - permita que sua energia... -   
         - No! -   gritou Brianna  enquanto que sua voz parecia intensificar o prazer que pulsava e que trovejou com seu sangue.  Seus olhos foram a sua me, depois 
o medo ondulou to acima como o desejo.  A rainha Amoria a olhou com clera e confuso.  Como se movesse na cmara lenta, Brianna olhou a seu passo de sua me a 
ela, ento paro, a fria cintilava atravs de sua face como se uma fora invisvel parasse seus movimentos. Ela poderia sentir seus sucos que gotejavam ao longo 
de seus lbios femininos e a necessidade retorcer-se em espiral de novo de seu corpo. 
         Estaria gritando outra vez em segundos. O medo a isso chamuscou seu crebro.  Convidando-a a usar cada invocao lhe tinham ensinado e com a que lutar por 
quebrar a magia que se envolvia a suas redor com tiras do veludo de prazer.  
         - No a toquem - . Drago se separou repentinamente dela, de seus olhos que brilhavam intensamente com uma mescla do prazer sexual e de fria quando Marinha 
e Serena tentaram ir a seu lado.  Enquanto que sua ateno estilhaou, Brianna quebrou sua presa.  Sacudindo seu corpo com o fogo com terror misturado e luxria, 
ela os olhou cheia de horrorizada confuso.  
         - So demnios! - , ela gritou freneticamente, tropeando detrs, quase no agarrando-se ao drago que tinha materializado repentinamente detrs dela. -Garron 
- .  Ela agarrou sua perna robusta, usando seu amplo corpo para encontrar um equilbrio.  - Por favor - , sussurrou, sabendo de sua energia, agora suplicando-o enquanto 
que o medo a enchia.   - Por favor, Garron, me ajude - .  antes de que ela pudesse dizer mais ele cintilo, em cima.  Ela nunca tinha feito uma Viagem das Sombras 
em sua vida, mas em segundos as faces curiosas, atentas do Corredor de recepo tinham desaparecido, e ela estava parada inestablemente em sua residncia, agarrando 
a pata do drago enquanto que lutava por recuperar seu controle.  
         - Adverti-lhe isso - , disse Garron com exasperao.   - Voc no empresta ateno a minhas palavras, e no escuta meus conselhos.  Isto, princesa,  o 
que acontece quando no me faz conta - .  Ela recordou vago uma conferncia em sua primeira reunio com os magos e as bruxas - ,  Garron disse  com tal tom da frustrao 
masculina que ela fez uma careta de dor.  Ele passeou longe dela, suas garras faziam um suave som, reconfortando com o arranhado contra o piso de pedra.  
         - O que me tm feito? -   Ela se retorceu as mos nervosa.  
         - No lhe tm feito nada - , grunhiu ele.   - Seu energia fez isto, e teria que me acabar de escutar... -   Sua voz se levantou com sua clera masculina. 
- Ningum me escuta. Sou um drago.  Eterno. Se secretos voc no pode nem imaginar  - .Se ele tivesse cabelo, Brianna estava seguro de que o estaria arrancando. 
- Com todo voc e essa me obstinada tua nunca me escutam. Nunca empresta ateno a meus conselhos.  Nunca empresta ateno s conseqncias - .  Ele grunhiu cheio 
de clera.  
         - Minha energia nunca tem feito tais coisas - , ela discutiu furiosamente.   - porqu  agora? -   
         - Porque, o da mulher -  ele grunhiu, mas foi interrompido quando a porta se abriu de repente.  
         - Drago, j no  necessrio - .  Drago, Lasan, e a rainha Amoria estavam em p na soleira.  
         - A me da princesa pode consol-la. Requereremo-lhe em outro momento - .  Os olhos do Garron se estreitaram e suas escamas pareceram assobiar de impacincia. 
         - O que voc me requerer? -   Ele pediu sedoso. Brianna se retraiu ante a insolncia de seu tom. Havia um desafio em sua voz que ningum poderia confundir. 
Drago franziu o cenho.  
         - Aye, drago, agora no requeiro seu presena - . Os gmeos se deram a volta  e saram do residncia, com uma nuvem de arrogncia furiosa a seu redor. 
O olhar fixo da Brianna foi ao drago. Lhe jogou uma olhada, seus olhos ainda estreitados.  
         - Agora recordo por que durmo durante longos perodos de tempo - , grunhiu  - por que os gmeos som mais inquietantes que as bruxas da Matriarca. Vares 
orgulhosos e malditos - .  Em um cintilo ele desapareceu.  Brianna se deu volta para sua me, cruzou os braos sobre seu peito e anunciou com toda a determinao 
que poderia reunir, 
         - Rechao ser Consorte desses demnios. Nego sua inteno - . Tal intensidade de emoes e de intensidade na reao dentro do corpo de uma mulher no podia 
ser boa.  Poderia?  Amoria suspirou. 
        
        
        Captulo Cinco 
        
        
         A festa anual do Covenani estava em pleno apogeu. O palcio real estava cheio, os trs sales de baile em uso, e no baile do ano no faltava ningum inclusive 
estava Brianna Sellane, terceira herdeira ao trono do Covenan.  No nisso Brianna tivesse preferido ter qualquer projeto diferente ao dito trono.  Teria preferido 
ter sua cadeira no conselho do Coven, mas algumas coisas uma no podia as trocar.  Rechaar sua herana era a primeira, sua me lhe tinha informado.  A festa anual 
para as fmeas solteiras do Covenani era outra.  Este quase era o terceiro ano da Brianna, em que os ignorava.  Era tambm o primeiro ano em milnios que os magos 
do Cauldaran estavam ali. 
        Brianna amaldioou essa deciso em particular.  Os magos gmeos agora vagavam os corredores e os sales de baile.  Atraindo olhadas, atraentes e de grande 
altura, eclipsavam totalmente a seus congneres masculinos humanos.  Teriam atrado a ateno das fmeas solteiras se no fosse pelo fato de que as fmeas do Covenani 
no tinham nenhum desejo de perder seu poder e independncia ante tais vares.  
        Esta noite, os gmeos da Veraga estavam tambm na festa.  Seus olhos a seguiram, olhando-a. Brianna estava incmoda inteirada do prazer desse reconhecimento 
em seu corpo. Seu sexo pulsou, seus clitris doeu, os pulsos recordados do prazer lhe atormentem atingiram com seu sangue.  O que teriam feito desde sua chegada? 
        Tinha-os evitado nos ltimos trs dias, desde essa humilhante reunio no Corredor de recepo. Tinha permanecido longe, e tinha lutado contra as necessidades 
que se abatiam em seu interior.  Os vagos sonhos revoavam em sua mente, vises de excessos sexuais que a aterrorizavam e despertavam. Sua bab havia descrito tais 
atos de sexo como dolorosos.  Horrendos.  Capazes de partir para uma mulher em dois quando seus membros a invadissem simultaneamente.  E embora o pensamento dessa 
posse a enchiam de medo, tambm a enchia de luxria.  
         - Os gmeos da Veraga ainda lhe esto olhando, Bri - , sua irm Serena disse com divertida preocupao.  
         - Estou inteirada disso - , Brianna suspirou. Podia sentir seus olhares fixos nela, esfregando-a ligeiramente com olhadas ardentes.  Ela lutou para no 
fazer caso do que isto fazia a seu corpo.  Lutou por ignorar a dor da necessidade que no tinha diminudo totalmente desde que se ajoelharam a seus ps dias antes. 
        Jogou uma olhada a sua formosa irm maior, desejando possuir uma dcima do aprumo e do equilbrio de Serena.  Se o tivesse, teria podido dirigir facilmente 
os magos gmeos e envi-los correndo fora de sua vista. Quer dizer, se poderia faz-lo qualquer pessoa. Teria sido duro que a mulher possuda informasse aos lderes 
do funcionamento extenso da seita dos mago.  Os magos da Veraga eram inamovveis quando decidiam sobre algo. E tinham decidido sobre a Brianna  meses antes.  
         - Me est muito interessada nesta aliana, Bri - , Serena lhe disse reservada.   - No posso entender por que, somente ela pensa que estaria nos melhores 
interesses do Covenani o consider-lo - .  Brianna se encolheu.  Ela estava inteirada muito bem da opinio de sua me disto.  Tanto como sua me devia estar bem 
inteirada agora da sua. Inclusive Garron finalmente se inteirou, franzindo o cenho simplesmente com desaprovao.  O cenho de um drago no era a vista mais cmoda. 
Ela jogou uma olhada nos gmeos da Veraga de novo.  Eram to amplos, to formosos e musculosos que fez que seus dente se apertassem de fria.  As fmeas humanas 
revoavam ao redor deles como pssaros ao nctar, e colocavam seus nervos no borda.  Com o demnios que eram esses dois, eram capazes de zombar a essas tolas com 
qualquer energia como a que tinham utilizado nela.  
         - No submeterei a esses dois - , Brianna assobiou furiosamente.  - ouvi as histrias de seus artificiais desejos, como os que eles tm.  Do que serviria 
a me o desejo de me enviar a uma existncia to infernal? -   Pergunta-a a tinha invadido durante dias, das primeiras palavras de sua me nas que dava sua bno 
 aliana se Brianna a considerava.  
        A rainha Amoria se zombou das histrias que Brianna lhe tinha contado de novo, mas finalmente tinha admitido que ela somente sabia que os magos da Veraga 
tinham jurado em seu compromisso que Brianna no sofreria a nenhum mal.  Embora no negaram que ela dormiria em uma cama que ambos os vares compartilhariam com 
ela.  Juntos.  Mas, nem uns nem outros poderiam controle a Brianna e a labareda da luxria que cantou atravs de seu corpo que estava cada vez perto. Por separados 
ou  parte, no importava nada. Seu corpo tinha fome deles.  
         - asseguraram a me sobre seu futura felicidade e segurana, Brianna, voc no pode lhes perguntar mais que isso - , sua irm lhe disse.  
         - No desejo ouvi-lo - .  Brianna sacudiu sua cabea em negao. -O hei dito a me e agora o repetirei.  No serei uma Consorte de uns homens como os gmeos 
da Veraga.  No sei porqu os dois e voc no lhes do conta disto - .  A sobrancelha plida de um Serena se enrugou em um cenho delicado. Seus olhos de cor lavanda 
se obscureceram um pouco com sua preocupao.  Serena era a mais formosa da casa reinante do Sellane.  Com seus cachos castanhos longos, a pele branca como o leite 
e os olhos incomuns, ela atraa tanto dos vares, como das mulheres  olhares de aprovao.  Era uma irm maravilhosa tambm, at que tinha encontrado um tema digno 
de sua teima.  Como agora o tinha.  
         - Brianna, talvez valeria a pena que o considerasse - , Serena disse nervosamente.  - Me est segura que as rumores sobre qualquer dor so lhes embainhem, 
e no exterior os seres humanos nos esto ameaando em nossa prpria provncia.  Os Seculares se esto Armando para a batalha. Poderamos utilizar o ... como fora 
- .
         - Os Seculares se armaram j antes - .  Brianna se encolheu de ombros, embora estas notcias lhe preocuparam tambm.   - No fale mais disto, Serena.  Meu 
corao no esta nesta aliana que voc e me desejariam.  No darei crdito a suas splicas - . 
        
        
        Captulo Seis
        
        
         Brianna se deu volta longe de sua irm e dirigiu para o silncio e esperava que isolamento dos jardins.  Tinha mentido a sua irm, e sabia bem.  Seu corao 
atingia mais rapidamente na presena dos magos, seu corpo ardia e os sentia falta de na escurido da noite, somente que no podia imaginar o dar-se em corao e 
alma, como os vares do Cauldaran exigiam.
         deslizou-se nas sombras aveludadas da noite, com os jardins lhe dando a boas vindas com os aromas das flores florescentes na noite e o calor abafadio da 
escurido abraando-a com os caules do sensualidade.  O tecido fino de seu vestido parecia confin-la quando se estirou sobre seu seios e esfregou seu abdmen e 
coxas.  Sua carne exigia que a liberasse dos laos nos ombros e permitisse que o tecido de seda casse a seus ps, mas ela se refreou ante tal ao.  Vagar nua atravs 
dos jardins estava bem e era bom, mas somente quando no havia magos da Veraga ao redor para aproveitar-se disso.  No, ela calculou, isso no faria seu muito por 
manter sua determinao.  
        * * * * *
        Drago e Lasan viram a Brianna sair do salo de baile, seguindo cada um de seus movimentos at que ela esteve fora de vista, com uma fome que queimou em seus 
lombos.  O alvo puro de seu vestido cobrindo a cor plida de seu seios cheios at a ponta dos ps, contornando esse corpo cheio de curvas, tentadoras que cobria. 
        Sua energia aproximava de sua fora completa.  Logo, ela estaria em uma fase onde seria todo ou nada.  Se no estavam ali para compartilhar a onda da energia 
branca e quente e a absoro de magia entre eles, ento nunca forjariam o enlace com ela que era imprescindvel par os Consortes do Cauldaran e Covenani.  Os magos 
e a bruxa devem unir-se no momento exato, durante o nvel mais alto de sua energia. Essa ocasio se aproximava. Demonstrava-o o brilho de seus olhos violetas, a 
impacincia de seu caminhar e a dureza mxima de seus mamilos sempre que lhe aproximavam.  
        Mas o mais surpreendente de todo tinha sido a labareda de energia correspondente que se derramou dela a Drago e Lasan quando se ajoelharam ante dela. Cumprindo 
as velhas regras de unio, Drago e Lasan se ajoelharam antes de que o os Sentinelas do mago a tivessem assegurado como seu Consorte verdadeira.  
        O choque, e um prazer diferente a algo que tinham sabido se verteu imediatamente atravs deles.  Colocando-se debaixo dela, e centrando sua energia nela, 
tinham permitido que o centro feminino que se acasalava com sua magia pulsasse, conectando e centrando-se em sua prpria fora masculina.  A reao tinha sido quase 
fulminante.  
        Lasan entendia bem o porqu tais prticas foram observadas em somente os pactos mais terminantes antes da separao do Covenani e Cauldaran. Infelizmente, 
tinha desconcertado e assustado a seu Consorte, embora.  Quando fazia a reverncia procedia em um passo ridiculamente lento.  Ela tinha rechaado estar na mesma 
residncia com eles desde esse dia.  
        Ela era seu Consorte natural. Criada somente para eles pelos deuses.  Tinham temido que seria impossvel calibrar a poca de sua fertilidade da magia to 
bem.  Mas terei que faz-lo assim ela era cuidadosa e assustada, por saber pouco de seus costumes, e estava proibido que o explicassem.  
        A magia de seu planeta, Sentmar, estava empapada de mistrio para a maioria.  Somente um certo punhado de magos gmeos tinha o conhecimento para calibrar 
os presentes maravilhosos que o planeta poderia derramar sobre eles. 
        Era a energia dos deuses. Fluindo da mesma terra sobre a que estavam, estava suspensa no ar, enchendo cada caverna e atravessando cada gota de gua. Mas 
somente alguns eram julgados merecedores de saber o secreto de lev-lo adiante.  
        Lasan e Drago eram dois de esses esses magos poderosos que os Sentinelas tinham adestrado nas formas de magia do Sentmar. Uma dessas lies tinha sido o 
enlace que atava magos gmeos e bruxa do Covenani.  Cada um era partes separadas da mesma magia.  Os Sentinelas do mago dirigiam a magia masculina, a bruxa Matriarca 
a seita das fmeas. Se os dois seguissem separados, ento a magia que enchia seu planeta se debilitaria lentamente.  A gente era ineficaz sem o outro.  
        Mil anos da separao tinham permitido que os seres humanos nas provncias longnquas ganhassem j terreno. No podiam permitir que isto acontecesse durante 
mais tempo. Deviam uni-los dois, os Sentinelas do mago tinham informado Lasan e Drago da uma bruxa criada para ser sua outra metade.  Um presente da bruxa Matriarca 
 seita dos magos.  Essa mulher era Brianna, a mais cuidadosa e obstinada da casa governante do Sellane.  
         - Assustam-na - , Lasan murmurou a seu irmo quando ele olhou a Brianna sair do residncia apertado.  
         - Mas  receptiva - .  Havia um rastro de satisfao na voz de Drago.  Ele se queimava por ela, como Lasan. O fogo ameaou, em mais de uma ocasio, consumindo-os 
e irromper na terminao de seu acoplamento com ela.  Unicamente o medo dela os inibia nessa questo. Suportavam-no, ante seu medo ao desconhecido.  
         - Ser receptiva no sempre  o bastante - , Lasan lhe advertiu com um borde de preocupao.  A inclinao de Drago a assalt-la poderia ser sua queda se 
no eram extremamente cuidados.  Ele poderia sentir o tamborilar da impacincia de seu irmo nele, alimentando o prprio.  Era sua maldio;  Os gmeos magos eram 
receptivos o um ao outro de maneiras que a maioria nunca poderia entender.  Eram duas metades de um conjunto, em fora assim como em debilidades. Sabiam da outra 
de cada fome, sonho e desejos, compartilhavam-nos e lutavam por eles. E tinham as mesmas necessidades sexuais. E essas necessidades se centraram na Brianna Sellane. 
         - Ela tem fome de ns tambm, Lasan - , Drago murmurou com a luxuriosa satisfao quando jogou uma olhada por cima dele.  - posso sentir seu calor sempre 
que estamos perto dela - . E ela ardia.  Estavam mais que inteirados do o calor e da fome que ela no era ainda bastante experimentada para ocultar.  
         - Ir voc a ela, ou devo ir eu? -  Drago perguntou, embora ambos sabiam a resposta. Agora poderiam produzir dor ao empurr-la a uma linha de conduta imprudente. 
Tomando uma profunda respirao para controlar-se, Lasan a seguiu.  Sabiam que esta noite, a personalidade poderosa de Drago somente a assustaria.  
        Seu corpo estava duro, seu membro palpitante, o sangue trovejava atravs de suas veias ante o pensamento de tom-la s nos jardins.  Era uma ocasio para 
tocar sua pele de seda, para inalar o doce aroma que era o seu somente.  Talvez para prov-la, ouvir seus gemidos roucos de prazer.  
        Ele no tinha podido fazer isso nem uma vez no ltimo ano que tinham tentado cortej-la. No j que Lasan era mais cometido, somente sua pacincia natural 
o fazia o menos voltil dos dois.  Brianna Sellane era uma fmea difcil de cortejar. Ela francamente os tinha rechaado depois de sua primeira insinuao durante 
uma visita do Covenani s terras dos magos.  
        Sua deciso no tinha trocado, apesar de viaje repetidos feitos por eles ao palcio do Covenani e a aceitao da rainha de suas cuidados a sua filha.  A 
mulher se separava deles em cada ocasio.  Mostrando seu desprezo por seu desejo por ela e ridicularizando sua oferta.  O tempo chegaria e logo, se no era cuidadosa, 
em que no estaria em posio negar-se to facilmente.  
        Lasan a encontrou s tal como tinha esperado. Envolta na noite, seu cabelo vermelho como as chamas caa por suas costas, acariciando seus quadris.  Ela estava 
de costas a ele enquanto olhava fixamente para as luas geme as de seu mundo.  Lasan podia sentir a tristeza de seus pensamentos, mas no a razo deles.  
        Sua tristeza pulsava nele e ele sabia que Drago a sentia tambm.  Isso lhe fez desejar encher sua vida de felicidade e de risada, para que no olhasse as 
estrelas enquanto procurava respostas s perguntas que a perturbavam.  
         - Dizem que as luas as gema decidem os nascimentos dos magos - , Lasan disse elevando-se detrs dela.  - Descontente a deuses das luas e no nascer nenhum 
gmeo da matriz de seu Consorte - .  Ele a olhou atiesarse, filtrando o brilho do ar com seu nervosismo.  
        Ela se deu a volta lentamente, olhando-o fixamente, a seu lado, e olhando s escondidas ao redor dele. Cheio de confuso, Lasan jogou uma olhada detrs, 
mas no viu nada que explicasse suas aes.  
         - Onde est seu sombra? -   perguntou-lhe finalmente ela, sua voz estava cheia de ira. Os lbios do Lasan sorriram com diverso enquanto que sentia o grunhido 
de Drago ante a repugnncia que se refletia em suas palavras.  
         - Drago ainda est entretendo a vrias mulheres humanas que seu me e seu irm lanaram para ns desde nossa chegada.  Desejas cham-lo conosco?  Estou 
seguro de que ele estaria mais que ...satisfeito.
         - No - .  Ela sacudiu sua cabea rapidamente.  - por que no o encaixa?  Estou segura de que h muitos entre as mulheres que lhes rodeiam para os ambos 
- .
          Ela falou com desenvoltura insultando a aquelas que foram a outros procurando sua satisfao, com todo Lasan sentia a labareda de clera nas profundidades 
cristalinas de seus olhos violetas.  Ela podia falar facilmente disso, mas ele sabia que no tinha nenhum desejo de ver tampouco deles mostravam ateno a qualquer 
das fmeas humanas que os olhavam com olhadas fixas, luxuriosas e ambiciosas.  
         - Preferiramos te rodear a voc, Brianna querida - , Lhe disse, permitindo que sua voz se suavizasse com a gentileza que sentia por ela.  - Com todo voc 
te separa de ns em cada ocasio - .  Ela franziu o cenho para ele. Seus dedos agarraram uma dobra pequena de seu vestido, enrugando-o com seus movimentos nervosos. 
         - No desejo ser um Consorte para voc e seu irmo - , gritou ela.  - O que devo fazer para te convencer disso, Lasan? - .  Lasan suspirou profundamente. 
Poderia ouvir o medo em sua voz e contra esse mal ele no poderia fazer nada. No quereria que ela soubesse de medo, somente de felicidade. Os sculos que as Covenani 
tinham passado longe de seus companheiros naturais tinham inculcado uma desconfiana crescente em suas fmeas que fazia malditamente impossvel tir-los cales. 
         - Para nos convencer, no trema quando estamos perto, Brianna - , Lhe disse, com suavidade em sua voz, depois se moveu mais perto dela.  Sua mo a alcanou, 
afagando seu pescoo, quando lhe exigiu que olhasse seu olhar fixo.  - Para nos convencer, no deixe a seus mamilos endurecer-se at que estejam quase cortando atravs 
do tecido de seu vestido e no deixe a seus olhos obscurecer-se, traindo seus pensamentos, seu curiosidade - .  Sua respirao se acelerou.  
        Lasan jogou uma olhada abaixo, vendo as extremidades duras de seus mamilos debaixo do pano. Desejou gemer de fome. Desejou retirar o tecido longe desses 
montes abundantes e provar cada polegada de sua doce pele.  
         - Voc me estas enfeitiando - .  Ele poderia ouvir a confuso em sua voz, seu medo de suas prprias respostas.  
         - No me enfeitia voc, querida - , lhe assegurou.   - Voc sabe que um mago no pode turvar o Covenani com magia ou nenhuma outra classe de meios.  Especialmente 
no a um que seus coraes, corpos e mentes escolheram como Consorte. Seu prpria bruxa Matriarca o prohbe - .  debaixo de sua palma, o sangue trovejou atravs 
de suas veias.  
        Ela estava excitada e lutando com toda a determinao que s sua juventude poderia produzir. Lasan estava seguro que no seria bastante para mant-la nesta 
batalha de desejo.  
         - No desejo ser seu Consorte - , ela disse spera, separando-se-se bruscamente longe dele.  Lasan suspirou com cansao.  Seu corpo doeu com a necessidade 
por ela.  Sua alma estava apertada com a energia lhe daria em sua unio.  Ela no sabia o que rechaava dele. E ele no poderia dizer-lhe 
         - Brianna - . Lasan lutou para guardar sua impacincia sob controle. Suas necessidades, as necessidades de Drago, todas elas batiam em seu crebro, fazendo 
do controle uma besta amarga de dominar.   - Escolher um Consorte no  uma questo s do que desejaramos. Voc sabe o difcil, como  de raro, que dois magos gmeos 
encontrem seu Consorte verdadeira? A mulher que satisfaz seus desejos e necessidades? - .  Ele se transladou junto a ela de novo, suas mos se colocaram sobre seus 
ombros nus, sua Palmas se empapavam no calor dela, o calor do desejo e do medo.  A intensidade de suas prprias necessidades a assustava tanto como qualquer que 
ele e Drago tivessem.  
         - Ajo como se me importasse? -   ela se endireitou.   - No sou seu Consorte, assim no me importa nada - .  Sua negao cravou uma veia de impacincia 
que Lasan no sabia que tinha.  
         - Desejamos te tocar, Bri - , lhe disse, precisando fazer que ela o entendesse.  - Precisamos te sustentar, amamo-lhe.  uma parte de ns, e voc no sabe 
- .  Seus olhos violetas cintilavam no claro de lua quando ela deu volta de novo a ele. A energia se derramou atravs de seu corpo, fazendo que o membro do Lasan 
se apertasse com a desesperada necessidade de compartilhar essa onda de energia com ela.  
         - E que tem que minhas necessidades? Meus desejos no importam? -   lhe perguntou ferozmente. -No me pode permitir decidir para e de quem sou Consorte? 
-   Lasan caminhou adiante de perto, olhando como ela resistia.  Ela se moveu com indeciso, quase temerosa, at que com um grito de assombro, o tronco grosso de 
uma rvore detrs dela parou seu retrocesso.   
         - No bate seu sexo com a necessidade por ns? -  Perguntou-lhe ele detendo-se apenas a uma respirao de seu corpo. Lasan olhou abaixo, como seu seios 
se elevavam e baixavam rapidamente, seus mamilos estavam duros to perto de roar seu peito que tudo o que ele tinha que fazer era respirar profundamente para resolver 
o contato.  
         - No  natural - , ela sussurrou, sacudindo a sua cabea, tremendo ante ele.  O triunfo estalava em seu lombo. Ele sabia que Drago saa lentamente do salo 
de baile, incapaz parar sua necessidade de unir-se os de toc-la, de ser uma parte desta vinculao inicial. Era-lhes muito natural. Muito uma parte dos quais eram. 
         -  inteiramente natural, Brianna - , Ele a acalmou suavemente, suas mos lhe rodearam os braos quando atirou dela contra ele.  - Drago e eu somos um presente 
para voc dos Sentinelas de mago, como voc  um presente para ns de seu bruxa Matriarca.  No h nada to natural como esta esse necessidade palpitar atravs de 
seu corpo - . Ele sentia que a respirao dela se acelerava cada vez mais, mostrando o calor de seu corpo, o batimento feroz de seu desejo repetido debaixo de sua 
carne.  
        Lhe olhou fixamente, com seus olhos violetas brilhando na escurido, sua carne beijada pelo claro de lua, brilhando com a translucidez do cetim.  Ele a moveu 
cuidadosamente, colocando-a para permitir que Drago pudesse tambm abra-la, sua mo foi para cima, afagando-se sobre sua suave bochecha. Ela ele adorava. Obtinha 
todo aquilo do que lhes tinha acusado a ele e Drago. Hipnotizava-os, olhando fixamente para cima, curiosa temerosa, meio inocente, meio, toda uma mulher.  
         - Tenho fome por voc - , ele sussurrou.   - Do momento meus olhos tocaram os teus, eu tive fome, Brianna, de maneiras que no poderia nunca saber - . Ele 
olhou sua garganta tragar firmemente, sua lngua que se movia para umedecer seus lbios. Essa pequena ao fez a seu membro se movesse bruscamente cheio de necessidade. 
Ele quereria que ela lambesse com os lbios, seu corpo. Doce Matriarca, ela o destrua. 
        
        
        Captulo Sete 
        
        
         Brianna desejou lutar. Estava desesperada e imvel pelas sensaes espantosas, que se originavam dentro de seu prprio corpo.  Aterrorizada pelo que os 
contos Elspeth lhe haviam dito sobre esta carncia de autodomnio. No poderia se separar-se dele.  No podia ordenar a sua voz que o negasse.  Olhou fixamente nesses 
brilhantes olhos verdes, abafando-se no calor sensual, ertico que a rodeava.  
         - Aterroriza-me - , ela sussurrou fraco quando seu polegar sussurrou sobre seus lbios.  Ela no poderia negar-se ao gosto dele. Sua lngua esfregou ligeiramente 
a ponta de seu polegar, uma certa parte travessa dela desfrutou de seu gemido masculino spero.  
         - Desejo somente seu favor - , Ele disse, com sua voz baixa, escura com uma promessa sensual.  - Ns, Brianna. Desejamos somente seu favor - . Ela sentia 
a Drago detrs, seus olhos se exageraram quando os lbios masculinos quentes esfregaram ligeiramente sobre seu ombro.  Tremeu, com o corpo, ardendo enquanto que 
se sacudia de sua presa.  
         - Lasan - . Ela agarrou seus braos firmemente, lutando por estar em piei constantemente com o medo ondulando em seus sentidos.  
         -  fcil, Brianna - .  Ele a estabilizou, sustentando-a perto enquanto que Drago repetia sua carcia sussurrada ao longo de seu outro ombro.  - No lhe 
faremos mal, preciosa. Ns nunca lhe machucaramos.  S permite estar a seu lado, Brianna.  Isso  todo.  Apenas alguns momentos roubados de seu tempo - .  Ela afundou 
um pouco as unhas em seus braos lutando, tanto consigo mesma como eles. No poderia sucumbir, gritou  silenciosamente. Destruiriam-na. lhe roubando vontade e depois 
sua vida.  
         - OH, Matriarca - , gritou sem flego enquanto sentia a lngua de Drago traar uma trajetria de fogo detrs de seu ouvido. Seu corpo inteiro tremeu. O 
calor estalou em sua matriz, enquanto sentia que os ataques da umidade entre suas coxas alcanavam uma intensidade e uma necessidade que no podia negar.  
         -  natural - , Lasan gemeu, seus lbios se posaram em sua frente, quente e acalorado.  - Esta vez  para voc, Brianna. Para te assegurar que no encontrar 
nenhuma dor em nossos braos. Nenhuma razo de temor. At a noite de nossa unio... - .
         - Empurrando seus membros dentro de voc, princesa, simultaneamente.  Tomando de frente e por detrs, te partindo em dois, te rasgando como fizeram a meu 
beb...  - As palavras do Elspeth encheram repentinamente sua mente.  Ofegando, temendo agora levantar-se to duro e feroz como seu desejo de submeter, Brianna se 
separou longe deles, tropeando e afastando-se deles que a olhavam, com a confuso gravada em seus traos.  
         - Brianna? -  Lasan sussurrou seu nome cuidadosamente.  
         - Um - , ela gritou.  - Promete-o. S um de vs, e eu me submeterei  unio - . No podia negar mais tempo que desejava seu tato, isso que precisava elevava 
dentro de seu corpo uma sensao to quente e forte, mas ela sabia que no agentaria a dor que traria.  
         - Brianna, voc sabe que isso  impossvel - , Drago suspirou spero.  - No pode haver o unio exceto a que nossas naturezas ditem - .  
         - Seu natureza, no a minha - . Ela sacudiu sua cabea, negando a splica aveludada de sua voz.  - No tenho nenhum desejo de ser rasgada pelos dois.  Agora 
decidam. Um ou nenhum.  sua opo - . Ela estava estremecendo-se, tremendo tanto que seus dente quase se entrechocaban penosamente. Lasan parecia confuso, mas Drago, 
maldito fosse sua pele, ele sorriu zombador, cheio de conhecimento.  
         - No aceitamos nenhum termo - , disse suavemente, prometedoramente.  - No, Brianna.  Ns dois. Juntos - .  
         -  Rechao-o - .  Ela desejou apagar a confiana de sua face. -No manda em mim, Drago. No te terei - .  
         - Mandar em voc? -   Ele avermelhou de frustrao.  - Parece-me que  seu quem tenta ditar  natureza. No pode fazer isto, Brianna. Esta no  seu opo, 
nem a nossa. nos unamos. Juntos - .  A arrogncia completa em sua voz era muito difcil de agentar.  
         - Veremos sobre isso - . Ela separou bruscamente seu cabelo sobre seu ombro, lhes fazendo frente furiosamente. -Se descartarmos a violao, no tem nenhuma 
opo.  Nego-lhes, Lasan e Drago, e seu jogo.  No haver unio - .  antes de que pudessem neg-lo, antes de que pudessem alcan-la e arrast-la novamente dentro 
do labirinto do prazer e de sensaes que ameaavam destruindo-a, Brianna se moveu. girou-se, movendo-se rapidamente atravs dos jardins, quase correndo em sua tentativa 
de escapar, no s dos magos, mas tambm de suas prprias necessidades. 
        * * * * *
         - Bem, vejo que levaste o assunto maravilhosamente - . Garron se materializou no espao que Brianna tinha ocupado previamente, olhando fixamente os magos 
gmeos com superioridade desde sua altura.  - No te disse que ela no se inclinaria to facilmente como predisse? Drago estreitou seus olhos na besta.  Ele teria 
enviado uma exploso de magia que colocaria ao grande drago a seus joelhos, mas sabia que tal movimento era j ineficaz. Drago o tinha tentado uma vez j, s para 
sofrer sua zombadora diverso.  
         - Drago,  uma ameaa - , Lasan suspirou.  - O que aconteceu? Durante um momento sua energia esteve alinhada perfeitamente com as nossas, momentos depois, 
foi como se nunca o tivesse estado - .  
         - Ela no  uma de suas fmeas humanas fracos de joelhos e impaciente - , o drago bufou, ganhando um fulgor escuro de Drago  - Surpreende-me que sua raa 
tenha sobrevivido durante sculos - , Garron continuou com um borde da incredulidade em sua voz. -No pode assalt-la... - 
         - Sua energia se est manifestando - , Drago grunhiu energicamente.  - No podemos esperar muito mais tempo. Se ela passar seu nvel mximo de energia sem 
produzi-la unio, perder-se todo - . O enlace  muito importante, imperativo realmente, para a felicidade futura das unidades de gmeos magos e da bruxa.  Este 
foi o engano que seus antepassados cometeram. A unio antes ou depois do ponto culminante da energia feminina. A antecipao, e uma carncia de controle no lhes 
tinham feito ganhar a no ser a separao que agora expor o planeta inteiro.  
         - Assustem, e se separar - , Garron lhes advertiu.   - Ela tem medo e est muito prxima  histeria.  a primeira Consorte em mil anos para os magos gmeos, 
tenham pelo menos a pacincia necessria para calibrar seus passos - .  Seu tom para dar uma conferncia lhes indicou que parecia acreditar que estava falando com 
crianas. Lasan arqueou uma sobrancelha quando lhe jogou uma olhada a Drago, descobrindo um olhar de irritao na face de seu irmo.  
         - Os drages leitores do pensamento esto supostamente extintos - , Drago disse com controle e os lbios apertados.  Lasan se encolheu de ombros.  
         - Pelo menos agora sabemos porqu morreram provavelmente. Digo que os assassinaram de desespero.  
         - Uma presena to irritante inspiraria aos magos do Sentinela  matana - .  Garron disse com desprezo.  Apenas to rapidamente como tinha chegado, foi 
de novo.  Lasan suspirou.  
         - Talvez amanh ela ser mais amvel a nossa presena - , disse a seu irmo com fadiga.  Drago bufou, um som muito similar ao do drago.  
         - Podemos esperar, de todas formas, -  ele grunhiu.  
         - Aye, Lasan conveio, embora ele pensava que tinha pouco sentido o perder o tempo com esse esforo.   - Podemos esperar definitivamente - . 
        
        
        Captulo Oito
        
        
          manh seguinte, Brianna se moveu cuidadosamente atravs dos corredores do castelo, para um colocado de observao cuidadosamente para evitar os magos 
gmeos.  No  que o lugar tivesse importncia para eles, pensou irritvel.  Seu lar se converteu em um santurio para esses vares grandes, poderosos em magia que 
no tinham nada melhor fazer que acossar s inocentes bruxas que Vivian dentro de seus corredores.  
        Era repugnante, olhar eles adorar e enfeitiar a suas primos e amigos.  Os muito tolos no pareciam ter um s pensamento em suas cabeas. Rendo e rendo nervosamente 
e parecendo cmodos e relaxados ao abrigo de dois corpos masculinos que os diminuam, resguardando-os.  
        Deu volta  esquina rapidamente para as escadas dos criados enquanto que ouvia umas pegadas pesadas, resolvidas que percorriam o corredor sobre ela. As escadas 
eram estreitas, mais escarpadas que as usadas mais usualmente. No lhe importava, disse-se enquanto que se dirigia cuidadosamente baixando por elas. 
         Todo que importava era evitar a certo mago obstinado e encontrar apenas um momento de paz para acalmar seus nervos.  No importava aonde se dirigisse agora, 
parecia que esses malditos gmeos da Veraga a esperavam. Tinha passado largas horas, tensas evitando seu contato e suas exigncias. No  que dissessem muito, mas 
seus olhos, e suas expresses o diziam todo.  Estavam determinados a reclam-la.  E ela estava tambm justamente determinada a frustr-los.  
        A rea da cozinha estava ocupada, apressando-se com os cozinheiros e quo criadas preparavam o prximo jantar.  Emprestaram-lhe pouca ateno enquanto se 
movia rapidamente atravs da grande residncia, depois saiu para a porta que conduzia fora. O sol era um crculo quente, de dourado no cu, brilhando  e acariciando-a 
com uma carcia quente que lhe recordou muito bem ao tato dos magos.  
         - Malditos homens, ela os amaldioou outra vez.  alisou-se as dobras de seu vestido verde esmeralda sobre seu estmago, s ento se deu conta de como de 
similar em cor era aos olhos do Lasan.  Ela tinha rechaado vrios de seus vestidos preferidos essa manh pelo simples feito de que eram da cor dos olhos de Drago. 
Queimaria cada vestido azul e verde que possusse, jurou-se.  
        O tecido suave, que se agarrava em seu lugar por um s tirante no ombro, deixando seu outro ombro nu.  Afagando-se em seu seios firmes e baixando em uma 
cascata a seus ps.  Uma corda de dourado limitava o tecido em sua cintura por apenas debaixo de seu seios, dando a sua cintura um aspecto delicado.  Infelizmente, 
a simples suavidade do material acariciava sua pele. A pele tambm sensibilizada, muito meigamente como para que tal carcia fosse cmoda. Seus mamilos eram pequenos 
pontos moldados, duros que doam por sua ateno. Seu seios estavam inchados, e a carne entre suas coxas doa. Ela estava suavizada e molhada ali, os lbios de seu 
sexo estavam inchados, quentes.  Seus clitris era uma dor, inteligente para conduzir a  distrao. Se ela no encontrava alvio logo, expiraria da necessidade. 
        Procurou um lugar abrigado, uma rea fresca dentro dos jardins para acalmar-se, internando-se mais e mais profundamente atravs dos grossos arbustos, vibrantes 
e das rvores baixas que criavam um refgio de aromas relaxantes e de caramanches aprazveis criados para sossegar a alma.  Enquanto se movia mais profundamente 
nas sombras uma repentina sensao de ser observada comeou a ench-la.  
        Brianna se deteve brevemente, franzindo o cenho.  Drago e Lasan se teriam mostrado agora. No se ocultariam e no tentariam assust-la. Eram muito visveis 
para tais manobras. Enquanto que se deu volta de novo para a segurana da rea mais limpa, parou-se com repentino medo.  Ante ela, trs vares humanos estavam em 
p. Suas expresses eram escuras, ameaadores.  Brianna tragou saliva.  Ela no possua ainda o controle completo do uso de seu poder, e tinha poucas defesas contra 
eles.  
         - Est proibido entrar dentro destes jardins - , ela lhes informou, lutando para ocultar seu nervosismo.  
        O lder evidente, o maior dos trs, disse com desprezo em sua declarao.  
         - Aos Seculares se nos prohbe estar em muitos lugares, princesa.  Isso no nos deteve antes - .  
        O terror aoitou a Brianna.  Os insultos cruis, a escurido, os olhos malvolos e os corpos tensos grandes lhe asseguraram que eram uma ameaa.  A adaga 
que o lder sustentava em seu punho apertado somente acentuou este perigo.  
         - Como conseguistes entrar aqui? - .  Ela caminhou para trs, sabendo que nunca poderia escapar deles.  A fria trovejou em seu interior.  Os Seculares 
tinham matado a seu pai quando ela era somente uma criana.  Eram uns animais que se ocultavam  espera, matando no secreto, nunca fazendo frente a quo guerreiros 
lutavam pela paz dentro de sua terra.  
        Brianna sabia agora que suas esperanas de que os tivessem derrotado nessas batalhas depois de que a morte de seu pai eram infundadas.  Deveria ter emprestado 
mais ateno s advertncias de sua me de que cresciam em poder e nmero.  Mas no o tinha feito, assim que ela teria que pactuar sua unio sem lutar.  Ela tremeu, 
de medo e pelas auto recriminaes que se elevaram em seu interior.  
         - Temos nossas maneiras de conseguir o que desejamos - , o lder lhe assegurou quando os outros dois interromperam lentamente, movendo-se de sua posio 
ao lado dela.  
        Ela agora respirava fatigosamente, lutando para tomar ar com a raiva crescendo em seu interior. Um calor branco ardente, que comeou a chamuscar seu crebro, 
pulsando atravs de seu corpo enquanto que ela murmurava os poucos encantamentos de amparo que sabia.  
        Suas energias eram to frgeis.  At que ela alcanasse sua maturidade, at que chegasse ao ponto culminante de sua energia em seu interior, at esse momento 
estava pouco mais que desamparada em frente do perigo. Onde estavam Drago e Lasan quando ela os necessitava? Amaldioou amargamente. Malditos magos. Acossavam-na 
quando pedia paz, e agora que eram necessrios no estavam nenhum lugar.  
         - No pode fugir - .  O bruto riu dela, sacudindo sua cabea  medida que ela continuou movendo-se para trs longe deles.  A adaga se levantou, os dois 
que vinham a seu lado estreitaram seus olhos enquanto seus corpos que retesavam para atacar.  
         - Morrero por isso - , ela lhes assegurou amargamente.  
         - Voc no te escapar - . A risada, baixa e maligna foi sua resposta antes de que carregassem.  
         - Drago! -   Ela gritou o nome do nico guerreiro que ela sabia o bastante feroz e selvagem para defend-la. Onde pelas duas luas estava ele agora que o 
necessitava?  
        * * * * *
         - Drago!  Sua voz gritou nas mentes de Drago e do Lasan. Cheia de Terror, sua energia e vermelha pelo sangue, a energia de sua raiva e de seu desespero. 
No se detiveram para falar, para advertir ou para ordenar.  Enviaram simultaneamente a chamada aos protetores do Sentinela enquanto corriam pelo corredor principal 
do castelo, ignorando ao correr as perguntas da rainha e da princesa Serena.  
        Correram atravs do castelo, seguindo os remanescentes de dor, o enlace mgico que ela tinha criado em uma exploso do medo. O terror atingiu atravs de 
seus corpos. E se no chegavam a tempo? Poderiam sentir sua fora vital, mantendo-se constantemente, desesperada-se, ento em um flash, brutal e frio, seus gritos 
se desesperados foram silenciados. Drago era consciente de seu grito quando correu pelos jardins traseiros.  
        O eco de um grito feroz, selvagem do drago vibrou no permetro, subministrando de mais estmulo a sua necessidade correr ainda mais. Garron estava raivoso. 
ouviram-se gritos, mas no eram gritos de medo de uma mulher.  Eram gritos masculinos de dor que se escutaram sob os selvagens gritos de guerra do drago que atingiam 
a terra.  
         - Assegurem a rea - , Drago gritou aos protetores do Sentinela quando convergiram ao redor dele.   - Ningum deve entrar, ningum  - .  Ele e Lasan correram 
atravs do bosque, lutando por encontrar a rota mais rpida por onde sabiam que estaria Brianna.  
        A energia ardente atravessou seus corpos, o chiado do ar se encheu com raios de energia de cor verde esmeralda e azul cor safira enquanto que um grito final 
se apagava em silncio. Enquanto que Drago corria ao redor da ltima curva ingnor ao furioso drago, seus olhos foram de um lugar a outro  forma frgil, queda 
de seu Consorte.  
         - Brianna! - , ele gritou seu nome enquanto que caiu de joelhos ao lado dela, no emprestando a penas ateno s garras empapados sangue dos ps do drago 
situado ao lado dele. Ela se agarrava a pata do drago, o sangue estragava sua frente e um lado de sua face, uma raia vertical desigual cortava seu peito.  
        Doces e compassivos Sentinelas, tinham tentado lhe arrancar o corao de seu peito.  Ela respirou. Seu peito se moveu, um gemido soou desde seus lbios. 
Drago rasgou camisa de seu corpo em um s movimento, enfaixando a ferida, suas mos se estremeciam, o medo troava atravs de seu corpo enquanto as aurolas verdes 
e azuis delas e da magia do Lasan se envolviam ao redor dela.  
         - As piscinas de prata lquida - , a voz do Garron era imperativa, selvagem ordenando quando Drago a levantou em seus braos, vindo a seus ps com uma sozinha 
ideia.  
         - Onde esto? -  gritou Drago, olhando fixamente para acima  boca manchado sangue e os dentes agudos do furioso drago.  
         - te agarre a mim, ns Vamos viajar pelas sombras - .  No havia tempo para discutir o tema.  As piscinas de prata lquidas eram magia dos deuses e no 
havia nada nem ningum que pudesse cur-la mais rapidamente. Em segundos, estavam profundamente situados debaixo das vsceras do castelo, em uma grande gruta cheia 
de gemas multicoloridos e de pedras preciosas.  
        Drago e Lasan quase no notaram o brilho da luz de prata que refletia ao longo das paredes e do teto enquanto tiravam rapidamente o vestido da Brianna. Depois 
veio sua prpria roupa, rpida, furiosamente, no perdendo tempo por tomar cuidado de se as costuras se rasgavam ou se saltavam os botes.  O tempo agora era vital. 
A ferida desigual drenava constantemente sua fora vital, fazendo-a mais fraco a cada segundo.  
        Em pouco tempo, Drago se metia cuidadosamente na piscina, lutando contra o prazer incrvel que comeou a rode-lo quanto mais longe se inundava nela.  Lasan 
transportava a Brianna em seus braos, estendendo-lhe rapidamente.  Nenhum dos dois magos estava preparado p para a onda incrvel de energia e de prazer que se 
envolveu a seu redor.  
        Brianna gemeu enquanto que a inundavam no lquido suavemente que se formava redemoinhos.  Sua cabea caiu detrs no ombro de Drago, ela sentiu os braos 
frouxos a seu lado quando a inundaram at seu pescoo, rogando por que a tivessem encontrado a tempo. 
        
        
        Captulo Nove
        
        
          - Drago? Est ela bem? -  A rainha Amoria e as duas princesas tinham entrado na gruta sem que se dessem conta.  To atentos estavam ao estado da Brianna, 
que no se deram conta do desaparecimento e posterior reaparecimento do drago com as mulheres.  
         - Ela vive - , Lasan alisou sua parte posterior do cabelo de sua face, afagando o lquido inundando em sua mo e gotejando-o sobre a ferida apenas dentro 
de sua ferida.  Ela gemeu, sua cabea se separou longe dele quando o lquido se aderiu ao corte desigual, selando-o e fechando-o, e  ento trabalhando para reparar 
o mal feito.  - Garron destruiu a assaltantes - .  A rainha Amoria se levantou sobre  seus ps e comeou a caminhar para o  borda mais longnquo da gruta.  
         - No havia ningum para perguntar - .  
         - Os drages nunca no se conheceram por ser gnios - .  Lasan minimizou o problema. Haveria outros para perguntar logo.  Os protetores do Sentinela eram 
capazes de contatar com as mentes mais malvadas e extrair a informao necessitada. Encontrariam a qualquer traidor que ainda se atrasasse dentro do castelo.  Ento, 
Lasan e Drago ambos o juraram, pagariam sua traio.  
         - Mataram a meu homem, ao pai de minhas crianas - .  A voz da rainha fazia ao Lasan olh-la cuidadosamente, compasivamente.  - tentei advertir a minha 
gente de que no os derrotamos faz anos.  Mas continuaram acreditando que nossa debilitada energia nos protegeria - . O pesar e a preocupao encheram sua voz.  
         - Reina Amoria, todo Sentmar se est debilitando em energia - , Lasan lhe disse ferozmente.  - Advertimo-lhes que isto. Os anis de magia ao redor de nossas 
luas deveriam haver o advertido faz dcadas. Se isto continuar a separao expe a todos - . Ele estava informado das princesas que se alinhavam com sua me, estando 
parada tranqilo e silencioso, uma presena bvia se ela os necessitava.  
         - Teria preferido que fosse a opo da Brianna a de ser um Consorte do amor.  E que no fosse forada a ser um Consorte do poder - , ela disse triste.  
- tenho as velhas escrituras, magos. A prova que Cauldaran e Covenani comearam a escolher Consortes por razes de poder mais que de amor. Que no emprestaram ateno 
s leis de unio, e que isso no trouxe o afeto, nem o respeito a seus lares - .  Ela se deu volta de novo para ele, seus olhos estavam preocupados escuros suas 
sobrancelhas franzidas.   - teria desejado mais que isso para minha filha - .  
         - acatamos as leis de unio - , Drago lhe recordou asperamente.   - A partir do momento nos inclinamos ante dela, ao servio de sua energia, observamos 
todas as normas dos magos do Sentinela e as exigncias das bruxa de Matriarca.  Ela  uma parte de ns, de reina Amoria, em corao e alma - .  Amoria os olhou, 
ento seus olhos movidos a sua filha.  Brianna agora estava relaxada dentro dos braos de Drago, no consciente ainda, mas respirando com mais facilidade, um rubor 
suave cobria seus mas do rosto, onde antes faz minutos, sua face tinha estado mortalmente plida.  
         - Os magos gmeos conhecem o outro uso que os deuses nos deram para as piscinas da energia? -   lhe perguntou seria.  Inalaram asperamente. Conheciam bem 
o outro uso. Sabiam bem que isto aceleraria a energia dentro da Brianna, provocando a prxima unio muito mais logo do que tinham pensado. Tambm aumentaria seu 
prazer, sua necessidade natural e o desejo por eles at os nveis que foram uma vez utilizados como pouco mais que desculpa para as orgias reais antes da separao 
das raas.  
         - Reina Amoria, sua filha saber sempre de nosso respeito, e de nosso cuidado - , Drago lhe prometeu.  - Mas para assegurar isto, seria uma boa idia que 
voc e suas filhas se fossem, para que possamos nos desprender de seu aperto luxurioso - .  Brianna gemeu, uma suavidade, som decididamente agradvel enquanto que 
Lasan a sentia o mover-se contra a ereo crescente que consolidou entre as coxas de Drago. Lasan admitiu que sua prpria ereo agora estava quase ao mximo. As 
princesas avermelharam de vergonha, embora a rainha Amoria somente colocou em alvo seus olhos com exasperao.  
         - Aguardarei-lhes em sua residncia - .  Ela indicou mayestticamente a suas filhas e se transladou rapidamente  soleira de pedra arqueado atravs do gruta. 
         - No apreciava sua fora - , Drago gemeu ento sentindo como seu membro se movia contra as brandas ndegas da Brianna.  - Tinha que ter sabido o que me 
aguardava, penso que me teria sentado no borda e que simplesmente a tinha submerso dentro - .  Lasan da borda, no pde resistir o afagar de sua bochecha suavemente 
e colocar de um beijo suave ao longo da curva de seus lbios.  
         - nos demos pressa - , gemeu.  - antes de que percamos o pouco controle que temos e provemos de uma vez por todas que nossa fome  maior que nossa honra 
- . Moveram-se rapidamente da piscina e envolveram o corpo da Brianna rapidamente em uma toalha grande antes de vesti-la e de lev-la a sua residncia.  Colocaram-na 
suavemente em sua cama, aos cuidados de sua me e irms.  
        Como um s, Drago e Lasan foram rapidamente aonde o Sentinela guarda os esperava.  
         - Algum teve que deixar entrar nos Seculares nos jardins vigiados.  No teriam podido vir acontecendo por cima as paredes, porque os mochos de neve se 
elevariam, e no houve nenhum alarme de intrusos nessa rea, o que significa que h um traidor dentro do mesmo castelo. 
         
        
        Captulo Dez
        
        
         No havia rastro de traidores dentro ou fora do castelo. A confuso reinou depois do ataque contra Brianna, e face aos esforos de busca, ou  explorao 
das mentes dos seres humanos por parte dos protetores do Sentinela mostrou qualquer evidncia.  
        O saber que ela agora era um alvo para os Seculares somente determinou mais  a Drago e ao Lasan para lhe convencer a que conviesse  unio. O ponto culminante 
em sua energia podia chegar em qualquer momento.  A pequena quantidade de tempo que ela tinha passado dentro das piscinas de prata lquida mostrava j seu efeito. 
        Lasan a seguiu lentamente enquanto que voltava para os jardins, embora ela no se aventurou muito profundamente esta vez.  Estava em p debaixo de uma rvore 
baixa, sobressalente e olhando fixamente a rea escura onde a tinham atacado.  Vestida com um vestido longo da cor do amanhecer, ela era como um farol brilhante, 
uma promessa de paixo e calor. Seu longo, cabelo de cor vermelha - dourado acariciava seus quadris, brilhando  luz das luas, e tentando a seu tato como poucas 
outras coisas o tinham feito.  
         - Deveria descansar - .  
        Ele caminhou cuidadosamente detrs dela, informado de Drago que esperava, no muito pacientemente, no isolamento escuro de sua residncia.  Suas paixes 
agora estavam aumentadas tambm, devido a seu tempo submerso no lquido dos deuses. O calor chamuscava seu lombo, lhe atormentando com suas necessidades e a sensao 
recordada de seu corpo. A impacincia afiava suas emoes at o ponto que inclusive Lasan comeava a sentir a presso.  
         - J descansei o bastante - .  Os elegantes ombros se levantaram em um negligente encolhimento.  - Estou cansada de descansar, e estou cansada de ser espiada 
por cima do ombro.  No aparea assim sobre mim, Lasan - .  Ela no se girou de novo para o olhar dele. Sua voz era controlada, seu tom tambm, mas ele poderia ouvir 
a confuso de sua excitao e o desequilbrio que a enchiam.  Sua energia aumentava.  Ele caminhou para ela, colocando suas mos contra o calor dos ombros dela e 
sentindo como o pequeno tremor de reao se ondulava sobre seu corpo.  
         - Brianna - , ele sussurrou, lhe dando volta para ele.  A luxria se fechou de repente em seu lombo, agitando seu membro, endurecido j de necessidade, 
com um palpitar doloroso. Sua face estava avermelhada, seus olhos violetas escuros de prazer. Seu seios estavam inchados e se elevavam e caam rapidamente, os mamilos 
embaraosamente, dilatados e urgentes desejosos contra o pano de seu vestido.  Ela se lambeu os lbios e ele desejou gemer.  
         - Tem a menor ideia - , ele disse spero,  - de quanto lhe necessitamos? - .
         - Pelos deuses, a vamos de novo com esse ns - , ela avermelhou furiosamente, olhando-o fixamente como se de algum jeito a tivesse ofendido mortalmente. 
         - No vos desejo, Lasan. E o que h sobre voc? O que  o que voc deseja? O que ter que Drago deseje e que voc no o faa? -   Seu desafio aoitou ligeiramente 
os fogos do Lasan com a idia de um pensamento somente de Drago.  
         - Ela tentaria  pacincia de um Sentinela de mago. Drago amaldioou. Um mago do Sentinela era o mais poderoso, reverenciado pela maioria da gente.  
        Lasan apertou seu queixo convindo silenciosamente com seu irmo. Seu corpo se queimava por ela, seu corao doa por lev-la dentro de seu castelo, e estir-la 
sobre a cama que tinha sido feita especialmente para compartilh-la com eles.  
         - Ento desejo te tocar, Brianna - , ele a acalmou, ante o movimento de sua mo sobre seu brao nu.  - passou perto de um ano desde que permitiu que provasse 
seu doce beijo - . Ela se separou bruscamente ante a lembrana do corpo do Lasan endurecido. Sua boca na sua, suas mos sustentando-a perto quando os lbios de Drago 
se posavam como plumas sobre seus ombros, seu pescoo.  Ela tinha sido selvagem com a necessidade, com seus quadris pressionando contra ele, com o monto gordinho 
de seu sexo esfregando-se com indeciso contra sua ereo.  
        Sua cabea baixou quando ele recordou seu beijo, e como sua lngua se enredou timidamente com a sua. Seus lbios delinearam os seu e ele gemeu sua necessidade 
quando ela se abriu a ele, aparentemente to impotente no aperto de sua luxria como o era ele.  
        Desejou envolver-se ao redor dele. dele, Drago e Brianna.  Era um calor como nada que tivesse conhecido em sua vida, uma fome que despiu quase seu controle 
quando a moveu mais apertadamente contra seu corpo, suas mos arrastavam seu vestido em cima de suas pernas finas, at que ele pudesse acariciar o suave cetim de 
suas coxas.  
         - Lasan - , ela gritou seu nome enquanto que sua mo curvou ao redor das dobras quentes, suavizados de seu sexo. Ela estava molhada, com seus sucos fluindo 
ao longo dos cachos delicados e deixando-o faminto por seu gosto.  Seu dedo provou o passo doce, suavizado de sua vagina.  
         - Pela barra do Sentinela, ela era to apertada.  Ela agarrou seu dedo com o fogo e a paixo cremosa.  
         - Vem nossa residncia - , Ele grunhiu, apertando suas polegadas escassas urgentes de dedo no passo molhado, de seda, seu membro se apertava, assim que 
a dor era arduamente fsico agora.   - Por favor, Brianna, nos deixe te demonstrar quanto lhe necessitamos - .  
        Ela retesou em seus braos, um gemido estrangulado de rechao escapou de sua garganta enquanto que agora lutou por estar livre de sua presa.  Lasan a deixou 
ir, apesar de Drago que silenciosamente, protestava sua maldio.  Ele a olhou com os olhos estreitados, sentindo seu calor, vendo a pequena passagem trair a necessidade 
que atacava sobre seu corpo. 
         - Ns? -   Ela sacudiu sua cabea, movendo para trs rapidamente longe dele.  - No. Nenhum ns. Voc, Lasan. S voc - . Ele empurrou seus dedos impacientemente 
atravs de seu cabelo.  
         - Brianna, no h Lasan s - , ele gemeu impacientemente, seu corpo palpitava cheio de necessidade.  -Nunca o haver, especialmente no no que a voc se 
refere.  Estamos conectados, to espiritual como mentalmente. Voc ser uma Consorte de ns dois, e sabe bem - .  
         - No serei nada para voc - , ela disse asperamente.  - Nem para esse obstinado teu irmo. Estou cansada de ouvir isto sair de seus lbios.  Talvez preciso 
ouvir, s uma vez, algo que somente um de vs deseje somente - .  
         - Brianna, est sendo irracional - , ele gritou, lutando para manter a pacincia em sua face ante seu ardente desafio.  Ele desejou grunhir, que era algo 
ao que Drago era propenso, no ele.  Ele nunca grunhia.  Mas esta mulher provava sua resoluo. Sua resoluo, e sua luxria.  
         - Bem, voc no deseja nada para voc - , ela franziu o cenho para ele, suas sobrancelhas finas mostravam irritao.   - Mas o que tem que Drago?  No h 
uma coisa que ele desejaria agora e que voc no faz? -   Ele apertou seus dentes, a fria o enchia. Ela desejava empurrar sua pacincia? Ento veria que havia definitivamente 
um limite possvel para ele. Especialmente agora, quando tudo o que desejava fazer era empurrar seu membro to profunda e arduamente dentro de seu sexo apertado 
como pudesse consegui-lo.  
         - Drago deseja te jogar sobre a erva e tomar o desafio de seu corpo - , ele finalmente gritou.  - Estou comeando a estar de acordo com ele. Parece que 
de novo, nossas necessidades coincidem - .  
        Seus olhos se abriram de par em par pelo choque, ou a exaltao.  Ele no estava seguro de qual at sua mo atingiu contra sua bochecha.  Lasan controlou 
seu gesto e franziu o cenho ferozmente quando as implicaes de sua ao se fizeram evidentes.  
         - OH, deuses - , ela sussurrou, com sua face empalidecendo enquanto que se agarrava a mo ofensora contra seu peito.  
         - H tocado a um mago irm - .  Ele lutou para dissimular a diverso de sua voz e para injet-la com um tom de vaticnio.  A satisfao o encheu.  Ele nunca 
tinha pensado que seria to fcil.  Muito mais fcil de acreditou que seria, Se no teria deixado a Drago inflamar seu gnio faz meses.  
         - foi por seu culpa - .  Ela respirava spera, olhando fixamente para acima para ele agitadamente.   - No tinha nenhum direito de me falar dessa maneira 
- .  
         obvio ele no. Ele era o mais paciente dos magos e deveria ter contido seu gnio.  Mas esta oportunidade de forar a mo da pequena puta era muito boa 
para deix-la passar.  
         - Voc no tinha nenhum direito acredito eu, princesa, nenhum tema de provocao.  As leis foram criadas por uma razo. Sabe bem - . Ele tinha merecido 
a palmada, admitia-o. Mas estava proibido para qualquer fmea esbofetear ou tentar atacar a um mago gmeo,  exceo de uma Consorte. Ele poderia utiliz-lo para 
chantage-la por um contato, um beijo ... 
         - No deixar a essa bruxa sair do enredo to facilmente, Drago disse zombador.  Agora exigirei uma reunio com a rainha.  Podemos utilizar isto a nossa 
vantagem - . A impacincia de Drago atingia no Lasan com as asas da luxria.  
         - Poderia fazer mais para machucar nossa causa que por ajud-la, Lasan lhe advertiu enquanto que ele olhava a expresso da Brianna decididamente preocupada. 
         - Como podia nossa causa funcionar ser muito mais machucada?  Drago discutiu com chateio.  A pequena bruxa est determinada a nos negar.  No podemos esperar 
muito mais tempo antes de que ela chegue ao cenit de suas energias.  No podemos nos permitir atrasamos agora que ela nos ofereceu esta oportunidade.  
        Lasan notou a seu irmo sair de sua residncia rapidamente e dirigir-se para a rainha, sua expresso era uma mscara de determinao, feroz e resolvida. 
Drago agora no seria negado. Lasan suspirou pesadamente. Ele teria desejado ter Brianna outra maneira.  Teria desejado sua cooperao.  
         - O que  o que vais fazer? -   perguntou-lhe ela fracamente.  Ele poderia ver o medo em seus olhos.  
         - No te machucarei, nem me tem feito mal  - , suspirou pesadamente ele, sabendo que Drago agora estava obcecado em sua meta.   - Somente no senti a dor 
de seu golpe, Brianna.  Drago o sentiu tambm.  Mas ele no o est entendendo como eu - .
          Ele manteve sua voz sossegada, apaziguando, embora sabia que o tom suave fazia pouco por acalmar seus medos.  Poderia senti-lo espalhar-se dela em ondas, 
tremendo atravs de seu corpo enquanto que lutava por control-lo.  
         - No - . Ela agarrou seu brao, suas unhas mordendo em sua pele quando olhou fixamente para ele, seus olhos violetas enormes e brilhando com as lgrimas. 
- No o deixe me fazer mal, Lasan.  Ele o far se no o detm - . Lasan franziu o cenho, confundido pelo terror repentino que se cravava nela.  
         - Brianna, Drago nunca te faria mal - . Ele sacudiu sua cabea, levantando seu brao livre at tocar a lgrima que gotejava abaixo por sua bochecha.  - 
por que acredita algo como isso?  Ele no deseja te fazer mais de mal do que desejo faz-lo eu - . Ela agora respirava alterada, as grandes lacunas de seus olhos 
violetas se aproximavam do terror.  
         - por que me memore? -  gritou, separando-se-se bruscamente longe dele, tremendo.  - O que  o que ele est fazendo nestes momentos? Sabe - . Seus olhos 
se dilataram mais ainda.   - Ele vai falar com minha me - .  
        Lasan a sujeitou por sua cintura fina enquanto que ela comeou a lutar por se separar-se dele.  
         - No - , gritou ela, lutando contra sua presa.  - Por favor, Lasan, no lhe deixe faz-lo. Farei algo.  Por favor - .  Lasan estava tranqilo, sentia a 
pausa de Drago justo fora das residncias da rainha.  
         - O que far, Bri? -  Lasan lhe perguntou, com sua suave voz.  - Estaria ento de acordo sendo nosso Consorte? Voluntariamente? -  Ele odiou o pequeno gemido 
de medo que saiu de sua garganta. por que ela temia tanto a aliana?  Lasan no podia encontrar nenhum sentido s impresses que lhe escapavam.  Ele sentia a espera 
de Drago.  Enchia a seu irmo, em que pese a toda sua impacincia, da mesma confuso, a mesma necessidade de entender sua negao, tanto de suas necessidades como 
das suas prprias.  
         - Medos de virgem?  Drago perguntava.  Lasan no acreditava.  
         - No posso - .  Suas prprias palavras estavam cheias de uma dor indescritvel.   - Escaparei-me, Lasan. De voc e de Drago. No importa o que custe.  
No pactuarei esta aliana - . 
         
        
        
        Captulo Nove 
        
         
        No foi nenhuma surpresa para a Brianna quando os protetores entraram nos jardins para escolt-la a sua residncia com a mensagem de que sua me chamaria 
por ela quando fosse necessria sua presena. Ela olhava ao Lasan ficar atrs, vendo sua expresso fechada, seus olhos verdes esmeralda brilhantes e o desejo trovejando 
nele.  
        Ele tinha prometido que no lhe fariam mal, mas Brianna sabia melhor.  Ela sabia o que Drago e Lasan lhe fariam. Exigiriam a unio agora, e sua me no teria 
nenhuma opo a no ser forar a Brianna a ela. A lei era antiga.  Terminante.   devido s paixes e s naturezas s vezes volteis de certas consortes dos magos 
gmeos, estava proibido para qualquer fmea, com exceo de seus prpria Consortes, lhes pegar qualquer golpe.  A uma fmina, inclusive bruxa, a podia castigar severamente 
por tal crime.  Um aoite pblico era uma das mais velhas prticas.  
        Brianna conhecia seu castigo, embora Lasan e Drago agora tinham o que desejavam. Uma desculpa para empurrar a sua me a for-la a uma aliana com eles. 
Enquanto que a escoltavam atravs do corredor longo que conduzia a sua residncia, viu drago esperando, apoiado casualmente contra a parede, o olhar azul marinho 
de seus olhos estava cheia de luxria quando a olhou.  
        Ela sentia a seu corpo tremer, um estremecimento que comeava em sua coluna e um calor que enchia seu estmago, reunindo-se em seu sexo. Ele a afetava tanto 
como o fazia Lasan, apesar de seu medo a ele.  Enquanto que a porta a sua residncia se abria, os protetores caminharam a um lado, o permitir sua entrada e a Drago 
tambm para entrar.  
         - No o desejo aqui - .  Ela girou a protetores, apertando seus punhos fechados.   - esta segue sendo minha residncia.  Sigo sendo a filha da rainha.  
Quero que parta imediatamente - .  Caminharam para detrs, a porta se fechou firmemente detrs deles enquanto que Brianna olhava fixamente a grosa porta com surpresa. 
Com o choque vibrando atravs de seu sistema. Ela era consciente de Drago que a olhava silenciosamente, seu corpo grande estava muito perto, era muito perigoso. 
Estava quase em cima. Poderia senti-lo, detect-lo na parte mais profunda de sua alma. Teriam-na a sua maneira, apesar de suas objees em contra.  
         - Voc destruste minha vida, Drago Veraga - , ela sussurrou dolorosamente.   - inclusive meus prprios protetores no emprestam nenhuma ateno a minhas 
palavras, mas em troca sim s tuas - .  Ele a olhou pensativo, seus olhos azuis brilhavam detrs da protetor parcial das mechas grossas, negros. Ela poderia sentir 
realmente sua luxria, brilhando no ar ao redor dele.  
         - Foi voc quem quebrantou a lei, no eu - , recordou-lhe ele, embora ela poderia ter passado sem esse aviso.  
         - V magos importantes, fortes que so voc e seu irmo - , ela disse com desprezo para conter as lgrimas.  - Que grave ofensa lhes ofereci.  Por me atrever 
a atingir sua zombadora face em vingana por seu insulto - . Ela desejava  ter uma adaga.  Tinha pouco que perder e nada que ganhar se ela podia encontrar o valor 
para apunhalar seu corao em seu peito.  Por sorte, somente uma fria pedra estava alojada ali.  
         - Sonhas como se lhe fssemos mandar decapitar - , disse Drago zombador, sua voz era escura, rouca, cheia de luxria apesar da seriedade da situao.   
- No te disse Lasan que no sofreria nenhum mal? - .  
         - Prope-te utilizar este incidente para forar nossa unio - , lhe acusou.   - Aye, voc mago de corao negro, considero isto pior que a morte.  Se tivesse 
sabido que desejava tanto a aliana ento eu teria convencionado quando primeiro fez a oferta - .  Ela se girou para ele em sua fria.  Tudo o que ela viu foi o 
brilho frio, duro em seus olhos azuis, o molde selvagem de suas feies.  A diferena do Lasan, parecia cruel, como um escuro demnio que devia roubar sua alma. 
         - Sinto que o veja assim - , disse ele lentamente, olhando-a com cautela. -fiz-o para que pelo menos encontrasse uma medida de felicidade na aliana - . 
         - Felicidade - , ela disse zombadora, seus olhos brilharam depois das lgrimas que caam de seus olhos.   - Que felicidade podia ter?  Compartilhada por 
homens que no sabem de amor ou de doura? Sujeita ao manuseio de no s um s, mas sim de dois, roubando meu mesmos orgulho e decncia? -   O medo pulsava atravs 
de seu corpo.  
         - Desde onde tira essas estpidas idias, Brianna? -  Ele teve o impulso de rir dela.  - No somos demnios, simplesmente homens. E no  seu orgulho e 
seu decncia, meu amor, o que tenho a necessidade de possuir - .  O calor pulsou seu corpo.  encrespou-se ao redor de seu seios, na caverna de sua matriz e pulsou 
seu sexo com uma fora que quase provocou um ofego.  por que ele e Lasan lhe afetavam desta maneira? por que os deuses a tinham castigado assim? Ela estava em piei 
sacudindo-se, tremendo enquanto que lhe aproximava.  
        Era muito mais alto que ela. Seus ombros eram amplos, cobertos pela seda de sua camisa, que se remetia em sua cala apertada.  A ampla longitude de seu membro 
estava claramente delineada sob do material.  Era grosa e larga, e a excitao dela enviou uma sensao de medo atravs dela de novo.  
        Ele parou apenas tmido de pressionar contra os seios agitados dela.  Sua mo se levantou, seus dedos acariciaram seus ombros nus. A energia crepitou ao 
longo de sua pele, fazendo-a sentir-se fraco com o prazer que alagava seu sistema. Sua outra mo agarrou sua cintura, e a atraiu lentamente com ele enquanto se movia 
para trs para o borda de sua cama.  
         - No desejo isto - , ela sussurrou fracamente enquanto que ele se sentava abaixo no extremo de sua cama e a acariciava lentamente entre suas coxas estendidas. 
Ele era calor e acerada dureza. Seus dedos lhe agarraram os braos, suas coxas, pesadamente musculosos, aprisionaram os seus. Ele respirava pesadamente, seus olhos 
se obscureciam, as mechas negras grossas os sombreavam com um efeito abafadio.  
         - Seu corpo diz algo diferente, Brianna - .  Suas mos se moveram em cima de seus braos, seus olhos nunca se separavam das extremidades endurecidas de 
seu seios. Brianna sentia a penetrante debilidade que superava a seu corpo cada vez Drago ou Lasan a tocavam. Enfurecia-lhe.  Aterrorizava-lhe.  Nunca tinha conhecido 
tal reao a um homem, e no poderia suportar o pensamento de que seu corpo a trasse dessa maneira.  
         - No - , sussurrou ela quando ele se inclinou para frente.  Seus lbios se posaram em seu peito. Sua face estava avermelhada, seus lbios pesados com sensualidade. 
         - S te provar - , ele gemeu. -Juro-lhe isso, nem eu nem Lasan tomaremos at nossa noite de unio.  Mas devo lhe provar, Brianna.  Peo-te a que permita 
isto pouco - .  
         - No posso - , gritou ela, mas seu seios estavam pesados, respirava to asperamente que seus suaves mamilos, cobertos pelo tecido fino de seu vestido, 
acariciaram repentinamente seus lbios.  Suas pernas se debilitaram.  Ela se teria cado se no a tivesse obstinada contra ele, seus braos se envolveram a seu redor, 
atirando dela a ele quando sua cabea se enterrou entre os montes inchados.  
        Ele a levantou, atirando de suas coxas ao redor dele quando ela gritou  pela surpresa, forando-os a rodear seus duros quadris.  Seu vestido escorregou ao 
longo da parte superior de suas pernas quando a sentou sobre suas coxas.  
        Seu membro agora estava embalado entre suas coxas, pressionando asperamente atravs dela para queimar os lbios suaves de seu sexo.  As mos da Brianna apertaram 
seus ombros, suas unhas pressionavam profundamente enquanto que ela lutou por manter sua prudncia.  Sua vagina pulsou, derramando o calor suave de seu corpo na 
longitude ardente de sua ereo.  
         - O que me est fazendo?  Enfeitia-me.  Voc e Lasan me destruiro - , ela gritou, sua cabea caiu para detrs enquanto sentia seus lbios em seu ombro 
nu, movendo-se com uma sensao de fogo sobre seu peito.  
         - Daremo-lhe prazer - , ele negou sua coao, sua voz soava escura e palpitante com sua sexualidade.   - Estou-te demonstrando, Brianna, porqu no podemos 
permitir que negue esta aliana.  Demonstrarei-te porqu no podemos estar mais tempo longe de voc - .  Os laos nos ombros dela foram soltos, permitindo que o 
tecido escorregasse at sua cintura enquanto que Brianna ofegava com medo misturado e agudo desejo.  
        Seu seios estavam inchados inclinados com os mamilos duros, rosados. O inchao das pontas a mortificava, mas parecia fascinar a Drago. Ela se sacudiu com 
uma febre de emoes que estavam em conflito quando sua cabea baixou.  Ento se arqueou sobre a ajuda de seu brao para detrs, seu lamento era de prazer agudo, 
doloroso enquanto que seus lbios cobriam um mamilo necessitado. 
        Ele era ambicioso, voraz em sua fome. amamentou-se nela com puxes duros, profundos de sua boca, fazendo crepitar arcos de relmpagos de seu peito a seu 
sexo enquanto que pressionava seu membro mais fortemente contra ela. Sua lngua aoitou a suave carne, depois se encrespou ao redor dela, esfregando-a ligeiramente. 
        Brianna gritou, seus dedos foram s mechas excessivamente longos de seu cabelo negro quando ela agarrou sua cabea, lutando para recuperar sua prudncia 
em meio de uma marejada de sensaes to intensas que se sentia consumida por elas.  No tinha o controle de seu prprio corpo.  Seus quadris se arqueavam contra 
a longitude de seu membro quando a pressionou em seus clitris. Ela se esfregou contra ele, apertando suas coxas com o prazer que rasgava atravs de seu corpo.  
         - Poderia viver o resto de meus dias e nunca conhecer outra vez um prazer como o que seu corpo me d - , Drago gemeu arrastando seus lbios longe de seu 
mamilo, seu brao atrs dela a atraiu mais perto a sua cabea levantada para permitir que seus lbios acariciassem sua bochecha.  - Sente como estou por t, Brianna. 
Quanto te necessito - .  
         - Voc me destruir - , gritou ela, embora seu corpo agora tinha uma vontade prpria, e pedia mais dessas ardentes carcias.  
         - Desejas o prazer, Brianna - , Tentamo-lhe. passaram milnios desde que o Covenani permitiu uma aliana entre nossas duas raas. tiveram mil anos nos quais 
esquecer do prazer que suas mulheres encontraram nos braos de nossos magos. Milnios de desespero e de procurar pela sobrevivncia de nossa raa.  No permitirei 
que seja se separada do Lasan e de mim tambm - .  
        Brianna tremeu quando seus lbios acariciaram os seus, olhando fixamente para cima com deslumbrada fascinao enquanto que o calor chamuscava seus lbios, 
fazendo-a estremecer-se e elevar-se buscando seu beijo.  
         - No desejo ser compartilhada - . Assustava-lhe a unio. Desconhecido-o e os rumores estendidos sobre a dor e  a agonia a aterravam especialmente.  
         - Seus medos so lhes embainhem, Brianna - , Ele suspirou contra seus lbios.  Ela ofegou enquanto que ele esfregava ligeiramente sua lngua sobre eles 
com um varrido lento, mido.  - Somos duas partes de um conjunto, Lasan e eu. Ns no lhe daremos nada exceto prazer - .  No lhe deu nenhum tempo para negar sua 
exigncia.  Sua lngua lhe separou os lbios e varreu nos limites midos de sua boca com um movimento forte, intenso.  
        Brianna se arqueou em xtase como por uma sacudida eltrica.  Seu beijo era quente, carnal, separando-se a um lado todo pensamento quando seus mamilos roaram 
o fino material de sua camisa e lhe ensinou uma maneira de beijar que ela nunca tinha conhecido. Ele brincou com sua lngua acoplando-se com a sua, esfregando-a 
ligeiramente, tentando-a para imit-lo timidamente at que lhe ensinou com puxes repousados de sua boca como aspirar na extenso sensvel.  
        Ela seguiu seu exemplo, agora moderado com o prazer. Uma mo estava afagada sobre seu peito, seus dedos beliscavam em seu mamilo, raspando-a, fazendo-a arquear-se 
mais perto e pedir mais.  
         - Basta - , gemeu ele repentinamente enquanto se separava longe dela.  - No posso tomar agora. No  o momento, Brianna - .  Ele a olhou fixamente, seus 
olhos brilhavam de luxria enquanto que sustentava seus quadris e pressionava seu membro mais duramente contra ela.  Brianna sentia seu inchao e a umidade nos lbios 
encher com excessiva efuso sua vagina apertada.  Brianna ficou sem respirao.  Parecia no haver bastante ire nos limites do residncia enquanto ela lutava por 
sua prudncia.  
         - por que? -  sussurrou ela. -por que no pode agora tomar ? -Seus olhos brilhavam com o pensamento.  
         - No posso, Brianna, sem a presena tambm do Lasan. Nossa primeira unio deve ser juntos.  Voc  o corao sem o que estivemos todos os anos de nossa 
realidade de nossas vidas - As palavras salpicaram sobre ela como gotas de gua fria.  
         - No - . Ela sacudiu sua cabea desesperadamente.  - Voc deve tomar por separado, Drago. No me oporei  unio.  Entrarei nela de forma pacfica se me 
jurar isso.  No tomarem juntos - . O medo era um demnio em seu interior. encrespava-se atravs de seu corpo, esfriando a paixo que tinha trovejado atravs dela 
segundos antes.  Drago a olhou fixamente com surpresa.  
         - Esta  a razo pela que voc negaste a nossa exigncia durante estes ltimos trs anos? -   lhe perguntou spero.  
         - Voc me machucar. Sabe - , ela gritou, lutando para se separar-se de seus braos.   - Pensa que no ouvi os rumores, e que no sei das mulheres foram 
partidas pela metade? -   
        Ele deixou ir, mas Brianna viu o choque e o borda de clera que enchia sua expresso.  Ela se colocou precipitadamente as roupas, olhando-o recelosamente 
enquanto que ele a olhava com fixidez.  
         - Tanto que em vez de vir ao Lasan ou a mim e falar sobre seus medos,  preferiu escutar rumores? -   perguntou-lhe cuidadosamente.  
         - O Covenani se separou de seus homens devido  dor e a tortura do acoplamento. Todo o Covenani sabe isto - , ela gritou.  - No tenho nenhum desejo de 
ser um sacrifcio a seus desejos artificiais - .  Seus olhos estreitaram e seu corpo se arrepiou de fria.  
        Brianna sabia que eram seus medos agora os que a empurravam, no seus desejos, mas no tinha nenhum controle sobre as imagens de selvageria e de violncia 
sobre as que ela tinha ouvido falar durante anos. Drago a olhou atentamente, seus olhos azuis se obscureciam, sua face estava fria, furiosa.  
         - Voc empurraria a um homem  violncia, mulher - , grunhiu.   - suspeito que no foi o Covenani o que terminou associaes depois de todo, foi o Couldaran 
que se cansou das palavras irracionais, que saam dos melfluos lbios das mulheres de seu raa - .  
         - V, j me est ameaando me fazendo mal - , lhe acusou asperamente.   - No tem nenhum direito quando tomaria com clera - .  
         - Tomar com clera? -   ele gritou furiosamente.   - Quando meu membro se esteja fechando de repente nessa pequena apertado tua vulvinha, ento poder me 
acusar de tal coisa, minha pequena bruxa. At ento, sugeriria-te que reduza seus acusaes e tolos medos femininos a voc. Pode te dar conta de quo tola foste 
se no o faz  - .  No lhe deu tempo de replicar em vingana.  dirigiu-se  porta e fechou de repente saindo fora da residncia com tal furiosa dignidade masculina 
que Brianna se teria rido de no ter estado to furiosa. 
         
         
        Captulo Doze
        
         
        depois de que Drago fechou a porta de repente, Brianna atingiu com seu p furiosamente contra o piso de pedra duro.  Fez uma careta de dor ao sentir o mal 
que atirou em seu tornozelo e grunhiu silenciosamente.  
        Ela no poderia controlar a clera, os medos e os desejos agora surgindo em seu interior.  Cada vez que a tocavam, cada beijo, cada inferno da sensao a 
empurrava e as crescentes ondas de energia mais acima. Os msculos de sua vagina apertada firmemente, reforando sua exigncia ambiciosa de que a enchesse.  A sensao 
recordava do dedo do Lasan que empurrava em seu interior e esquentava sua fenda inflamando seus desejos. Estava enfurecida.  Dividida entre os desejos que estavam 
em conflito em seu corpo e seus medos. Enquanto que caminhava para o extremo mais longnquo de sua residncia, um som spero ao longo da outra parede lhe fez dar-se 
volta com surpresa.  
        Uma porta oculta se abriu, permitindo a entrada a sua bab, Elspeth.  Brianna franziu o cenho ao ver os olhos brilhantes da velha mulher, suas feies estavam 
plidas, enrugadas e a linha apertada, beliscada dos lbios uma vez sorridentes. Quanto tempo tinha passado, perguntou-se, desde que tinha visto o sorriso do Elspeth? 
         - O que  o que faz aqui? -   Brianna empurrou seus dedos atravs de seu cabelo enquanto que ela olhou a mulher com preocupao.   - Me disse que no devia 
voltar por um tempo, Elspeth - .  Os lbios do Elspeth apertaram mais, seus olhos se estreitaram com clera.  
         - A rainha Amoria teme meu amor por voc, criana - , ela disse escura.   - Ela sabe que te tiraria desta escurido onde ela te est enviando - .  Brianna 
podia sacudir somente sua cabea.  Pois via um olhar escuro, fantica na face de sua velha amiga, perguntava-se se sua me e irm tinham razo. Elspeth tinha perdido 
de algum jeito sua prudncia com a perda de sua criana?  
         - Elspeth, deve ir a descansar a casa - , suspirou ela tristemente.  Muitos mudanas, tantos aos que agora devia acostumar-se.  - Penso que talvez esteja 
doente, querida.  Queria te enviar ao curandeiro - .  A cabea do Elspeth se moveu bruscamente para cima, seus olhos se reduziram a ranhuras quando sua face avermelhou 
de clera.  
         - Suas mentiras esto corroendo seu mente - , disse ela com desprezo quando a saliva gotejou ao longo de seu queixo.  Brianna caminhou para trs, repentinamente, 
inexplicavelmente assustada da velha mulher.  
         - No acredito nenhuma mentira sobre voc, Elspeth - , lhe prometeu suavemente enquanto que calibrava a distncia  porta.  Precisava alertar sua me da 
visita da bab, e as fechaduras que deviam estar rotas nos velhos tneis.  Antes quando esteve retida tinha conseguido realizar um acoplamento mental com Drago, 
Brianna se perguntava, franzindo o cenho.  Poderia faz-lo com sua me tambm?  
         - Vejo-o em seus olhos - , Elspeth manteve sua voz baixa, embora o dio voltava spero o tom uma vez bom.  - Infectaram-lhe, esses demnios de mago.  te 
separando de mim to certamente como o fizeram com minha criana. Eu te prometi, que te protegeria contra eles, no?  No deveria te haver afastado de esses que 
enviei a por voc nos jardins.  Deveria haver entregue a eles, permitido a morte piedosa que lhe teriam concedido - .  O choque, e o horror se derramou atravs dela. 
        O clculo cintilou nos olhos do Elspeth, e o conhecimento. Ela sabia o golpe que lhe tinha atirado e que acabava de pulsar no corao da Brianna.  Brianna 
sentia seus joelhos debilitar-se enquanto que a dor se rasgou atravs de seu corao. Esta no era Elspeth, querida-a bab que a tinha cuidado depois da morte de 
seu pai, a tranqila amiga que a tinha educado atravs de sua juventude.  
         -  uma secular - , ela sussurrou, a dor era to intensa que agora quase no podia respirar.   - Igual aos que mataram a meu pai, e a nossos amigos com 
os anos. Uniste-lhe isso - .  Ela no poderia acredit-lo, mas tinha que faz-lo.  Somente podia sacudir sua cabea, olhando fixamente a mulher que tanto tinha amado 
e querido durante tantos anos.  
        Desesperadamente, segura de que poderia escapar de uma mulher envelhecida, Brianna correu para a porta enquanto chamava em voz alta a seus protetores.  Ento 
gritou com terror.  Do corredor, vrios homens saltaram para ela enquanto que outros atacavam na residncia.  
        Elspeth crepitava jubilosa, os protetores entravam na residncia somente para encontrar-se com as espadas de seus atacantes. antes de que ela pudesse v-los 
cair, ou chamasse em voz alta com medo a Drago de novo, uma dor cegador encheu sua cabea, e uma escurido cheia de desespero e de inconscincia fluiu sobre ela. 
        Seu pensamento desesperado esteve com Drago e do Lasan, e com suas negaes absurdas.  Negaes que podiam ter dado como resultado sua prpria morte. 
         
         
        Captulo Treze
         
        
        Drago foi admitido rapidamente  recepo das residncias da rainha Amoria caminhando para as largas portas. Entrou com um cenho feroz, seu olhar fixo foi 
ao Lasan, que ele sabia compartilhava suas preocupaes.  
         - Estvamos justo agora discutindo os medos da Brianna, Drago - , Lasan lhe informou. -Parece que tais rumores duraram mais tempo que qualquer lembrana 
que possamos colocar - . Drago olhava  rainha, sentindo sua fria inflamar-se dentro dele.  
         - Nossa mulher esta quase histrica de medo por nossa prxima unio - , gritou.  - por que era no nos informou disto? -   A rainha Amoria tomou uma respirao 
profunda.  Drago podia ver sua vacilao e preocupao.  
         - Foi por essa razo, rei Veraga, pela que no foramos Brianna a esta aliana para a que voc nos pressionou. Desde no ter sido pelos votos continuados 
do Lasan de que Brianna nunca seria machucada fisicamente, eu no lhes teria permitido estar perto de minha filha pequena - .  A voz da rainha era suave, poesia 
lrica, mas com um borda do ao adivinhando-se nela.  - O Covenani necessita desesperadamente sua energia e suas foras para deter os Seculares em seu contnuo ataque 
contra ns.  Mas no sacrificaria o amor de minha criana por qualquer de vocs. Teria desejado que tivssemos podido continuar permitindo que fosse deciso da Brianna 
- .  
         - Como indiquei antes - , Lasan lhes disse.   - Ela quebrantou ... as regras -  
         - O que ocorreu depois de que voc a ofendesse - ,  disse a princesa Serena, sua voz como a de sua me, quebrou-se.  - passei com minha irm esta noite 
inteira, e posso dizer agora que voc no tratou amavelmente.  Ela no  a prostituta de um mago do Couldaran para ser tratada de forma to lamentvel - .  A bonita 
face da princesa estava cheia de linhas de fria enquanto olhava fixamente abaixo aos gmeos desde seu trono ao lado de sua me.  
         - acordamos ir juntos neste plano estpido teu e do Lasan, somente pela segurana de minha filha e de meu pas - .  A rainha Amoria ficou lentamente em 
p.  - depois da explicao do Lasan sobre a unio, permitirei a aliana forada.  Mas se minha filha alguma vez, e eu digo alguma vez - , sua voz se quebrou, com 
sua fria, -  procura amparo dos dois, ento a colocarei onde nenhum nem outro possam ver, falar ou tocar jamais a minha criana outra vez - .  
         - por que o Sentinela do mago nos no advertiu das emoes extremas destas fmeas?  Drago perguntou a seu irmo com fadiga. Tais exibies chegam a ser 
fastidiosas.  
         - Talvez ele temeu seu fria.  Lasan disse divertido, ele  era mais tolerante com essas exibies.  
         - Estamos de acordo com seus termos, sua Alteza - .  Lasan se inclinou como amostra de respeito, de fato, ele admirava enormemente o amor sereno da mulher 
para com todas suas filhas.  Era extremamente raro entre sua classe.  
         - Muito bem - . A rainha Amoria tomou uma profunda respirao para fortalecer-se e comeou a falar outra vez.  Mas suas palavras se detiveram  quando dois 
protetores abriram bruscamente e passaram atravs das portas.  
         - capturaram a sua Alteza, a princesa Brianna - , o mais jovem gritou com medo, o sangue emanava de uma inciso em sua frente.  
         - Capturado?  Como? -   A rainha Amoria baixou do trono indo para ele.  
         - Atravs dos passadios secretos, Alteza. Temo que os Seculares a tenham raptado.  Foram conduzidos pela bab de princesa Brianna, Elspeth. No pudemos 
par-los - .  Causar pena e ferido, o soldado caiu de joelhos.  
         - Darren - , Drago disse em voz alta a seu protetor principal, indicando sua necessidade de saber aonde Brianna tinha sido tomada. Lasan transmitiu telepticamente 
imediatamente sua necessidade os outros magos gmeos presentes no interior do castelo. Seus lbios se apertaram em um grunhido selvagem de satisfao quando os raios 
de magia comearam a aparecer ao longo da enorme fortaleza, invadindo cada corredor, cada canto ou passadio oculto que existisse.  
         - Temo-los - . Lasan franziu o cenho. -So homens, uma dzia e um indivduo mais velho de sexo feminino ao longo dos tneis mais baixos - .  Ordenou imediatamente 
a seus guerreiros ao longo das paredes exteriores instalar uma armadilha.  
         - Vamos - , Drago disse tendo soldados situados nos residncias de recepo com eles.  Irromperam na residncia, emprestando pouca ateno s mulheres que 
se colocaram juntas, tentando com suas prprias energias detectar e proteger aos seus.  
        Esta, Drago sabia, era a razo pela que o Covenani necessitava a magos em seus ancestrais.  Seu nmero diminua, ao igual a sua fora.  Quanto aos magos, 
eram muitos menos em nmero tambm, e encontravam seu mundo triste e s sem as fmeas que entendessem a enorme responsabilidade que supunha seu poder.  
         - Temos sete guerreiros convergindo na sada que se esto dirigindo para os magos gmeo do Sashtain -  anunciaram enquanto corriam atravs do palcio, dirigindo-se 
para a sada da cozinha.  - Sairo debaixo das paredes do palcio, baixo pequeno pendente.  plaina com a borda - . Drago e Lasan se moveram mais rapidamente saindo 
das cozinhas, seguindo as indicaes recebidas do guarda protetor.  
        A fria aumentou neles ambos, apressando-se atravs das linhas psquicas que conectavam a ambos os irmos.  Sua paixo e possessividade pela Brianna o consumiam 
todo. Matariam aos que se atreveram a se separar a deles.  Repararam nos primeiros guerreiros enquanto que patinavam para baixo pelo pendente  borda do rio.  
        A energia se derramou entre eles e Drago soube quando os feiticeiros saltaram detrs deles seus olhos brilhavam intensamente e faiscavam com a iminente violncia 
que se derramava atravs deles.  Podiam sentir a energia crescer, elevando-se ao longo das terminaes nervosas, vertendo-se atravs de suas veias. Como um se moveram 
no lugar junto com os outros magos quando conectaram com os filamentos de energia que agora se envolviam sobre a Brianna. A energia do Covenani e do Cauldaran a 
protegia, embora os Seculares eram at agora inconscientes disso.  
         - Devemos tomar medidas agora para debilitar sua energia - , eles ouviram o grunhido masculino de uma voz apenas dentro da entrada.   - Toma-a antes de 
que ela desperte. Com sua inocncia manchada, sua energia se drenar e sua capacidade de unio com os magos ser destruda - .  
        A fria encheu a Drago e Lasan em ondas de conexo e em uma cascata de energia.  O ato da violao contra uma bruxa virginal no destrua suas energias. 
S se assegurava com eficcia de que quando hasteasse suas energias, esse dia no confiasse em nenhum varo o bastante, especialmente os gmeos, para permitir a 
vinculao sexual requerida para abrir a alma feminina.  Somente de tal maneira poderia uma bruxa obter seus plenos poderes.  
         - Aye, seguro e consegue nossas frangas cortadas de passagem no processo se nos agarrarem - , outro disse furiosamente.  - Devemos primeiro lev-la atravs 
do rio.  Ento demonstraremos a cadela quem a controla - .  Drago explorou a zona cuidadosamente.  Ali, oculto ao abrigo de um monto de canos, um bote aguardava 
os raptores.  
        Lasan chamou o gua e as ondas fizeram oscilar ao pequeno barco, afrouxando o de sua amarrao e enviando-o livre de ataduras para as perigosas correntes. 
Nenhuma dessas criaturas escapariam sua clera. Esperaram, uma linha de seis magos e uma dzia de guerreiros feiticeiros, a que os raptores sassem do tnel.  
        antes de que os seres humanos pudessem voltar-se atrs, um amparo mgica foi colocada detrs deles, no lhes deixando mais opo que avanar.  estremeceram-se. 
Drago e Lasan olhavam cuidadosamente quando o lder tirou sua adaga e a colocou na garganta da Brianna inconsciente nos braos de outros.  
         - Esses gmeos do demnio a utilizaro para nos destruir - , uma voz feminina disse com um tom cheio de rouco dio.  Drago se girou com seu olhar fixo na 
mulher, sentindo sua loucura, a luxria encrespada do sangue que a possua.  Esta mulher tinha cuidado da Brianna quando era criana e neste momento queria machuc-la. 
Agora no teria nenhuma misericrdia por ela.  
         - Mata  cadela antes de que ele possa utiliz-la. Toma sua energia - , a mulher exigia a quem sustentava a adaga  garganta plida da Brianna. Lasan olhou 
a faca. Seus olhos se centraram nele, sua energia trocou de lugar para verter-se no ao que fatiaria a branda pele e a vulnervel artria.  
        O raptor lutou por pression-lo mais perto, por faz-lo enquanto lhe fizessem uma oferta, mas a adaga no tocaria a suave pele.  A mo do malfeitor se sacudiu 
quando ele lutou com a adaga, para assegurar aos magos a ameaa que ele representava, mas no pde fazer nenhuma fora e se encontrou detrs da adaga, ele no se 
agitaria.  
        Seguro de que nenhum mal ocorreria a Brianna, Drago voltou sua ateno  mulher, a bab que a tinha educado, que deveria hav-la amado.  
        A energia crepitou no ar ao redor da velha mulher, envolvendo-se ao redor dela enquanto que ela gritava de terror.  Os filamentos brilhantes de magia entraram 
atravs de sua boca, seu nariz, as aberturas de seus ouvidos.  Entraram atravs de seu corpo, viajando para seu corao.  
        Ela comeou a sacudir-se com sua presa, expressando seus gemidos com gorjeios  que escapavam de sua garganta.  Em segundos, a mo de Drago se elevou.  Seu 
punho se apertou, dirigindo uma ordem a grande distancia  energia que a possua.  O poder da exploso interna estalou atravs de cada osso e msculo, abrindo o 
peito da mulher e orvalhando com sangre em um arco ao redor dela.  Salpicando aos homens que a olhavam fixamente com incredulidade, a mancha carmesim por seus pecados 
que os acusavam com o crepitar da energia.  
        Os gritos assustados encheram a rea quando seus ps que uma vez tinham obedecido as ordens dos seres humanos rechaaram mover-se.  Quem sustentava a Brianna 
gritava o mais forte quando filamentos azuis e verdes de energia eltrica se entrelaaram ao redor dele, rodeando a Brianna, e arrebatando a de seus braos.  
        Ele tentou agarr-la, mas seus braos eram repentinamente muito pesados para levantar-se.  Como pesos, arrastaram-no  terra arenosa.  Todo ao redor, os 
arcos brilhantes da energia comearam a formar-se enquanto que Drago levava o corpo flutuante da Brianna aos braos do Lasan. Ele coreografiaba cada filamento, manteve-os 
juntos para conseguir o mximo de energia e depois deu a ordem final para castigar aos que tinham tentado machucar seu Consorte.  
        envolveram-se sobre os pescoos dos seres humanos, constrangendo, apertando e finalmente cortando o passado do ar aos corpos que pugnavam desesperadamente. 
Todos exceto a gente caram a terra, suas mortes que chegaram em meio de grunhidos speros, expressos com gorjeios.  
        O nico sobrevivente os olhava com horror. No era to maior como os outros e ele e Drago tinham detectado sua confuso, seu medo quando tinha compreendido 
que Brianna seria machucada.  O guri tinha pensado que o desafio a seus maiores ganharia o rechao do amparo que os mantinha de colher ilegalmente os bosques e os 
planos do Covenani.  
         - Viu estas mortes? -  Drago lhe perguntou frio enquanto que reinava o silncio.  O jovem cabeceou, os lgrimas corriam sobre sua face, enquanto a fora 
da magia o mantinha imvel envolta ao redor dele.  - O Covenani no estar s nunca mais. Com a unio dos magos gmeos  casa real do Sellane, a energia se restaurar 
de novo.  Voc dir a seu gente e aos que se levantem contra ns, que eles no lutaro agora com mulheres. Agora trataro com o Couldaran - .  
        A voz de Drago repetiu com energia ameaadora, crua.  O jovem tremeu, os gemidos assustados de medo saam de sua garganta enquanto que ele cabeceou em vrias 
ocasies.  O aroma do terror se envolvia ao redor do homem jovem, e era como o que, Drago sabia, tinha estado envolto ao redor da Brianna quando ela foi tomada a 
primeira vez.  - Devo lhe matar tambm para no informar ao Couldaran este ataque - , ele grunhiu, sustentando ao varo dentro dos enlaces da magia.  - Teria podido 
advertir ao Covenani e isto teria sido evitado - .  
         - No sabia - , ele finalmente gritou.  -Juro-lhe isso, mago, eu no soube at que entramos no castelo. Supostamente estvamos aqui para roubar mantimentos 
somente.  Nossas famlias morrem de fome, minha me e minhas irms esto doentes.  Somente Desejava mantimentos - .  Drago franziu o cenho.  
         - No h rumores de fome entre os seres humanos de seu terra.  Suas granjas so de fato prsperas - .  
         - E nossa prosperidade  roubada por meio de impostos pelo Covenani - , o moo disse com desprezo.   - No temos nada - .  
         - Isso  mentira - .  A princesa Serena caminhou de detrs quo soldados a tinham protegido desde sua chegada  borda.  Vestida mais que como uma princesa 
com um conjunto de calas de couro e de uma camisa branca, seu cabelo castanho longo, grosso que caa sobre seus quadris em cachos desordenados.  
         - No  uma mentira -  o jovem soluou, as lgrimas caam de seus olhos, seu corpo se sacudia de medo e fria.   - Minha prpria famlia perdeu tudo o que 
tinha armazenado para os meses de frio do inverno.  Morreremos de fome devido  avareza do Covenani - .  Serena se girou para Drago.  
         - No impomos s gente do pas que no sejam dos nossos aos que governamos, e nunca tomamos mais que qualquer famlia poderia proporcionar.  Inclusive a 
muitas de nossas prprias propriedades no lhes requerem pagar, porque no tm os recursos - , disse-lhe ela, a clera soava em sua voz suave.  - Saberei quem rouba 
o alimento desta gente e culpa ao Covenani por seu crime - .  A determinao a rodeava. Ela o descobriria de fato, Drago sabia.  Gesticulando a vrios feiticeiros 
guerreiros, ele lhes indicou ao prisioneiro.  
         - Escoltarem-no a sua granja junto com um carro de provises para que sua famlia passe o inverno.  Assegurarem-lhes de no ser vistos pelos seres humanos 
- .  E investiga que demnio rouba a comida das bocas dos inocentes, ele acabou a ordem telepticamente.  Drago cabeceou com um movimento decidido enquanto que os 
guerreiros agarravam o brao do jovem. A interposio da magia desapareceu e ele se derrubou contra a presa dos homens maiores.   - Vamos.  Brianna estar assustada 
se se acordada em meio da morte neste lugar - . 
         
         
        Captulo Quatorze
        
         
        Quando Brianna despertou estava em sua prpria cama, Lasan em um lado tomava sua mo suavemente, Drago no outro, esfregava seu brao em uma tentativa incmoda 
de acalm-la enquanto que ela se abria os olhos. Durante s um momento, as diferenas entre ambos homens a atingiram. Lasan, com sua tolerncia, pacincia e cuidadosa 
doura ocultava o lado dominante, poderoso de sua natureza detrs dos sorrisos fceis e de encanto natural.  
        Drago, por outra parte, permitia que sua natureza dominante se evidenciasse a todo mundo.  Poderoso e ordenando no exterior, ele no estava cmodo com as 
emoes mais suaves que mantinha ocultas cuidadosamente.  Sua mo se elevou  para alisar seu cabelo detrs de sua frente.  Havia uma doura, um calor reconfortante 
nele do que ela no o tinha acreditado antes capaz.  Seus olhos azuis no brilhavam com paixo ou fome.  Estavam escuros de preocupao, e tinham uma sombra do medo. 
Nesse momento ela recordou. moveu-se bruscamente, seus olhos que se exageraram  enquanto que ela lutava por incorporar-se.  Sua me e Serena, assim como sua outra 
irm, Marinha, aproximaram-se da cama rapidamente.  
         - Elspeth - , Brianna ofegou, seu olhar fixo voou para a porta oculta do beco.  
         - Todo est bem, Brianna - , disse Drago com um remanescente de clera.   - Ela no voltar aqui mais.  Est segura - .  A lembrana da face do Elspeth, 
retorcida em um rictus de fria, de seus olhos pardos brilhando cheios de dio, estava sobrecarregada em sua memria.  Era sua querida bab, Elspeth, a que a tinha 
golpeado depois de declar-la um demnio.  Uma puta para os magos gmeos. As lgrimas encheram seus olhos enquanto que ela olhava para cima a Drago.  -Voc  a matou 
- , ela sussurrou, sabendo que era verdade. Por um segundo, a dor cintilou em seu olhar fixo.  Ento foi varrida com o frio olhar que estava acostumado a utilizar. 
         - Elspeth estava enlouquecida, Brianna - , disse Serena em defesa de Drago.   - ela te teria assassinado se no lhe tivessem resgatado - .  
         - Sei - , Brianna grunhiu , dirigindo a sua irm um olhar irritado.   - No o culpava por sua morte.  Mas entretanto, no posso deixar de lament-la - . 
O que tinha acontecido? Brianna desejou gritar  aos deuses. Ela queria ao Elspeth, tinha dependido de sua cuidado quando era uma criana e de seu conselho como adulta. 
O que teria podido conduzir a sua querida Ellie  loucura?  
        passou-se os dedos atravs de seu cabelo enquanto lutava por conter as lgrimas.  Nada tinha sido igual da chegada de Drago e do Lasan.  Tinham trocado sua 
vida, assumido o controle, faziam uma brincadeira de sua necessidade de independncia e livre-arbtrio.  
         - Brianna? -   Marinha caminhou para frente, seu passo era vacilante, seus olhos cinza escuro eram brilhantes e sombrios.  - Elspeth no tinha sido igual 
h algum tempo. Voc simplesmente no desejava v-lo - . Marinha tinha sido sempre to reservada. Dar um passo adiante, especialmente na presena de homens, era 
toda uma surpresa.  
         - Diferente - , corrigiu Brianna.   - No furiosa.  Ela nunca estava furiosa - .  
         -  bvio que o estava - , a me da Brianna disse com fadiga.   - Vem, Serena.  Marinha.  Deixaremos descansar ao Bri.  foi um dia agitado para ela - . 
Brianna cuidadoso como suas irms se elevavam fazendo caso  ordem.  
         - E o que tem que estes dois? -   ela gritou, mostrando aos homens que a flanqueavam.   - No lhes ordenar sair tambm? -   A clera se afrouxou atravs 
dela.  No tinha nenhum desejo de ter Drago e Lasan pressente para ver qualquer das emoes que a consumiriam enquanto lutava por aceitar a morte e o papel do Elspeth 
em seu seqestro. O sorriso leve da rainha Amoria era suave e resignada.  
         - Estes dois agora so teus, Brianna.  aprovei a aliana.  Amanh ser a vspera da cerimnia de unio e voc ser a Consorte dos gmeos da Veraga. Acredito 
que se desejas que partam, ter que lhes ordenar faz-lo voc mesma - .  Brianna sabia que ela no deveria estar surpreendida.  Tinha sabido que sua me aprovaria 
a aliana em castigo por pegar ao Lasan.  Mas no poderia frear a dor pungente em seu interior. No tinha nenhuma opo. 
        Empurrou para baixo as sensaes que a abrandavam e que sabia que sentia por eles, e permitiu que reinasse a clera.  Tinham tentado assegurar seus meios 
forando-a, lhe tirando seu orgulho e sua dignidade.  Pela mo da bruxa Matriarca, prometeu-se que no teriam nenhuma paz com ela. Olhou a sua me silenciosamente. 
No se desonraria a ela mesma ou a sua rainha discutindo com ela agora que a deciso tinha sido tomada.  Mas a amaldioariam se ela deixava  a Drago e Lasan estar 
perto to facilmente.  
         - No fiz isto  pequena, filha - , sua me lhe assegurou, sua voz estava suave, triste.  
         - No tema, me - , Brianna sussurrou.   - Sei bem a quem tenho que agradecer esta deciso.  Resolverei este eu tema mesma - .  Mais que nada, a Brianna 
incomodava, saber que ela lhes tinha dado motivo para acreditar, por possuir sensaes e desejos, que ela estava de acordo com a unio.  Ela no era nenhuma criana, 
e estava bem inteirada de que tinham sido esses monstros, como tinham sido chamados, nunca lhe tinham mostrado o alojamento que tinham nos ltimos dias.  Tentavam-na. 
Ela os desejava, e era o bastante honesta para admitir a si mesmo que se preocupava com eles.  Mas no tinham nenhuma direito de for-la.  Nenhum direito a acabar 
com sua independncia.  
        Brianna permaneceu silenciosa quando sua me e irms saram da residncia. Seus punhos estavam apertados quando os apoiou no colcho, seu queixo apertado 
firmemente para reprimir seus gritos da raiva dentro.  Quando a porta se fechou detrs de sua famlia, ela se incorporou. Seus lbios se apertaram quando os gmeos 
se levantaram tambm.  Ela deu olhou cuidadosamente a Drago.  
         - Agora sou seu Consorte? -   lhe perguntou com um sorriso apertado.  
         - Quase - .  Ele inclinou sua cabea em acordo, sua expresso era cuidadosa.  
         - No me castigar mais tempo pelo crime de pegar ao Lasan? -   lhe perguntou.  
         - Voc no pode ser castigada mais tempo - , ele conveio cuidadosamente.  A advertncia do Lasan a Drago chegou muito tarde.  Em vez da palmada nfima que 
lhe tinha dado  bochecha do Lasan, Brianna agora deixou seu punho voar.  O impacto moveu bruscamente a cabea de Drago a um lado.  Quando ele se girou de novo para 
ela, seus olhos ardiam de fria.  
         - Voc pervertido, bastardo vergonhoso! -  Ela gritou, lhe fazendo frente com toda a fria que trovejava em seu interior.  - To depravado  que no pode 
encontrar a uma mulher que deseje entregar-se a seus desejos artificiais? Que deve for-la a isso?  Pedi seus cuidados? Pedi seu tato? -   Sua voz aumentou em volume. 
Ela ignorou as labaredas de energia que agora fulguravam em seus olhos azuis, lhes fazendo ter um resplendor perigoso.  Pode que ele fosse um mago, mas ela era princesa 
da casa real do Sellane, e pelos deuses, ele estava em sua casa. No se atreveria agora a machuc-la. E at o momento no que sua unio estivesse completada, no 
lhe temia de nenhuma forma.  
         -  temperamental, pequena fera vingativa - , ele amassou.  -Por te atrever a me pegar, e dado que logo serei seu companheiro.  Serei seu amo a partir deste 
dia em adiante - .  
         - Meu amo? -   Seus olhos alargaram cheios de zombadora diverso.   - Voc nunca me dominar, voc desculpa envelhecida de comida passada de um drago. 
Pensa que pode utilizar seu magia masculina para me colocar de joelhos? -  
         - Uh, Brianna - , a voz divertida do Lasan se quebrou.  
         - te cale! -   Brianna gritou ao mesmo tempo que Drago dava a mesma ordem a seu irmo.  
         - OH, verei-te de joelhos, pequena bruxa - , grunhiu ele. -Sobre seus joelhos e choramingando por mim enquanto transo essa viperina tua boca. Talvez aspirar 
meu membro te dar melhores coisas que fazer com essa lngua venenosa - . Brianna avermelhou, no devia ser avantajada.  
         - Faz-o, se acredita que  o bastante valente sobreviver  mordida - , ela grunhiu.  Seus olhos estavam exagerados.  
         - No te atreveria - , grunhiu ele.  
         - Arrima esse membro usado em excesso a minha boca e veremos se me atrevo ou no - , cuspiu-lhe, inclinando-se, sua cabea estava levantada quando ela estreitou 
seus olhos em advertncia.  - Voc provaste me possuir, e pelos deuses que pode me destruir com seus desejos, mas no irei s.  Assegurarei-me de que vivas um inferno 
to doloroso como o meu prprio - . As sobrancelhas de Drago se franziram.  Olhou-a fixamente durante um longo momento de aborrecimento antes de voltar seu olhar 
fixo para seu irmo.  
         - Estamos unidos a uma mulher enlouquecida! -  gritou, levantando suas mos para cima enquanto que se dirigia  porta cheio de fria. -Fala com essa cadela 
viperina antes de que preencha com uma maldita mordaa sua boca.  No agentarei sua ignorncia mais tempo.  O mago Sentinela h nos amaldioou com este paiol de 
plvora.  Amaldioou-nos, digo-lhe isso - . A porta se fechou de repente detrs dele.  Cheia de  satisfao, ela ento se deu a volta para o Lasan.  
         - Algum se partiu, s fica outro.  
         - Nem o tente - .  Ele cruzou seus braos atravs de seu amplo peito, seus olhos se estreitavam nela.  - Se esquece de minha pacincia. E no deve prov-la 
muito, eu no me partirei deste lugar, atingirei seu pequeno e tentador traseiro seguro. E voc no me deseja perto de seu pequena doce entrada ainda, Brianna - 
.  Ela respirava repentinamente com dificuldade, o sangue que bombeava atravs de suas veias, inflamando-se da fria atravs de seu corpo quando lhe fez frente. 
        Ela tinha terminado quente, cheia de energia; lutaria se tinha que faz-lo.  
         - Quando Drago reflita abaixo saber a razo de seu fria, to bem como eu o fao - .  Sorriu enquanto que ela franziu o cenho para ele.   - A poca de 
unio est perto.  Seu corpo e energia se est preparando para isso, minha pequena bruxa. Em pago por seus palavras furiosas a Drago, permitirei que agora espere, 
em vez de te explicar o ritual - .  
        Ele inclino sua cabea, seus olhos verdes ainda divertidos, seu sorriso a colocou em curto-circuito de to presumida.  
         - Boas noite a voc, querida - .  Ele se deu a volta e caminhou despreocupado e atraente para a porta.  Ele teve a ltima palavra.  A ltima risada.  Brianna 
grunhiu com raiva quando a porta se fechou suavemente detrs dele, reforando seu controle e determinao.  Malditos todos.  
        * * * * *
         - Bem, ao menos ele sabe fazer uma sada perfeita - .  Garron apareceu a seu lado, recebendo um fulgor dela em vez da recepo, ela estava segura que ele 
esperava.  
         - Malditos magos - , ela murmurou ao d-la volta para ele.  Brianna caminhou at a janela e olhou fixamente  airadamente, com os braos cruzados sobre seu 
seios enquanto que ela considerava o assassinato real.  
         - Estou satisfeito de ver que est bem - , ele a surpreendeu ento com sua tranqilidade, sua voz soava sombria.  O sarcasmo do Garron era conhecido em 
todo o castelo, e no sempre se adaptava s circunstncias.  Ela se girou de novo a ele, confundida pelo borda de tristeza em sua voz.  Mas os olhos enegrecidos 
a olharam fixamente lhe sustentando o olhar com face alinhada.  Sua boca enorme estava dada volta abaixo, sua frente parecia enrugada.  
         - Sim, estou bem - .  Ela cabeceou lentamente.   - o que  o que te passa?  Est doente? -   Em todos os anos que ele tinha sido seu tutor e o de suas irms, 
Garron nunca tinha exibido tal atitude.  Ele era sarcstico, zombador, um disciplinador, um confidente.  Ela nunca o tinha visto assim de entristecido.  
         - Lamento no ter vindo em seu ajuda - , disse suavemente.  - Teria podido te economizar muita pena se no me tivesse partido - . Pesar? Havia uma grande 
medida dessa emoo na voz do Garron.  Brianna o apreciava, deu-se conta de que com exceo de uma noite escura, amarga nas vidas de suas e suas irms, Garron tinha 
estado sempre ali quando o tinham necessitado.  
         - No pode estar aqui sempre, eu entendo isso, Garron - , ela suspirou.  O grande drago lhe tinha explicado em vrias ocasies o descanso que ele necessitava 
freqentemente.  A grande magia requeria muito descanso depois realizar-se.  Seu resgate antes e a necessidade do esforo de levar a outros durante a Viagem das 
Sombras tinham requerido grande quantidade de energia.  
         - Estes magos, podem te proteger sempre, Brianna - , ele disse srio, seu tom era solene.   - Cuidariam de voc durante estes tempos - .  
         - No comece, Garron - , ela gritou, lhe franzindo o cenho, ela apertou as mos em punhos apoiando-os em seus quadris.   - Esses demnios no necessitam 
a nenhum outro para falar entre eles.  Tenta estar de meu lado para variar - .  Seus olhos se estreitaram, seus lbios se apertaram.  
         - Sinto muito, querida - , ele bufou.  -Sempre preferi estar do lado ganhador se no te importa - .  
        Que bem, agora isto, ela pensou.  No ajudou a seu gnio absolutamente. 
        
        
        Captulo Quinze
        
        
         A cerimnia de unio foi programada apesar da negao furiosa da Brianna a participar ou a discutir os detalhes.  
         - Brianna, no agentarei mais este silncio - , sua me lhe ordenou firmemente.   - tenho-te dito em vrias ocasies que os rumores so falsos.  No haver 
mal para voc.  E sei,  um fato agora que respondeste absolutamente com aspereza ante seus avanos - .  Brianna avermelhou com furiosa vergonha pelo fato de que 
Drago e Lasan se atreveram a lhe informar disso.  - Esta aliana  mais que necessria, como bem sabe. Voc participar dos preparativos - .  
         - No necessito nenhuma segurana de que me no faam mal - , Brianna bufou airadamente.  - Somente rechaarei participar de algo em que no me dem uma 
opo.  Como este tema parece ter sido decidido por mim, ento que faam os acertos para esta farsa de unio sem meu tambm - .  
        Durante o dia, Brianna esteve de acordo em tudo o que sugeriram. Em todo tema ou  sugesto que sua me lhe fez, Brianna cabeceou sua aceitao, at que a 
rainha levantou as mos com exasperao e saiu da residncia.  Ela declarou a sua filha menor possuda pelos demnios da teima enquanto que saa.  
        * * * * *
         - Voc pode tambm ir abaixo, Brianna - , Serena lhe disse mais adiante, seu tom paciente de voz afetava os nervos da Brianna. Sua irm era muito tranqila, 
muito majestosa.  Possivelmente se fosse ela a que ia converter se no cheio em um sndwich de mago, ento ela se sentiria de forma diferente.  
        O pensamento disso fez que seu corao se enchesse de luxria. O pensamento de unio que se morava a encheu de medo, mas no medo da dor.  Ela sabia que 
Lasan e Drago agora no lhe fariam mal, mas tal intensidade de emoes e de necessidade era to boa como espantosa.  No entendia nada,  a tenso de seu corpo.  
Como um transformador crepitando da tenso do calor envolto sobre seu corpo, dentro de seu peito, fazendo seu corao, sua carne to sensveis que a penas podia 
tolerar  o ar ao redor dela.  
         - No posso fazer isto - , ela gritou, saltando sobre seus ps enquanto caminhava pela residncia.   - Por favor, Serena - .  Ela olhou a sua irm, rogando. 
- Por favor, me ajude a escapar.  me deixe sair fora disto, no nome dos deuses.  No posso ir com eles - .  
        Serena franziu o cenho de preocupao enquanto que Brianna a olhava.  O medo lutava atravs dela, pois temia o momento em que a tocassem.  Tinham roubado 
sua mente.  Roubariam tambm sua alma.  Malditos. Amaldioou aos gmeos do demnio e seu tato.  Com um grunhido nascido do desespero, ela se separou de sua irm 
e reatou caminhar nervoso.  Tinha que haver uma sada disto.  Uma maneira de escapar de Drago e Lasan.  No poderiam possui-la.  Ela no podia permiti-lo.  
         - Est sobre excitada, Brianna - , Serena disse ansiosamente.   - deixa enviar a por algo de ch e talvez um bocado antes de que comece a preparar-se para 
a cerimnia - .  
         - OH, deuses - , Brianna gemeu e seu estmago se apertou ante as palavras de Serena. -por que tm permitir o que vai acontecer aqui? -  A energia se derramou 
atravs dela em ondas, at agora subdesenvolvidas, no centradas ainda.  Brilhou intensamente sobre ela, fazendo-a tremer com este novo conhecimento de sua herana. 
         - J tive bastante disto - , Serena grunhiu enquanto ia para  a porta e a deixou aberta.  - Requeiro a Drago e Lasan imediatamente - , ela pediu a protetores. 
- Viro aqui, ou me assegurarei pessoalmente de que no haja cerimnia - .  
         - O que  o que faz? -   Brianna gritou  cheia de medo.   - No. Voc no pode traz-los aqui, Serena. No pode me fazer isto  - .Serena se girou para olh-la, 
franzindo o cenho ferozmente.  -Voc te tranqilizar, Brianna Sellane - , ela disse firmemente.  
        -Voc  uma princesa, no uma virgem humilde a tremendo com os eflvios virginais.  te controle j - .  Brianna se sacudiu, lutando com as lgrimas. No 
poderia entender a seu corpo, ou ficar rgida, a energia eletricamente carregada parecia crepitar atravs dela.  
         - Tm-me feito algo - , ela sussurrou, envolvendo-os braos sobre seu seios e se separando-se  de sua irm.   - No posso controlar isto, Serena, e  igual 
para voc - .  Os lgrimas encheram seus olhos e caram por suas bochechas apesar de suas tentativas das parar.  Ela no queria que Drago e Lasan a vissem to frgil, 
to vulnervel. Como o faria para brigar com eles quando os necessitava, quando no poderia inclusive controlar-se?  
         - Voc nos deixar - , a ordem da voz do Lasan soou com uma cadncia amvel a sua irm.  Ela os sentia entrar no residncia.  Os dois.  Sua energia era 
uma fora tangvel que parecia aspirar o mesmo ar ao redor deles.  
         - No - .  Ela se girou rapidamente para lhes fazer frente, seu corpo se sacudia, seu sangue gritava atravs de seu corpo com a fora da energia crescendo 
em seu interior.  - Serena. Peo-lhe isso - . Serena vacilou, olhando atrs com um cenho indeciso.  
         - Ela nunca pede para ela mesma - .  Serena se moveu para ir a ela, mas Lasan colocou sua mo em seu brao para par-la.  
         - Sabemos bem o que est acontecendo, princesa. Seu me est informada quando chamou a Brianna, de que a cerimnia seria atrasada at manh.  A unio comear 
agora. No pode ser posposta mais tempo - . Brianna se congelou ante suas palavras. Seus olhos se exageraram e um estremecimento de medo, de desejo e de calor, convulsionou 
seu corpo.  
         - Assustam-na tambm - , Serena protestou enquanto Lasan a acompanhou  porta.  
         - No estou de acordo com isto - . Brianna estava quase no inteirada da acesa discusso entre Serena e Lasan. Era Drago quem veio a ela, sustentando-a 
com o brilhante azul de seus olhos, brilhando intensamente dentro de sua face obscurecida por sol.  
        Ela tomou uma respirao trabalhosa, sentindo a inflamao de seu seios, seus mamilos se endureciam alarmantemente ante o olhar excitado de sua face.  Desejou 
falar, mas no poderia.  Em lugar disso, tremeu apesar do calor cada vez maior da residncia uma vez fresca.  Finalmente, os sons dos protestos de sua irm ficaram 
silenciadas e a porta se fechou detrs dela ao retirar-se.  Lutou contra a tenso em seu peito enquanto que a deixaram s com os dois irmos.  
         - No desejo isto - . Mas ela poderia sentir sua vagina preparar-se para eles.  Calor, derretendo, o xarope de seus sucos que exsudavam entre dos lbios 
agora nus da sexo. O ritual de preparao para unio tinha estado renhido com a furiosa vergonha.  A depilao de seu brando sexo tinha sido obtido no s com um 
bom turno furioso de insultos, mas tambm com uma pequena quantidade de ruborizacin.  
         - Faamo-lo no, Brianna? -  Drago lhe perguntou suavemente desde atrs, sua mo alisava seus cachos largos detrs de seu ombro. Sua presena era quente, 
fazendo gestos calor.  Ela no poderia opor-se a inclinar-se nele, sentindo ao amplo peito amortecer seu peso.  
         - Necessito tempo - , sussurrou tremendo enquanto Lasan se detinha ante ela, seus dedos acariciaram suavemente sobre seu ombro. Seus lbios perfeitos se 
curvaram para cima em um sorriso cheia de doura.  
         - O tempo deixou que algo que possamos te dar, Brianna - . Sua mo suave como uma pluma tocou as largas mechas de seu cabelo de seda enquanto caa sobre 
seu peito.  - Sente a energia atacar atravs de voc.  Drago e eu havemos sentido isto toda a manh.  Chama-nos por que voc  uma parte de ns. Nosso Consorte. 
Criada para ns - .  
         - Voc me tem feito isto - .  Ela sacudiu sua cabea cheia de confuso.  -Fez-me algo - .  
         - Tocamo-lhe. Beijamo-lhe e provamos a paixo de seu corpo.  Como est permitido para ns, era somente uma questo de tempo o que seu corpo exigisse seu 
alvio - .  Ela se inclinou para ele. No poderia lhe ajudar. Seu corpo o desejava; a energia que atravessava seu sangue exigia seu tato.  
         - No me possuir - , declarou ela, embora gemeu cheia de necessidade enquanto que os lbios de Drago suaves como pluma beijavam seu ombro desde atrs. 
- No o permitirei - .  
         - No, Brianna - , Lasan lhe prometeu quando sua camisa caiu ao cho e seu peito amplo, escuro tentou a suas mos. - voc, querida, a que nos possuir 
para sempre - . Drago tomou em seus braos, depois a levantou suavemente contra ele. 
         Lhe rodeou com os braos seus ombros enquanto enterrava sua face em seu pescoo. Havia um certo alvio em ser sustentada contra ele, mas no bastante. No 
ainda. Choramingou com o calor ertico que crepitava atravs de seu corpo quando ele se inclinou na cama, colocando-a no meio, aparecendo sobre ela enquanto que 
seus lbios acariciavam sua bochecha.  
         - No haver dor - , prometeu-lhe ele, sua voz soava spera de prazer.  - Mas o que deve acontecer ser muito incomum e pode te parecer espantoso, Brianna. 
Se somente confiar em ns, todo ir bem - . A prega de seu vestido foi levantado. Uma mo quente, masculina tocou a parte mais baixa de sua perna.  Brianna se moveu 
bruscamente, reconhecendo o tato do Lasan imediatamente.  
         - OH, deuses - , ela sussurrou. sentia-se bem. Era to bom. Um alvio ardente, quente crepitou em sua pele com uma pulsante necessidade.  - Machucar-me 
somente por meu murro ontem - .  Ela tremeu com esse pensamento.  
         - Foi um golpe resultado de seus necessidades.  Estamos aqui somente para seu prazer, Brianna - , prometeu-lhe Drago. -Voc  nosso corao e nossa alma. 
Seu prazer e seu felicidade esto por cima de todas as coisas. Nunca te castigaria com dor por seus palavras, nem por seus feitos - . Sua voz era um contraponto 
calmante aos movimentos ardentes das mos do Lasan ao longo de sua perna.  
        Ela ofegou ento sentindo as passadas de sua lngua sobre seu joelho.  As mos de Drago afrouxaram os laos de seus ombros e o vestido foi tirado suavemente. 
Brianna fixou seus olhos nele, lutando com a necessidade de cobrir seu corpo, de ocultar-se ante seus olhares fixos, excitadas.  
         - Brianna - , o suspiro sussurrado do Lasan chamuscou seu corpo enquanto que ele se transladava a seu outro lado.  Sua mo a tocou ao longo do joelho, perna, 
coxa, quadril e finalmente se reclinou quase debaixo de seu seios.  
         - me olhe, Brianna - .  Drago agarrou seu queixo, girando sua face a ele, seus olhos que se enlaavam com os seus. 
        Seu olhar fixo estava preso pelas profundidades brilhantes de Drago, ela sentia a passada primeiro clida da lngua do Lasan em seu mamilo.  Gritou , seu 
corpo se arqueava enquanto que o calor abrasou a extremidade dilatada.  
         - me escute - , Drago a impulsionou.  Como se supunha que ia escutar enquanto que seu corpo se voltava louco, aoitado por um fogo sensual que ameaava 
consumi-la?   - Logo, dentro em uns momentos, a energia sexual que Lasan e eu dirigimos nos dominar. Quando lhe tocarmos e sintamos seu prazer, a energia comear 
a preparao de seu corpo.  Relaxar seus msculos, convertendo o que seria doloroso em um prazer como nunca tenha imaginado - .  Sua voz palpitou com sua necessidade; 
seu corpo pulsou com a exigncia para receb-lo.   - No te assuste, Brianna.  Deixa a magia e ao prazer te consumir e a todo estar bem - .  Seus lbios acariciaram 
os seus, a boca do Lasan cobriu seu mamilo.  Drago escorregou sua lngua alm de seus lbios em um beijo da fome ambiciosa que ela solucionou com um desespero voraz. 
        Brianna gritou nele enquanto que a boca do Lasan comeou a amamentar-se nela com intensidade faminta. As sensaes se desenfrearam sobre e atravs de seu 
corpo.  Drago e Lasan a mantinham pega contra o colcho quando ela se teria arqueado mais perto, suas mos trabalhavam sobre seu corpo, esquentando-a mais ainda. 
Seu tato no era vacilante e no fazia concesses a sua inocncia.  
        Sua luxria era na Brianna voltil, to faminta, quente, e inflamada como nunca o tivesse acreditado possvel.  
         - Mais agora, querida - , Drago a impulsionou quando seus lbios viajaram para baixo em seu pescoo, movendo-se asperamente a seu seios. Lasan comeou a 
mover-se tambm. Depois do centro de seu corpo, seus lbios e lngua se aventuraram mais prximos a seu mida sexo.  Ela poderia sentir seus sucos mover-se lentamente 
desde sua vagina, cobrir os lbios nus de seu sexo e escorregar com o passar do prega por volta de seu nus.  
         - No posso suportar isto - , gritou, sua cabea se agitou quando Drago comeou a acariciar um mamilo com seus dentes e lngua e o outro com seus dedos 
duros, quentes. Lasan agora estava entre suas coxas, separando-a, movendo-se sempre mais prximo a seu sexo.  
         - Agora - , Drago gemeu, movendo-se para trs a penas um pouco. Desde onde tinham sado os filamentos vaporosos estranhos de energia azul e verde, ela no 
estava segura. Mas estavam ali, movendo-se ao longo de seu corpo enquanto que os olhava com os olhos exagerados pelo prazer. Rodearam seu seios, e ela sentiu uma 
suco apertada, quente que circulou de seu mamilo a sua matriz.  
        - a hora - , Drago grunhiu quando viu que ela tinha fechado os olhos. Seus olhos se abriram, seguindo seu olhar fixo aonde Lasan estava entre suas coxas. 
Ela olhou a imerso, sua lngua se estendeu. Seus olhos se enlaaram nos seus, verdes, brilhantes para acasalar-se com os filamentos verdes de energia que acariciavam 
lentamente o resto de seu corpo.  
         - OH, deuses - , ela choramingou enquanto que sua lngua tocava seus clitris.  Estava inchada, pulsando, gritando  pelo alvio. Estava perto e muito perto 
dela. No era realmente um tato suave, sensvel, mas a presso da carne ao redor dele a voltava louca.  
         - Seu gosto lhe satisfaz, Brianna - , Drago sussurrou em seu ouvido.  - Suave e doce.  Delicado. -  Ela no podia frear o grito, o tremor que surgia alm 
de seus lbios. 
        Seu corpo se sacudiu de prazer. Dos seios aos dedos dos ps era aoitada pelas sensaes mais assombrosas. As suaves carcias brotaram da franja da energia 
sobre ela, sussurrando suavemente, os rastros minsculos alternativamente acalmados e excitados enquanto que a lngua do Lasan a torturou e atormentando-a com prazer 
ardente.  
         - Drago. Drago...por favor -  ela sacudiu sua cabea, girando para ele, necessitando seu beijo.  Necessitando algo, algo para apagar a fome que trovejava, 
que a consumia. As piscadas de calor ardente comearam a viajar ao redor de seu corpo  medida que redemoinhos de energia que se encrespavam continuaram sua viagem. 
Como dedos do fogo sensual esfregaram ligeiramente sobre sua carne, fazendo-a arquear-se, fazendo-a depois gemer cheia de paixo.  
        A lngua do Lasan vibrou sobre seus clitris, lhe fazendo mover os quadris bruscamente, sua boca se elevou para alcanar desesperadamente a Drago, assaltando 
os msculos de seu peito.  
        Ele gemeu, enredando suas mos agora em seu cabelo com sua lngua lambendo, provando, seus dentes arranhando-o. Seu corpo se elevou lentamente, e ela no 
poderia fazer nada mais que seguir a trajetria que as mos em seu cabelo lhe ditavam.  Quando seus lbios vagaram desesperadamente sobre os planos tensos de seu 
estmago, a boca do Lasan cobriu seus clitris dolorido e comeou uma pulsao suave, sedutora que fazia a suas coxas apertar-se, o prazer aumentava a um nvel intolervel. 
         - Est bem, Brianna - .  A voz de Drago era spera quando sua bochecha acariciou a longitude dura grosa acerada de seu membro.  - Agora me escute, Bri. 
Quero que abra a boca, querida. Tome em seu boca e aspira em meu membro. Quando o fizer alm disso, a energia que te esfrega ligeiramente te preparar assim, carinhosamente 
e mais ainda. Agora faz isto, Bri. Faz-o - . Sua voz soou se desesperada quando ele se moveu para trs, alinhando seu membro com seus lbios e pressionando lentamente 
para frente.  
        Brianna se deu conta imediatamente de duas coisas simultaneamente.  A longitude e o grosso do membro de Drago eram mais que ela teria podido imaginar-se. 
Seus lbios se envolveram sobre ele, sua lngua esfregou ligeiramente e Drago gritou spero, o grito masculino encheu a residncia.  Ento a energia que a esfregava 
ligeiramente comeou a sond-la.  
        Seus olhos brilharam abertos, elevando-se para olhar fixamente para cima ao amante cujo membro ela esfregava ligeiramente dentro de sua boca.  Ele a olhou, 
seus olhos azuis estavam quase negros agora.  
         - Preparar-te, Brianna. Permite que a energia te prepare, querida - . A lngua do Lasan se moveu mais baixo e colocando as mos debaixo de suas ndegas 
a levantou.  Afundando-se asperamente em sua vagina. Ao mesmo tempo, a energia esfregava ligeiramente, seductoramente atravs do prega de seu traseiro, sondando, 
zumbindo, esquentando o pequeno buraco que se fechou to firmemente nela.  
         - No pode te fazer mal, Bri - , lhe prometeu escuro. -S te d elasticidade para me receber, meu amor. Permite que te prepare para meu membro, Brianna. 
Para que logo pratique uma abertura nesse mesmo canal com um prazer que nos consuma todos - .  A lngua do Lasan se afundou no lar outra vez, a energia pressionava, 
esfregando ligeiramente, ento escorregou asperamente no passo apertado de seu nus.  
        Brianna gritou de prazer ao redor do membro que esfregava ligeiramente alm de seus lbios.  Teria lutado em uma invaso dolorosa, teria lutado com o medo 
e a no familiaridade da entrada o fazia queimar-se com sensaes to extremas que teve que lutar por respirar. Sondou profundamente, esfregando ligeiramente em 
contraponto  lngua do Lasan, depois comeou a estirar seu passo, esquentando-o, aoitando-a com prazer agonizante.  
         - Sim, Bri - , Drago gritou.  - Sim, permite que te prepare - . Ela no sabia para onde mover-se.  Para empurrar mais contra a lngua que a devorava faminta 
em seu sexo ou tentar mover-se para forar  energia que se encrespava a ench-la  mais completamente. Estiravam-na, umedecendo-a, preparando-a. Ela poderia senti-la, 
detectava-a.  
         - Agora! - , Lasan grunhiu com dor quando se separou de seu gotejante sexo.  -No posso esperar no mais tempo, Drago! - . Mas Drago parecia alm de todo 
raciocnio. Empurrava seu membro mais arduamente em sua boca, gemendo com uma paixo que soava mais prxima a dor, impulsionando-a a amamentar sua ereo mais dura, 
mais profundamente, sempre mais. As labaredas de pulsante calor em seu nus cresciam fazendo-se mais firmes, a sensao que estirava que facilitava, a palpitao, 
abrindo-a mais ainda enquanto que Lasan se elevava entre suas coxas. 
        Com um grito de frustrao, Drago separou seu membro palpitante de sua boca, empurrando a para baixo apesar de sua oferta se desesperada para atrair  ereo 
com seus lbios de novo.  
        Sua boca cobriu a sua, e penetrou profundamente em sua boca enquanto ela sentia como a cabea ampla e dura do membro do Lasan entrava em seu sexo dolorido. 
Ao princpio, somente sabia de calor e da dureza que estirava sua branda entrada, depois sua respirao se obstruiu em sua garganta, tinha as mos apertadas nos 
ombros de Drago sentindo o mergulho do Lasan poderosamente alm da pequena barreira de sua virgindade.  Houve somente um instante de dor, depois o calor mais leve, 
uma plenitude que a estirava que retinha seu ofego, os msculos de seu sexo se apertaram, sustentando ao invasor oprimido, ordenhando a carne dura desesperadamente 
e sentindo uma exploso de iminente xtase comear a formar-se em seu interior.  
        Seu corpo se sacudiu detento da luxria que a enchia, tremendo atravs dela com a fora de mil ondas expansivas. Ela sentia sua prpria energia, cravando-se 
sobre seu corpo, proporcionando mais, conduzindo-a mais acima na necessidade.  
         - Agora, Brianna - , Drago gritou se separando-se longe desde ela.  - Agora, querida, notas o prazer e a energia do xtase - .  A brilhantismo brilhou ao 
redor deles.  Azul, verde e uma aurola violeta rodeou seus corpos quando Drago ajudou para levant-la. Lasan manteve seu membro embainhado firmemente em sua vagina, 
sustentaram-na perto enquanto Lasan se reclinava na cama e acariciou seu peito.  Seus lbios tomaram os seus imediatamente. Sua lngua se afundou alm de seus lbios 
enquanto que ele empurrou sua ereo mais profundamente, em seu interior mais duro nela.  
        Ela cravou suas unhas em sua pele.  OH deuses, como se supunha que agentaria tal prazer? Drago agora estava detrs dela. Sentia seus dedos tocando a umidade 
que sua energia tinha separados em seu nus. abriu-se facilmente ao redor de seus dedos.  Ele gemeu seu nome, movendo-se mais perto.  Sentia a cabea de seu membro 
inserir-se na entrada preparada. Grosso e quente, a ampla cabea pressionou contra a entrada posterior enquanto que os dedos ardentes da sensao se rasgaram atravs 
de seu corpo.  
         - Corao que ata.  Alma sussurrada - , disse-lhe ele em voz alta.   - Magia, fora, e energia.  Corao aos coraes, alma s almas.  Une por sempre, para 
criar o conjunto - .  Brianna gritou quando seu membro escorregou firmemente, suavemente para o ponto em cima de seu traseiro. 
        O prazer como lava ardente entrou em erupo atravs de seu corpo, a magia brilhou dela, deles.  Movendo-se em um acordo perfeito.  Um e outro dentro, empurrando 
dificilmente e profundamente enquanto seus gemidos enchiam o ar. Lasan a sustentou perto de seu peito, seus lbios em sua boca enquanto seu membro a enchia, empurrando 
pesadamente dentro de sua vagina.  
         - To firmemente - , ele gemeu com suavidade cheia de dor. -To quente e apertada, Brianna. Seu corpo me ordenha, querida, at que no desejo outra coisa 
que te encher com minha energia, minha semente - .  Suas palavras a transportaram mais alto, ao igual a Drago.  
         - Apertada...quente -  sim, querido, toma a todo de mim... -  ambos a conduziram  borda do xtase repetidamente uma e outra vez, mas sem permitir que ela 
casse nesse abismo final de xtase agonizante. Suas mos a sustentavam segura, seus corpos a cobriam, rodeando-a, seus membros, to grossos e quentes, enchiam-na, 
esfregando ligeiramente, desesperadamente no interior de sua vagina e nus at que as sensaes que se elevavam rpida e subitamente ameaavam partindo pela metade. 
Profundamente dentro, Brianna sentia a energia crescendo a ponto de estalar. 
         Ela se separou longe do beijo do Lasan, sua cabea que sacudia quando Drago se flexionou sobre ela, ambos os membros a enchiam, possuindo-a.  Estirando-a, 
e enchendo-a, lhe dando prazer como nunca acreditou possvel.  Ofegou para respirar quando seus clitris comeou a zumbir. A energia o circundava, amamentando-a, 
profusamente enquanto Lasan gozava.  
        Ela sentia a mesma sensao em seus mamilos, um calor ardente que ondulava nela, como as piscadas de uma lngua quente, mida enquanto Lasan e Drago tomavam 
seu interior dura e profundamente de seu corpo.  
        Era prazer pulsante. Da cabea aos dedos dos ps, o xtase comeou a ench-la, bombeando ferozmente atravs de suas veias, o fragmentando-se alm dos msculos 
e das clulas at que a conflagrao comeou a entrar em erupo. ia morrer, mas caminharia disposta aos braos da morte enquanto seu corpo comeou a mover-se bruscamente, 
a estalar, e os jorros despedidos calidos deliciosos comearam a entrar em erupo dentro dela.  
        Sobre ela, Drago gritou seu nome. debaixo dela, Lasan agarrou seus quadris, atingindo mais duramente em seu interior, apertando a sexo, e comeou a gritar 
tambm. Ela sentia a ejaculao feroz, quente de sua semente em seu corpo. O pulso e o batimento de seus membros e a exploso culminante de seu prprio xtase quando 
se rasgaram atravs dela, vertendo-se com seu orgasmo em seu interior, mas sua magia, como a de Drago e do Lasan se derramou nela tambm.  
        O prazer zumbiu atravs  do espinho dorsal, enchendo a de lquidos ricos e de energia profunda da alma e que era como nada que Brianna tivesse podido imaginar 
que existisse. Esquentou o ar com sua energia. Vertendo-se sobre eles, neles, afrouxando-se atravs de seus corpos como uma onda de mar de propores picas.  
        Quando em cima, Brianna se derrubou contra o peito do Lasan enquanto que Drago ficava a seu lado.  Lasan lhe deu a volta, embalando-a, arrulhando-a contra 
seu irmo enquanto que dois mais braos a rodearam.  O cheio em um sndwich de mago, pensou ela com fadiga antes render-se ao esgotamento, mental e fsico, que a 
arrastou dentro de um sonho profundo, satisfeito. 
        
        
        Captulo dezesseis
        
        
         Brianna despertou banhada em calor da cabea aos ps. Tinham-na colocado sob as mantas da cama, estendendo-se a seu lado, Lasan que a amortecia detrs, 
Drago que fazia coisas assombrosas em sua frente. Seus lbios suaves como plumas estavam sobre seu pescoo quando sua cabea caiu de novo para o peito detrs dela. 
Seu grunhido spero, atrativo de prazer acendeu seu sangue to rapidamente como o calor de seus lbios acendeu sua carne.  
         - Est acordada, Consorte? -   lhe pediu com um borde de diverso sensual um segundo antes de que sua boca se movesse com gulodice a seu peito.  
         - Se no o estivesse, depois disto logo estaria - , ela ofegou, sua mo foi a seu cabelo para sustent-lo ali enquanto que sua lngua acariciava seu mamilo 
sensvel.  
        As mantas foram empurradas longe de seus corpos, mas Brianna no tinha nenhuma necessidade de preocupar-se com a frieza do ar da manh ou da carncia essa 
manh do fogo na chamin para esquent-la. Drago e Lasan tinham seu prprio calor.  Um calor que ameaava queimando-a alm de algo que tivesse podido imaginar-se. 
        Ela gemeu suplicante enquanto Drago lambia em seus mamilos, amamentando-se ento em um com sua boca com uma sensualidade preguiosa.  Ele a olhava, seu cabelo 
negro revolto e caindo sobre sua frente de uma maneira do casual. Seus olhos azuis brilhavam intensamente com seu prazer e se acenderam com sua entrega.  Entrega 
que ela poderia sentir e que se afundava em sua alma.  Tinha razo.  Tinham-lhe roubado uma parte dela, mas a tinham substitudo por uma parte de si mesmos.  
         - Sente prazer, Consorte? -   Lasan lhe perguntou lnguidamente enquanto que ele se revolvia detrs dela. Suas mos esfregaram ligeiramente sobre suas ndegas, 
ento baixou com um propsito preguioso. Ela sustentou Drago mais apertado a seu peito, gritando pela suco ambiciosa de sua boca, sentindo uns dedos afundar-se 
lentamente em seu sexo quente.  
         - Sim! - , gritou ela, sua respirao atacava seu peito com movimentos de relmpagos do prazer que aoitavam em sua vagina. Enquanto que seus dedos tomavam 
lenta e facilmente, Lasan comeou a colocar beijos sonolentos em seu ombro empurrando suavemente seu cabelo ao lado. Seus lbios se moviam com sensualidade dormitada 
sobre sua carne at chegar a seu pescoo. Ali sua lngua lambeu, sua boca se amamentou ligeiramente, criando uma tormenta de fogo em seu interior fazendo-a gritar 
de necessidade.  
        Eram um produto txico sexual para as paixes suaves de uma mulher. Cada movimento de suas mos  e de seus lbios resolvidos a conduzia somente mais alto. 
Suas palavras ardentes e os fortes suspiros avivaram ligeiramente o resplendor luxurioso dentro de seu sexo ardendo ali em um inferno que no tinham nenhuma esperana 
de controlar.  
        Quando ela as gritou cheia de necessidade, Lasan levantou sua perna e o membro de Drago pressionou contra os lbios midos de seu sexo inflamado.  Ele se 
afundou dentro com um gemido. Brianna poderia fazer nada a no ser gritar enquanto sentia a acerada ereo separar outra vez os msculos de sua vagina, estirando-a, 
enchendo-a erticamente enquanto a Lasan movia para trs, permitindo que Drago a colocasse para detrs na cama.  
         - Coloque seus pernas ao redor de seus quadris - , Lasan a animou com seus lbios movendo-se a seu mamilo.  - Sujeita o, Brianna. Faz-o entrar mais profundamente 
dentro de voc - .  Ela fez o que lhe tinha pedido, gritando  quando o membro de Drago pareceu afundar-se mais profundo, enchendo-a mais ainda. Seus quadris se moviam 
bruscamente ante seus embates fortes, poderosos dentro de seu sexo. Suas pernas apertaram ao redor dele, os msculos de sua vagina se agarraram a ele, apertando 
quando ele se retirou, separando-se e lhe recebendo ardentemente em sua volta.  
        Lasan se moveu para seus joelhos, movendo-se mais prximo a ela, seu membro estava inchado e necessitado enquanto que ele deu voltou sua cabea a ele.  Sua 
boca se abriu faminto, incluindo a cabea que se bombeava em sua boca como seu corpo movido bruscamente contra ela em prazer.  Seu membro era duro e quente, empurrando 
dentro e fora de sua boca, suas palavras ardentes a animaram em seu prazer.  Os fortes gemidos masculinos acompanharam seus prprios gritos enquanto que a exploso 
iminente de seu orgasmo comeou a elevar-se em seu sexo.  Ela poderia sentir o ajuste de seus msculos, a dor o agonizante do prazer que somente parecia ascender. 
Era aoitada por sensaes to intensas que somente podia tremer sob do impacto e ainda, permanecia apenas fora de alcance.  
         - Est bem, Brianna - , Drago gemeu enquanto que ele rechaou lhe permitir chegar  crista final.  - Em um momento, querida - . Seus quadris agora conduziam 
mais arduamente contra ela. Seu membro, dificilmente e palpitando a encheu, retirando-se, torturando-a e levando-a mais alto com cada impulso. Finalmente, seus embates 
aumentaram, o calor e a dureza de sua ereo que a enchia mais rapidamente, mais forte, pulsando um centro de nervos profundamente dentro de sua vagina que comeou 
a fixar do edifcio da exploso em seu interior.  Quando atingiu, Brianna jurou que tinha morrido. Perdeu a respirao enquanto que uma mar de sensaes, de fogo 
e de relmpagos, de calor e de maravilha incrveis chamuscava sua matriz.  
        Seu estmago, seu seios, sua mesma alma estava acesa quando seu orgasmo atacou sobre ela, derramando-se atravs de seu corpo.  Lanando-a em um arrebatamento 
de atordoamento e de energia, criando uma neblina violeta que fluiu imediatamente a Drago e ao Lasan, envolvendo-se ao redor deles, afundando-se neles.  
        Drago gritou  quando seu sexo apertou mais sobre seu membro que empurrava.  Seus quadris conduziram sua ereo profundamente, dificilmente, depois seu corpo 
apertado com seu prprio orgasmo atacou sobre ele.  Brianna viu ento a maravilha do acoplamento com os magos gmeos.  No s Drago, a no ser Lasan tambm estalaram 
em um clmax. As rajadas quentes de sua semente saam a fervuras de sua vagina e sua boca, afligindo-a, vertendo-se sobre ela, alimentaram o inferno de seu prprio 
orgasmo.  
        Os ataques de energia azul e verde se verteram deles to fortemente como sua semente entrou em erupo de seus membros. Em segundos, Brianna sentia essa 
energia derramar-se atravs dela, afundando-se nela, fundindo-se com a energia que ela levava dentro em seu interior.  
        Ela gritou ante a intensidade de seu xtase.  Seu corpo se arqueou, com suas mos agarradas em cada homem como seu corpo, afligindo-a com tal ardor, como 
o calor da lava, que ela somente podia entregar-se e desfrutar dele.  
        Os magos gmeos agora eram o seus e seus somente.  Nunca mais, Brianna sabia, protestaria pela aliana que tinham exigido e em que se entregaram em ltima 
instncia a si mesmos.  
        As conseqncias eram silenciosas. Drago arrastou a seu corpo cansado de novo a seu lado, Lasan se derrubou tambm na cama ao lado dela.  As mantas tinham 
sido precipitadamente jogadas de seus corpos que agora se esfriavam  assim remeteram Brianna cuidadosamente entre elas.  
         - Talvez domesticamos um pouco  fera -as palavras de Drago estavam cheias de saciada diverso -Lhe manteremos simplesmente esgotada de prazer e todo ir 
bem.  
        Lasan se abriu os olhos para olhar fixamente sobre a cabea da Brianna a expresso satisfeita de seu irmo. por que, ele se perguntava, ele acreditava que 
no seria to fcil domesticar seu Consorte? Se de fato, algum tinha sido domesticado. Pelas evidncias de seu cortejo, parecia que eles eram os que estavam em 
perigo de ser domados.  
         - De verdade o acredita?  Lasan lhe perguntou cuidadosamente.  
         - Aye.  Drago se estirou preguiosamente e fechou seus olhos enquanto um sorriso vitorioso formava em seus lbios. J ver, Lasan.  Ela ser to dcil agora 
como esse gato que voc tinha quando foi um criana.  Subindo sobre um de ns constantemente, tratando somente de nosso ... -  Drago cheio de prazer escorregou lentamente 
dentro do sonho.  
        Lasan suspirou e olhou fixamente abaixo  mulher que sustentavam entre eles.  por que acreditava que no seria quase to fcil como seu irmo se convenceu? 
        
        
        Captulo Dezessete
        
        
         A cerimnia de unio foi realizada mais tarde, e apesar dos medos frenticos da Brianna de que todo no estaria inteligente a tempo, todo foi suavemente 
e com uma beleza ela nunca teria esperado.  
        Ela estava em p entre Drago e Lasan dentro do grande corredor do castelo de sua me antes, silencioso e cheio temor aos Sacerdotes do Sentinela e a sacerdotisa 
da Matriarca.  Nunca se tinha visto tal unidade antes. Imponentes, com muito mais poder que inclusive os magos gmeos, os Sacerdotes do Sentinela e a sacerdotisa 
da Matriarca eram os mensageiros dos deuses.
          Os dois sacerdotes estavam em p altos e formosos, com o cabelo longo e dourado fluindo sobre seus ombros, seus olhos, a um cinza, o outro azul, olhavam, 
ao Lasan e a Drago com uma expresso de sabedoria incomparvel e de afeto paternal.  Entre eles, a sacerdotisa estava em p, vestida em rica cor mbar e turquesa, 
seu cabelo longo e negro flua at seus quadris. No se falaram entre si nenhuma palavra, e estavam em p olhando aos hspedes cheios temor. Ningum podiam recordar 
uma poca em que se viu os sacerdotes e  sacerdotisa.  
         - Os milnios de separao terminaram - .  Os dois sacerdotes falaram enquanto que Drago, Lasan, e Brianna se ajoelhavam ante eles.   - A energia de nossos 
magos do Sentinela e nossa bruxa devota da Matriarca flui mais, de magos a bruxa que se atam juntos, atando-se em magia e dedicao, em sabedoria e na verdade - 
os sacerdotes do Sentinela tinham suas mos enlaadas com a sacerdotisa da Matriarca. Ento criaram um crculo do enquanto que sua mo livre tocava o ombro Drago 
e Lasan. -Que renasam as foras de nossa classe, de nosso planeta e de nossos deuses e voltem de novo - .  Brianna ofegou, mas no podia mover-se.  A energia moveu 
rapidamente, derramando-se em Drago, ela mesma, e depois no Lasan. Rodeando-os, lhes envolvendo juntos, delimitando-os.  
        Ela teria choramingado de ter foras, teria estado cheia de temor ao sentir-se como uma parte espiritual dos dois homens que tinham seu corao,  no se 
perdeu o xtase deles.  Arrogncia, determinao, dedicao e medos, atravessaram-na.  Por um momento em tempo ela foi eles e eles foram ela.  Quando a energia construda, 
ento retrocedeu, Briana ficou com uma medida pequena de sua fora ainda que a esquentava, confortando-a.  
        Ela sabia que sentiriam tambm uma parte dela residindo sempre dentro tambm de suas almas.  E quando a energia cerimoniosa da unidade se apagou lentamente, 
ela sentia algo mais.  Uma conexo, uma vinculao ao mesmo ar ao redor dela. Uma intensidade interior cada vez maior da energia em que recavara mais profundamente 
em quando o tempo o permitisse.  
         - Podem lhes levantar - . Os sacerdotes e os sacerdotisa caminharam detrs, olhando-os com aprovao antes de voltar-se para os hspedes sentados.   - Em 
mil anos nossa terra no soube que tal unidade.  De tal completa vinculao em terra, energia e todo o ser.  Todo est solucionado.  J no haver mais separao, 
no mais afastamento.  Os magos gmeos e a bruxa do Covenani so de novo, um - .  Escolhido-los. As palavras vibraram em sua mente, sua alma.  Eram, escolhido-los 
da Veraga.  
        Enquanto que a celebrao comeava, o sacerdote do Sentinela de olhos azuis se voltou para ela, com uma expresso interrogativa em sua face.  
         - ouvi falar do drago que protege esta terra, Garron.  No o vejo aqui para celebrar seu unio - .  
         - Garron vem e vai a vontade, somos tolerantes - , lhe disse com um sorriso leve.   - ele  um drago muito obstinado - .  
         - Hm. Se vir esse drago obstinado outra vez, lhe informe de que o Taladen o eleito lhe envia seus bons desejos.  Ele no presta ateno a nossa chamada 
mais que o faz com qualquer outro - .  
         - Assegurarei-me de lhe dar sua mensagem - , ela disse, inclinando sua cabea respetuosamente.  
         - V em paz e em energia, escolhida Veraga  - .  O sacerdote de olhos cinzas ento disse suavemente,  - E sabe que  sempre boas vindas no templo dos deuses 
- . E eles se foram. To repentinamente como tinham aparecido, dissolveram-se, deixando a Brianna com um sentido do bem-estar, e benzendo-a.  
         - Ento Consorte, talvez seu unio no era to terrvel como temia? -   A mo de Drago rodeou sua cintura enquanto ele e Lasan a levavam de volta s mesas 
do banquete.  
         - No parea to presumido, Drago, no me estou convertendo - , lhe disse, embora no poderia ocultar o sorriso da felicidade que lhe cruzou a face.  
        Depois  quando a conduziram atravs do residncia, seus olhos ficaram unidos a uns gmeos situados no outro lado do residncia. Os gmeos do Sashtain, ambos 
os altos e quase to loiros como os sacerdotes do Sentinela que acabam de ver elegantemente no corredor, olhando fixamente com uma intensidade nica a uma figura 
feminina solitria no outro lado do residncia.  
        Brianna seguiu seu olhar fixo. Sua irm, Marinha, com seu cabelo longo caindo por suas costas enquanto escutava com ateno absorta a duas crianas pequenos 
que exibiam com impacincia os presentes que os sacerdotes do Sentinela haviam trazido para eles.  Havia para um punho pequeno, arredondada e suavemente ao tato 
a pequena moa, e uma figurinha dos grandes mochos da neve com as plumas suaves que cobriam seus corpos e as asas ampliadas para o pequeno moo.  Brianna franziu 
o cenho.  Seu olhar fixo foi de novo aos gmeos do Sashtain, resigui a direo de sua ateno e depois voltou.  
         - Lasan... -  ela comeou nervosamente.  
         - Brianna - . Ambos se pararam. Lasan a olhou, seu olhar era fixo quente, confortando. -Voc agora confia em ns? -  Ela olhou para ele, e sabia que o fazia. 
Totalmente.  
         - Sim - , sussurrou ela.   - Ento no se preocupe de seus irms ou de seu gente. Os magos do Sentinela se esto ocupando de todos ns.  Como fizeram com 
nossa unio. Devemos agora confiar neles, e no que planejaram - .  
        Brianna se mordeu o lbio, discutindo, perguntando-se se devia revelar o secreto de Marinha ou guard-lo como lhe tinha prometido fazer a sua irm faz tanto 
tempo. Jogou uma olhada por cima a Marinha, ento de novo aos gmeos colossais que se concentravam nela to intensamente. Cabeceou lentamente.  Agora confiaria neles, 
mas temia que chegasse o dia, e logo, em que esse secreto deveria ser revelado. 
         
        
        Captulo Dezoito
        
        O territrio do Couldaran palcio da Veraga dois meses mais tarde 
        
        
        O som de cermica rota acompanhou ao de fechar-se de repente a porta do dormitrio.  Uma voz feminina furiosa soou cheia clera, repetindo-se sobre os corredores 
superiores enquanto que Brianna, Consorte aos gmeos da Veraga, expressava sua fria rapidamente  costas que saa de Drago Veraga.  
         - Voc sujo e arrastado drago! -   ela gritou com a portada.   - Maldito se permitir que faa isto - .  Seu arrebatamento furioso foi acompanhado pelo 
som de outro recipiente ao quebrar-se.  
        Lasan interrompeu seus passos, sabendo que a fria de seu Consorte alcanava um nvel perigoso.  Muito mais, e estariam dormindo de novo em suas residncias, 
ss por somente o Sentinela que os magos sabia quanto tempo.  E ele no tinha nenhuma dvida de que a culpa a tinha Drago.  Lasan se tinha acostumado ao feito de 
que seu irmo estava destinado a manter a seu Consorte enfurecida com eles.  Quando todo estava bem, no tolerava ser jogado da cama que compartilhava com ela.  
         -  que no pode permanecer fora de nenhuma confuso? -   ele gritou enquanto que encontrou a seu irmo justo fora do residncia.  - Pelos deuses, Drago, 
no suporto dormir sem nossa mulher por outra semana mais, como voc o faz to obviamente - .  
         - Essa mulher est transtornada - , Drago grunhiu, empurrando suas mos atravs de seu cabelo com a irritao extrema.   - ela perdeu a pouca prudncia 
que pde ter tido jamais.  Por todos os deuses, era uma maldita petio, no uma ordem - .  A clera palpitou no corpo de Drago, como o fez no Lasan.  Mas onde a 
clera de Drago estava centrada em seu Consorte, a do Lasan estava centrada nele.  
         - Assim to dcil como um pequeno gatinho, assim est ela no, irmo? -   ele disse com desprezo.   - No sairei em seu defesa esta vez - , disse ele quando 
outro furioso grito saiu de detrs da porta. -Se ela no te admitir em sua cama, rechaarei inclusive considerar o pedir seu perdo para voc. Ele tinha feito isso 
a ltima vez e tinha passado uma semana s em sua prpria cama amaldioando a ignorncia de seu gmeo e sua prpria obstinao.
        O ajuste  natureza voltil de seu Consorte no era sempre fcil.  As energias que estavam em conflito, as prprias e as suas, moderaram-se, mas tambm havia 
pressa no frenesi sexual seus corpos que agora o exigiam.  Tambm agonizavam enormemente quando ela os castigava pela dominao e as ordens freqentemente inoportunas 
de Drago.  
         - Pedi simplesmente - , Drago grunhiu.  - Fiz uma petio simples a essa mulher. Isso  todo - .  
         - E o que  o que pediu exatamente? -   Lasan estreitou seus olhos ante o olhar culpado de seu irmo.  Drago se encolheu de ombros.  
         - Os Sashtains viro ao jantar, como sabe - .  
         - E? -   Lasan sondou.  
         - E, trazem com eles ao Lisette - , Drago lhe respondeu, ele endureceu sua expresso.  A incredulidade horrorizada encheu Lasan ante esta admisso.  
        -Nooo -  gemeu suplicantemente.  - me diga, Drago. me diga que no pediu a nosso Consorte,  companheira querida de nossos coraes e almas convidar a essa 
mulher a seu lar A sua mesa? -   Lasan agora estava a seu lado com preocupao.  
        Lisette no era a no ser a mesma mulher que Brianna tinha encontrado na cama que Drago e Lasan tinham preparado unicamente para a Brianna. Seu primeiro 
dia em casa, seguros de sua felicidade, da posse de seus coraes, ela tinha entrado em seu dormitrio para encontrar a ex - amante loira nua e esperando com vrios 
dos brinquedos sexuais que Drago e Lasan tinham comprado para a Brianna.  Drago se tinha rido da cena. Mas Brianna no tinha estado to divertida.  Ela parecia agora 
inclusive menos divertida.  
         - Kai'o e Caise so amigos, quase irmos - , Drago grunhiu .  
         - Drago,  ... esterco de drago! -   Brianna gritou quando abriu a porta.  O corao do Lasan caiu, quebrado, e ele sentia Drago faz-lo igual.  Ela gritava. 
Uns grandes lagrimones caam por sua face, seus lbios estavam inchados, seu bonito nariz estava vivamente avermelhado, seus formosos olhos violetas quase enegrecidos 
por sua dor.  
         - Olhe o que tem feito! - , Lasan lhe gritou a Drago, seu punho atingiu o ombro de seu irmo.   - Ela agora grita devido a seu insensatez.  Devo atingir 
seu traseiro com o p por tudo este palcio - . E bem que estava preparado para fazer isso. Preferiria atingir a seu irmo que estar sem o calor do corpo de sua 
mulher a seu lado durante a noite.  
         - Eu? -   Drago gritou detrs com assombro. -Pelos deuses era s uma maldita petio - .  
         - Brianna - .  Lasan a sustentou em seus braos em um gesto de doura.   - Vem, querida, no grite ou me quebrar o corao - . Ele a empurrou contra seu 
peito, separando-se-se de seu irmo.  
         - Como pode pedir isso de mim? -   ela soluou.   - Ela estava em minha cama, Lasan.  Minha.  Inclusive no consegui passar uma noite em minha formosa cama. 
Ela a arruinou.  Arruno-a do todo - .  Drago e Lasan fizeram uma careta de dor.  Isto era verdade.  A cama tinha sido tirada de dentro do palcio em umas horas 
e da ao fogo.  Queimada. Consorte, arruinou-os a ambos desembaraando-se da feliz ex - amante e fazendo valer seus argumentos no curso desta vida, e a seguinte. 
         - Brianna, me perdoe, -  Drago lhe sussurrou, vendo que a ateno que seu irmo lhe emprestava ganharia um lugar na cama que Drago pode que no conseguisse 
compartilhar.  
         - Era ...equivocado, querida inclusive incomodo - .  Ela caminhou longe do Lasan, sacudindo seu cabelo vermelho detrs, seus olhos ardiam, e seguia chorando. 
         - No ouvirei nenhuma de seus palavras e pelos deuses se me faz outra vez meno do nome dessa mulher outra vez, eu considerarei um castigo o mais dolorosamente 
possvel - .  E ela poderia, tambm.  Lasan e Drago fizeram uma careta de dor.  
         - Homens estpidos - , ela grunhiu, ento agarrando ambas suas mos e atirando rapidamente deles para a residncia.  
        A porta se fechou de repente detrs deles.  antes de que qualquer homem pudesse piscar, Brianna os tinha arrastado  cama e estava de joelhos no colcho, 
primeiro Lasan se liberou, depois o membro duro de Drago e suas calas.  
        Lasan desejou gritar seu prazer quando sua boca se envolveu ao redor dele.  Misericrdia doce, sua boca era a carcia mais formosa de todos os mundos.  E 
to malditamente quente apertada e mida. E ela no o deixou depois de que alguns movimentos carinhosos como ela fazia freqentemente quando Drago estava presente. 
         - No faa nada, Drago - , Lasan gemeu ao sentir  o aumento do xtase.  -Pelo amor dos deuses te matarei eu mesmo se disser uma palavra - .  
        Ele tinha antecipado claramente Drago suplicaria a Brianna que lhe perdoasse. Havia pocas em que seu taciturno irmo no demonstrava geralmente nenhum sentido. 
Mas Lasan no podia pensar mais. Apenas consciente de que Drago se moveu detrs da Brianna procurando prazer e encher seu precioso corpo com sua gotejante ereo. 
Lasan estava alm de todo.  Sua boca era paraso.  Suas mos suaves eram movimentos de prazer ardente. O incio do clmax em seu escroto o enviaria rpida e subitamente 
aos braos da bruxa Matriarca, onde todos os magos desejavam ir.  
        Ele ouviu seu gemido, sabia que Drago a empurrava a seu prprio orgasmo.  O corpo do Lasan se apertou quando seus movimentos de prazer o empurraram mais. 
Seus corpos se apertaram, seus membros palpitaram.  Ele sentia seu grito de orgasmo, depois o abrao do xtase da pequena morte como nunca antes.  Sua semente estalou 
na extremidade de seu membro, banhando sua boca em seu smen rico enquanto que ela tragava com gulodice. Ento ela se arqueou, gritando, sua energia que estalou 
ao redor deles, mesclando-se com a sua e satisfazendo a ltima promessa do mago do Sentinela e dos deuses. 
        
        
        Captulo Dezenove 
        
        
         O jantar se finalizou suavemente. A ateno dos gmeos magos estava cativada pela beleza da Brianna, como Lasan e Drago tinham sabido que o estariam.  Seu 
Consorte era graciosa, e deu a boas vindas a todos.  Inclusive a muito odiada Lisette. A loira fmea humana entretanto, guardou uma distncia prudencial da Consorte 
Veraga. Tratando de evitar profundamente as labaredas violetas de energia que trovejavam no olhar fixo da Brianna quando sua ateno era atrada por ela.  
        Lasan e Drago estavam incmodos com sua presena, embora estavam bem inteirados da necessidade dela.  Havia um traidor entre os seres humanos que viviam 
e trabalhavam no territrio do Cauldaran, e as pistas se remontaram ao Lisette.  Necessitavam-na no momento.  Traam ao traidor. depois de o explicaram a Brianna, 
ela se acalmou, em vista da informao recebida.  
        No era uma deciso fcil, mas acordaram permitir  mulher o acesso dentro do castelo de novo. E agora, ningum poderia dizer nada sobre que sua rainha abrigasse 
vises do vingana sangrenta, exceto Drago e Lasan.  
        A energia escura detrs dos Seculares ganhava em fora, e os sacerdotes do Sentinela temiam que a magia da terra no se reequilibrara a tempo de vencer o 
malvado intento da fora que desejava destruir aos magos gmeos.  De que um estalo de energia e raiva estava detrs disto, no havia nenhuma dvida.  Deviam encontrar 
a identidade disso e saber o que era, ou se convertia no problema para os seres gmeos.  
        Os ataques seculares ganhavam em malignidad e nmero com o correr dos meses.  Agora havia seis unidades de magia acopladas de magos gmeos e das bruxas do 
Covenani, mas suas energias combinadas tinham ainda que aumentar a um nvel para assegurar o amparo. Ainda havia duas preciosas unidades no acasaladas ainda. O 
que fazia esta reunio mais que importante por uma variedade de razes.  
        Horas depois o jantar e de socializar depois, os gmeos do Sashtain se retiraram a sua residncia com a manhosa traidora loira.  Os gritos dela puderam ser 
ouvidos por todo o castelo quando tomaram vigorosamente at o esgotamento antes de envolv-la em filamentos de magia para assegurar-se de que no despertaria nem 
sairia de sua residncia sem seu conhecimento.  Ento somente ento, a reunio verdadeira deu comeo.  
        Profundamente debaixo do castelo, situados em um residncia protegida contra todas as foras exteriores, Drago e Lasan se reuniram com os magos.  Brianna 
se sentou silenciosamente, sua expresso era serena, mas seus olhos brilhavam cheios de preocupao enquanto que escutava as notcias.  
         - As princesas Serena e Marinha, so as Consortes escolhidas dos Sashtain e os gmeos do Veressi, agora se esto aproximando de seu pico de energia - . 
        A unidade de que tinha estado na cerimnia de unio da Veraga estava em p ante eles com face de preocupao.  
         - Estas dois sero incomparveis em energia quando suas foras se alinhem com as dos gmeos para os que o Sentinela os criou. Mas os Seculares esto inteirados 
disto tambm - .  houveram vrias tentativas contra ambas as princesas j.  
         - Ns protegeremos as foras as princesas como podemos o melhor possvel - , Kai'o Sashtain falou, sua voz era escura preocupada apesar de seu apoio.  Kai'o 
era to alto como Drago e Lasan, mas ali terminava toda semelhana, a pesar do fato de que eram primos do sangue.  Os gmeos do Sashtain eram to loiros como o eram 
os sacerdotes, com o cabelo longo grosso caindo sobre seus amplos ombros.  Sua faces estavam bronzeadas pelo sol, speras, e nelas se refletiam as batalhas nas que 
tinham lutado os ltimos anos com os Seculares.  
         - Guardaramo-las ns mesmos se no se separassem em cada oportunidade em que nos aproximamos - , Caise Sashtain falou com irritao, seus olhos azuis brilhavam 
cheios da frustrao.  Todos os olhos se voltaram para a Brianna.  Ela olhava a seus Consortes, e Lasan viu a tristeza ento em seus olhos, uma piscada cheia de 
secretos.  
         - Brianna? -   Lasan lhe perguntou reservado.  Ela estava em p com suas mos enlaadas ante ela quando todos os olhos se voltaram em sua direo.  Os seios 
do Lasan e de Drago se incharam com orgulho.  Ela era temperamental, e mostrava a sua arrogncia pouco ou nada de respeito.  E embora trovejava contra eles quando 
sentia que seus sentimentos eram pisoteados, no fazia uma pausa, por nenhuma matria ou causa, quando se apresentava a necessidade.  Nos dois meses que ela tinha 
sido rainha de todo o Cauldaran, tinha governado a seu lado com tal tolerncia que se afianaram freqentemente com orgulho.  
         - Temo-me que se esto vendo serena e Marinha como futuras Consortes, que da batalha pode ser mais dura do que prevem - .  Lasan olhou como ela tomava 
uma profunda respirao para fortalecer-se.  
         - Alteza, sei que falo pelos Varessi tambm quando digo que temos o conhecimento de que so nossas e uma parte de ns - , Caise disse srio.  - No podemos 
fazer nada  a no ser as buscar - .  Brianna tragou firmemente, jogando uma olhada Drago a e Lasan de novo.   - Se houver coisas que necessitamos saber, este  o 
momento de nos dizer isso ele disse suavemente.  - Sabem que cuidaremos de suas irms igual a cuidamos de voc - .  Ganhar sua confiana no era sempre fcil com 
respeito s irms a que ela protegia, apesar do fato de que ela era a mais jovem.  Ela olhava Caise e Kai'o em condolncia.  
         - A energia de Marinha pode que nunca se chegue a manifestar.  E se o faz, pode que no tenham a ocasio de terminar a vinculao com ela, sem importar 
seu desejo, ou o seu - .  Drago olhou a gmeos do Sashtain cuidadosamente.  
         - Se isto for pelo Lisette. -   Caise tragou cuidadosamente.   - Este enlace logo terminar.  Necessitamos saber...  -   
         - No  por esse vbora viperina - , ela gritou com um grunhido de amargura para a outra mulher.  Ela tomou uma respirao dura, ento jogou um silencioso 
olhar, advogando por olhar  sacerdotisa que a olhou com pena.  
         - Ento devemos conhecer que problemas poderiam estar em p entre ns e a vinculao com nosso Consorte - , Kai'o disse spero.   - Esta no  uma questo 
que possamos discutir, Alteza - .  
         - Kai'o Sacerdotisa levantou sua mo para pedir silncio.  Descendeu imediatamente.  Drago e Lasan se moveram a cada lado da Brianna, para emprestar ajuda 
se ela os necessitava.  
         - Faz vrios anos, Marinha foi atacada - .  Silncio, fria, e agora asperos lamentos encheram residncia.  - Nossa me a rainha  inconsciente deste ataque, 
porque Serena e eu juramos nunca dizer nada durante os primeiros momentos que a encontramos.  guardamos nosso voto, s porque o tema a causar pena tanto - .  
         - sabe-se por quem - .  A mo do Kai'o ficou no punho de sua espada, uma indicao clara de suas intenes.  
         - Ela no soube, e nem tampouco ns - . Ela olhou fixamente em seus olhos, recolhendo seu valor.  - Sabemos somente que havia dois, e que eram grandes. 
Marinha no recorda nada - . Suas palavras soavam como a morte dentro do silncio do compartimento.  - Serena cuidou dela durante essa noite e os dias prximos - 
, Brianna continuou.  - Ela no permitiria que fizesse isso.  Eu as cobri  ante minha me, embora agora lamento profundamente essa ao.  Nada foi igual aps.  Marinha 
se oculta de todos os homens, e Serena tem feito voto de que seu Consorte ser somente um varo que ela pode derrotar em fora assim como inteligncia - .  
        Desde duas mulheres, necessitadas, desejadas, e essenciais para reequilibrar as energias do Sentmar.  Algum estava machucada emocionalmente e a outra marcada 
com uma cicatriz nas mesmas profundidades de sua alma feminina.  
         - Serena escolher de forma diferente - .  Os gmeos do Veressi estavam em p a seus ps, altos e aristocrticos, sua faces formosas refletiam sua segurana. 
-Deixamo-lhes esta noite - . Seu olhar fixo Foi drago e Lasan.  - Com tal informao, no podemos deixar o amparo da princesa Serena a outros.  Devemos comear nossa 
campanha antes de que o pico da energia comece - .  
         - Alteza - , a voz do Kai'o era suave, com todo cheia de fria e dor.  - Marinha ser bem cuidada.  Prometo-lhes isto.  Mas ela deve escolher a vinculao. 
No h outra maneira.  No para ns, ou para nosso mundo - .  
         - Desejo-lhes a ambos, Sashtain e Veressi, sorte com minhas irms - , ela lhes disse suavemente.   - Somente temo poder fazer frente a pocas tristes.  
O que foi feito a Marinha no pode ser desfeito.  Algo que acontecer com Marinha ser compartilhada com Serena, nunca estaro longe a uma da outra. Vejo isto nelas 
sempre. Rogarei entretanto, que vocs possam faz-lo - .  Somente os magos do Sentinela e a bruxa Matriarca, seus deuses, e suas somente suas esperanas, poderiam 
limpar estes obstculos.  
         - Assim acontecer - .  Caise disse , girando-se para Drago e Lasan igual ao Veressi fazia.  -Chega o amanhecer, devolveremos Lisette a seu lar e partiremos 
para as terras do Covenan - .  Drago cabeceou.  
         - Atribuirei protetores do mago ao amparo delas.  Nossas oraes vo com vs, Caise e Kai'o - .  A residncia se esvaziou lentamente, deixando Drago, Lasan 
e Brianna ss com a Unidade da Tolerncia.  
         - Reina Brianna - . A sacerdotisa da Matriarca se aproximou dela, sua mo se alcanou  para tocar a bochecha mida da rainha suavemente.   - No posso aliviar 
seus medos, nem seu preocupao pelos dias vindouros.  Posso pedir somente.  Que confie em nossa unidade de Sentinelas, os Sentinelas do mago e nossa bruxa Matriarca 
sabem todo.  Sua dor, sua raiva, movem-se para cur-la, assim como nossa terra - .  
         - Confiarei nisto, minha senhora - , Brianna prometeu, inclinando sua cabea com respeito  sacerdotisa.  
         - E nos recorde sempre, estamos aqui para voc, se voc ou seus magos tm necessidade - , a sacerdotisa prometeu.   - nos convide, Brianna, por esta  a 
razo  pela qual ns fomos criados. Estamos a seu servio - . A sacerdotisa ento se tornou para detrs, um sorriso aprazvel que se formava seus lbios enquanto 
que ela olhava a rainha dolorosa e compasivamente.  
         - Agradecemos, sua tolerncia - , Lasan e Drago se inclinaram ante sua amabilidade.  
         - como sempre, estamos em seu servio - .  A unidade desapareceu, igual ao dia da cerimnia de unio, deixando ao Lasan e Drago com seu Consorte.  Enxugaram-lhe 
as lgrimas, sentiram seus medos, e se preocuparam com ela.  Mas agora, no era s sua felicidade a que estava em jogo, a no ser a felicidade e a segurana de tudo 
o que tinham conhecido ou tudo o que tinham sonhado sempre tendo. 
        
        
        
        Epilogo 
         Marinha Sellane observou ao pequeno grupo de vares humanos enquanto que carregavam a carreta dos armazns do mantimentos que tinham tomado pela fora da 
pequena casa.  Havia seis deles;  grandes vares enormes cuja crueldade lhes tinha ganho seu dio inextinguvel.  dentro da pequena casa poderia ouvir as lamentaes 
da me, mas agora havia silencio por parte da filha da casa.  O pai ainda estava atirado no p da rua.  Ele respirava, mas a ferida sangrenta de sua cabea precisaria 
ser atendida.  
        Marinha olhou o carro desaparecer ao redor da curva no caminho e se levantou vacilante de sua posio oculta atrs do grosso, encobrindo folhagem de um arbusto. 
Sua cor vermelha e azul chamejantes a tinham oculto dos assaltantes desse lar quando ela tinha chegado. Tinha chegado muito tarde para ajudar.  Mas tinha memorizado 
as faces dos que tinham cometido o crime.  Um crime em terras do Covenani esta vez.  
        Seus olhos se estreitaram de fria.  Sua me teria cada homem desse carro decapitado por este crime.  Enquanto que ela comeou a mover-se ao redor do arbusto, 
agarraram-na repentinamente desde atrs.  O aroma de um corpo sujo, a sensao da fora bruta fez que o terror se cravasse sobre ela.  De novo, a memria e o pesadelo 
chamuscou seu crebro.  Dois, to grandes, espantosos, machucando-a.  Seu corao troava em seu peito, estrangulando-a enquanto que ela lutava contra as mos duras 
que a sustentavam entre os grandes corpos masculinos.  
         - No outra vez, ela rogou  Unidade da Tolerncia.  Por favor, no nome da misericrdia no outra vez.  
         - O que temos aqui? - ,  uma voz grosa riu, e ela ouviu as risadas abafadas de vrias mais.  Marinha gritou  com fria.  Seu corpo se debateu contra a presa 
com seus dedos convertidos em garras que lutaram por arranhar as mos que a sustentavam encarcerada.  dentro de segundos outros se uniram ao primeiro.  As mos duras 
a sustentaram, rendo as vozes zombando-se de sua luta.  Ela atingiu com o p neles, retorcendo-se furiosamente, desesperadamente, mas no poderia no fazer nada 
por lhes impedir de lhe tirar primeiro sua camisa grande de seu corpo e depois  os carregadores e as calas.  
         - Infernos, temo-nos isso com uma bruxa.  No deixaremos  cadela chutar - .  Sujo, sua face e cabelo mate com a imundcie, o varo de explorao de rvores 
riu  sob sua face furiosa quando ele espiou a marca de nascimento que estragava sua coxa.  Marinha tremeu de terror.  Sua energia seguia estando inativa e ela tinha 
poucas defesas contra os homens que agora a sustentavam.  Lutando para concentrar-se, enviou uma chamada mental pedindo ajuda.  Seria sua nica ocasio.  Talvez 
se haviam Covenani perto, poderia alcan-la antes de que a violassem e ela conhecesse os vares previstos.  
        Tinha sido tudo o que tinha desejado antes.  Mas suas irms no estavam perto nestes momentos.  Havia no ningum de quem pudesse depender para vir em sua 
ajuda.  
         - A rainha Amoria lhes condenar a morte por seu crimes aqui - , ela gritou  enquanto que os cruis dedos beliscavam seus mamilos e outros atiravam dos 
cachos pequenos que cobriam seu sexo.  
         - Ela ter que nos agarrar primeiro, cadela - , o barbudo disse com desprezo.   - somente pode apostar a que seu no ser quem o vai dizer.  Ns trs acabaremos 
com seu vida antes de que vamos sempre aqui - .  
         - No! -   Seu grito saiu dela quando dois deles a empurraram  terra, sustentando-a ali enquanto que o terceiro comeou a atirar de seu traseiros.  Ela 
lutou desesperadamente contra seu agarre enquanto que lutava por aumentar a energia da gama de sua chamada.  
        Por todos deuses, algum tinha que ouvi-la logo.  Havia certamente algum perto.  Ela estava to concentrada em lanar um grito psquico pedindo ajuda que 
ao princpio foi inconsciente de que a gritaria repentina ao redor dela no era a no ser o produzido por seus prprios gritos pedindo ajuda.  Quando ela se separou 
das mos repentinamente frouxas, rodou sobre seus ps, agarrando bruscamente sua camisa da terra com inteno de correr ao bosque a coberto.  
        Um grito masculino agonizante detrs de lhe fez d-la volta.  Ali, presos entre redemoinhos dourados e de energia azul plida, os trs seres humanos se retorciam 
cheios fria e de dor enquanto que lutavam contra a fora que os paralisava e a magia que os continha.  
        Respirando com dificuldade, atordoada pelo choque, Marinha lutou por arrastar sua camisa sobre seu corpo. Os botes a evitaram, embora.  Ela agarrou o fronte 
fechado, olhando enquanto que dois magos gmeos andaram a pernadas casuais da linha do bosque. Ambos vestiam calas de couro e com tnicas um pouco apertadas, com 
a adaga e a espada atadas com correia a seus quadris, embora tinha sido nenhum nem outro embainhados.  Sua faces escuras mostravam, um molde selvagem e arrogante. 
Olharam-na com os olhos estreitados, em vez de olhar aos seres humanos que tinham preso com sua magia.  
         - Princesa Marinha, esta voc ilesa? -   Escuro e sensual, a voz se envolveu ao redor dela, lhe fazendo os seios zumbir, sua matriz apertar-se.  
         - Estou ilesa - .  Ela cabeceou.  -So os que atacaram a famlia daqui e roubaram seus armazns de mantimentos. Minha me desejar lhes interrogar - .  
Pareciam sufocar-se lentamente com a fora de magia que os envolvia.  Um dos magos jogou uma olhada aos trs.  Dando um suspiro, ele agitou sua mo.  Imediatamente, 
as ataduras de energia que os rodeavam incluram somente os punhos e os tornozelos de seus atacantes, sustentando-os firmes mas no permitindo nenhum escapamento. 
        Ento os magos ambos comearam uma progresso lenta para Marinha.  Respirando com dificuldade, ela olhou os dois com receio. Estenderam-lhe os carregadores 
e as calas, os artigos foram levantados por uma fora invisvel e postos em suas mos.  Seus olhares fixos eram intensos, ardentes.  Os mamilos de Marinha se endureceram, 
seu sexo se esquentou.  Ela no considerava isto uma coisa boa.  Retrocedeu um passo.  Uma careta pequena curvava seus lbios, um prazer quente se mostrava em suas 
expresses.  
         - Bem, Princesa. Quando ficar o vestido ns falaremos - .  Os artigos lhe foram entregues.  
         - Definitivamente, falaremos - , o outro suspirou, seus olhos se passaram por suas pernas nuas. -Voc no tnia nenhum motivo para estar aqui.  Porqu no 
est no castelo? - .
          Marinha se vestiu rapidamente, ou to rpido como o permitiram suas mos trementes.  Ela olhou a gmeos com receio.  Eram os Sashtains, e pareciam estar 
sempre detrs de cada um de seus passos.  O pensar em sair furtivamente fora do castelo se convertia em um impossvel.  
        Investir sua pequena fora de bruxa em encontrar a informao que necessitava sobre os planos de Seculares se fazia mais difcil pelo dia.  Serena estaria 
muito pouco satisfeita por este progresso.  E se sua me se inteirava das atividades de sua filha, ento no haveria nenhuma paz dentro do castelo durante nos prximos 
anos.  
         - Visitava famlias na terra do Covenani - .  Ela finalmente se encolheu de ombros enquanto que abotoava sua blusa e lutava com o medo que ainda a mantinha 
sem flego.   - No esperava sofrer um ataque dos seculares - .
          Caise e Kai'o a olharam pensativamente.  Eles no estavam em forma alguma enganados por seu sorriso nervoso.  
        O gemido do varo que estava atirado na sujeira, atraiu sua ateno.  
         - Chamarei os protetores do Sentinela e as tropas das bruxas a este lugar - , Kai'o suspirou.  
         - Voc voltar para castelo imediatamente, princesa, sua me estaria causar pena por suas atividades deste dia - .  Marinha ficou cuidadosamente erguida. 
         - No obedeo ordens dos magos gmeos - , ela disse furiosamente.   - h duas fmeas nesse lar que requerem... - .  
         - Voc agora no tem nenhum outro lugar no que estar que no seja seu lar - , Caise, grunhiu com seus olhos de ouro furiosos.   - voc voltar para castelo 
e permitir aos curandeiros com as tropas de sua me ficar aos cuidados dessas mulheres - .  
         - Isto no  assunto dele. Mas ela se moveu para trs longe quando Caise caminhou para frente, sua face estava repentinamente tensa com sua clera.  
         - Princesa, voc no deseja realmente me colocar a prova neste tema - , ele grunhiu.  Imediatamente, a energia crepitou no ar ao redor dela.  Suave como 
o veludo, com todo forte como o ao, tiras do dourado e energia azul plida envolveram o ar ao redor dela.  - Esta magia est para seu amparo, e nosso dever  nos 
assegurar de que voc faz como lhe ordenou - , Caise lhe disse com um sorriso com ar satisfeito.  - Agora volte, ou posso ter que comprovar mais profundamente esta 
afeio que voc tem a estar onde voc no deve aventurar-se - .  
         - Voc no tem nenhum direita de me pedir nada.  Esta  terra do Covenani, no Cauldaran - .  A fria ardeu em seu interior.  Como uma conflagrao ela 
no tinha nenhum controle da energia, que encheu seu corpo e mente.  
         - No nos coloque a prova nisto, princesa - , Kai'o se girou para ela, seus olhos azuis plido estavam cheios de desejo, e de algo mais.  Algo sobre o que 
ela rechaou aprofundar mais.  
        A energia que a rodeou protetora chegou a ser imediatamente mais quente, acariciando-a, tratando-a com suavidade em seu comportamento.  
        Seus olhos se dilataram.  Sua irm Brianna lhe tinha contado como os magos da Veraga utilizavam tal energia para prepar-la para seu ardente jogo de amor. 
         - Voc no tema, to profundamente - disse e perturbando como antes se rasgou atravs dela.  Ela no poderia imaginar o permitir tal tato, dando a aprovao 
para a dor sobre o que ela sabia que Brianna mentiria certamente.  Sua irm era protetora com ela, ela nunca permitiria que ela soubesse a profundidade verdadeira 
do sacrifcio que ela tinha feito por sua gente.  
         - Faa como lhe hei dito - , Caise lhe disse furioso.   - Volte agora, princesa, antes de que perca minha pacincia e lhe demonstre o que me atrevo de fato 
a fazer - .
        Durante um segundo breve seus olhos brilharam satisfeitos.  A energia se formou redemoinhos em seu interior, cegadora, intensa.  Uma onda de uma intensidade 
que ela nunca tinha conhecido, isso a aterrorizou a colocou asas a seus ps.  antes de que ele pudesse caminhar mais perto, ela se dirigiu para as rvores e ao grande 
unicrnio dourado que a tinha levado atravs do bosque.  Era melhor escapar, pensou.  Isso, e em um medo terrvel a que ela nunca estaria verdadeiramente livre dos 
magos gmeos do Sashtain.
        
        FIM



1
